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Swipe total! HBO Max e HBO levam 19 prêmios na 73ª edição do Emmy

 

Por Victoria Hope

Do drama à comédia e romance, a HBO Max e HBO conquistaram 19 prêmios na noite da 73ª edição do Emmy®, que aconteceu ontem (19) em Los Angeles. A conquista de tantos prêmios é o reconhecimento do investimento em produções de qualidade, que garantem um imenso catálogo para todos os públicos, de todas as idades. HBO Max é a combinação perfeita entre histórias, personagens, momentos e talentos excepcionais.

Dentre os prêmios, estão:

• 4 vitórias para MARE OF EASTTOWN (HBO Original), incluindo Atriz Principal em uma Série ou Filme Limitado ou Antologia (Kate Winslet), Atriz Coadjuvante em uma Série ou Filme Limitado ou Antologia (Julianne Nicholson), Ator Coadjuvante em uma Série ou Filme Limitado ou Antologia (Evan Peters) e Design de Produção para um Programa Narrativo Contemporâneo (com uma hora ou mais)

• 3 vitórias para HACKS (Max Original), incluindo Atriz Principal em Série de Comédia (Jean Smart), Roteiro para Série de Comédia (Lucia Aniello, Paul W. Downs, Jen Statsky) e Direção para Série de Comédia (Lucia Aniello)

• 3 vitórias para LAST WEEK TONIGHT WITH JOHN OLIVER (HBO Original), incluindo Programa de Variedade de Entrevistas (vencendo o sexto ano consecutivo), Roteiro de Programa de Variedades e Direção Técnica, Trabalho de Câmera e Controle de Vídeo para uma Série

• 2 vitórias para LOVECRAFT COUNTRY (HBO Original), incluindo Ator Convidado em Série Dramática (Courtney B. Vance) e Edição de Som para Série de Comédia ou Drama (Uma Hora)

Lovecraft Country / HBO 

• 2 vitórias para I MAY DESTROY YOU (HBO Original), incluindo Roteiro de Série ou Filme Limitado ou Antologia (Michaela Coel) e Supervisão Musical

• 2 vitórias para DAVID BYRNE'S AMERICAN UTOPIA (HBO Original), incluindo Mixagem de Som para uma Série de Variedades ou Especiais e Design de Iluminação/ Direção de Iluminação para um Especial de Variedades

• 1 vitória para THE BEE GEES: HOW CAN YOU MEND A BROKEN HEART (HBO Original), para Edição de Som para um Programa de Não Ficção ou Realidade

• 1 vitória para A BLACK LADY SKETCH SHOW (HBO Original), por Edição de Imagens para Programação de Variedades

• 1 vitória para THE FLIGHT ATTENDANT (Max Original), para Música Tema de Título Principal

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Confira a lista completa de vencedores da 73ª edição do Emmy Awards

The Crown / Netflix
Minissérie

”I May Destroy You”
“Mare of Easttown”
“The Queen’s Gambit”
“The Underground Railroad”
“WandaVision”

Série de drama

”The Boys”
“Bridgerton”
“The Crown”
“The Handmaid’s Tale”
“Lovecraft Country”
“The Mandalorian”
“Pose”
“This Is Us”

Série de comédia

”Black-ish”
“Cobra Kai”
“Emily in Paris”
“Hacks”
“The Flight Attendant”
“The Kominsky Method”
“Pen15″
“Ted Lasso”

Programa especial de variedades (gravado)

Hamilton / Broadway & Disney 
"Bo Burnham: Inside"
"David Byrne's American Utopia"
"8:46 – Dave Chappelle"
"Friends: The Reunion"
"Hamilton"
"A West Wing Special to Benefit When We All Vote"

Programa especial de variedades (ao vivo)

"Celebrating America – An Inauguration Night Special"
"The 63rd Annual Grammy Awards"
"The Oscars"
"The Pepsi Super Bowl LV Halftime Show Starring The Weeknd"
"Stephen Colbert's Election Night 2020: Democracy's Last Stand Building Back America Great Again Better 2020"

Ator em série de drama

Sterling K. Brown - “This Is Us”
Jonathan Majors - “Lovecraft Country”
Josh O’Connor - “The Crown”
Rege-Jean Page - “Bridgerton”
Billy Porter - “Pose”
Matthew Rhys - “Perry Mason”

Atriz em série de drama

Uzo Aduba - “In Treatment”
Olivia Colman - “The Crown”
Emma Corrin - “The Crown”
Elisabeth Moss - “The Handmaid’s Tale”
Mj Rodriguez - “Pose”
Jurnee Smollett - “Lovecraft Country”

Ator em minissérie ou filme para TV

Halston / Netflix
Paul Bettany - “WandaVision”
Hugh Grant - “The Undoing”
Ewan McGregor - “Halston”
Lin-Manuel Miranda - “Hamilton”
Leslie Odom, Jr. - “Hamilton”

Atriz em minissérie ou filme para TV
Michaela Coel - “I May Destroy You”
Cynthia Erivo - “Genius: Aretha”
Elizabeth Olsen - “WandaVision”
Anya Taylor-Joy - “The Queen’s Gambit”
Kate Winslet - “Mare of Easttown”

Roteiro de minissérie, antologia ou filme para TV

I May Destroy You / HBO
Michaela Coel - "I May Destroy You"
Brad Ingelsby - "Mare of Easttown"
Scott Frank - "The Queen's Gambit"
Chuck Hayward e Peter Cameron - WandaVision ("All-New Halloween Spooktacular!")
Jac Schaeffer - "WandaVision" ("Filmed Before a Live Studio Audience")
Laura Donney - "WandaVision" ("Previously On")

Direção em minissérie, antologia ou filme para TV

Thomas Kail - "Hamilton"
Sam Miller e Michaela Coel - "I May Destroy You" ("Ego Death")
Sam Miller - "I May Destroy You" ("Eyes Eyes Eyes Eyes"), Directed by (HBO)
Craig Zobel - "Mare of Easttown"
Scott Frank - "The Queen's Gambit"
Barry Jenkins - "The Underground Railroad"
Matt Shakman - "WandaVision"

Programa de competição
"The Amazing Race"
"Nailed It!"
"RuPaul's Drag Race"
"Top Chef"
"The Voice"

Ator em série de comédia

Ted Lasso / Apple+ TV
Anthony Anderson - “Black-ish”
Michael Douglas - “The Kominsky Method”
William H. Macy - “Shameless”
Jason Sudeikis - “Ted Lasso”
Kenan Thompson - “Kenan”

Atriz em série de comédia

Aidy Bryant - “Shrill”
Kaley Cuoco - “The Flight Attendant”
Allison Janney - “Mom”
Tracee Ellis Ross - “Black-ish”
Jean Smart - “Hacks”

Direção em série de comédia

James Burrows - "B Positive" ("Pilot")
Susanna Fogel - "The Flight Attendant" ("In Case of Emergency")
Lucia Aniello - "Hacks" ("There Is No Line")
James Widdoes - "Mom" ("Scooby-Doo Checks and Salisbury Steak")
Zach Braff - "Ted Lasso" ("Biscuits")
MJ Delaney - "Ted Lasso" ("The Hope that Kills You")
Declan Lowney - "Ted Lasso" ("Make Rebecca Great Again")

Roteiro de série de comédia

Hacks / HBO Max
Steve Yockey - "The Flight Attendant" ("In Case of Emergency")
Meredith Scardino - "Girls5eva" ("Pilot")
Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky - "Hacks" ("There Is No Line")
Maya Erskine - "PEN15" ("Play")
Joe Kelly, Brendan Hunt e Jason Sudeikis - "Ted Lasso" ("Make Rebecca Great Again")
Jason Sudeikis, Bill Lawrence, Brendan Hunt e Joe Kelly - "Ted Lasso" (Pilot")

Série de esquetes
"A Black Lady Sketch Show"
"Saturday Night Live"

Talk show

"Conan"
"The Daily Show with Trevor Noah"
"Jimmy Kimmel Live!"
"Last Week Tonight with John Oliver"
"The Late Show with Stephen Colbert"

Roteiro de programa de variedades

"The Amber Ruffin Show"
"A Black Lady Sketch Show"
"Last Week Tonight with John Oliver"
"The Late Show with Stephen Colbert"
"Saturday Night Live"

Ator coadjuvante em série de drama

The Crown / Netflix
Michael K. Williams - “Lovecraft Country”
John Lithgow - “Perry Mason”
Tobias Menzies - “The Crown”
O-T Fagbenle - “The Handmaid’s Tale”
Max Minghella - “The Handmaid’s Tale”
Bradley Whitford - “The Handmaid’s Tale”
Giancarlo Esposito - “The Mandalorian”
Chris Sullivan - “This Is Us”

Atriz coadjuvante em série de drama

Aunjanue Ellis - “Lovecraft Country”
Gillian Anderson - “The Crown”
Helena Bonham Carter - “The Crown”
Emerald Fennell - “The Crown”
Madeline Brewer - “The Handmaid’s Tale”
Ann Dowd - “The Handmaid’s Tale”
Yvonne Strahovski - “The Handmaid’s Tale”
Samira Wiley - “The Handmaid’s Tale”

Direção em série de drama

Julie Anne Robinson - "Bridgerton" ("Diamond of the First Water")
Benjamin Caron - "The Crown" ("Fairytale")
Jessica Hobbs - "The Crown" ("War")
Liz Garbus - "The Handmaid's Tale" ("The Wilderness")
Jon Favreau - "The Mandalorian" ("Chapter 9: The Marshal")
Steven Canals - "Pose" ("Series Finale")

Roteiro de série de drama

Rebecca Sonnenshine - "The Boys" ("What I Know")
Peter Morgan - "The Crown"
Yahlin Chang - "The Handmaid's Tale" ("Home")
Misha Green - "Lovecraft Country" ("Sundown")
Dave Filoni - "The Mandalorian" ("Chapter 13: The Jedi")
Jon Favreau - "The Mandalorian" ("Chapter 16: The Rescue")
Steven Canals, Brad Falchuk, Our Lady J, Janet Mock, and Ryan Murphy - "Pose" ("Series Finale")

Ator coadjuvante em minissérie ou filme para TV

Mare of Easttown / HBO
Thomas Brodie-Sangster - "The Queen's Gambit"
Daveed Diggs - "Hamilton"
Paapa Essiedu - "I May Destroy You"
Jonathan Groff - "Hamilton"
Evan Peters - "Mare of Easttown"
Anthony Ramos - "Hamilton"

Atriz coadjuvante em minissérie ou filme para TV

Renée Elise Goldsberry - "Hamilton"
Kathryn Hahn - "WandaVision"
Moses Ingram - "The Queen's Gambit"
Julianne Nicholson - "Mare of Easttown"
Jean Smart - "Mare of Easttown"
Phillipa Soo - "Hamilton"

Ator coadjuvante em série de comédia

Carl Clemons-Hopkins - “Hacks”
Kenan Thompson - “SNL”
Bowen Yang - “SNL”
Brett Goldstein - “Ted Lasso”
Brendan Hunt - “Ted Lasso”
Nick Mohammed - “Ted Lasso”
Jeremy Swift - “Ted Lasso”
Paul Reiser - “The Kominsky Method”

Atriz coadjuvante em série de comédia

Ted Lasso / Apple+ TV
Hannah Einbinder -“Hacks”
Aidy Bryant - “SNL”
Kate McKinnon - “SNL”
Cecily Strong - “SNL”
Juno Temple - “Ted Lasso”
Hannah Waddingham - “Ted Lasso”
Rosie Perez - “The Flight Attendant”

[Review] Parentes de Ilya Aksyonov

 

Por Victoria Hope

Começa nessa semana, a 2ª edição do Festival de Cinema Russo, organizado pela ROSKINO com o apoio do Ministério da Cultura da Rússia, em sessões transmitidas pela Supo Mungam Plus, em parceria com a Spcine Play.

Para abrir o evento, celebramos as pequenas alegrias da vida e a família com o delicado emocionante 'Parentes' de Ilya Asksyonov. O filme traz inúmeras reflexões que nesse momento de isolamento, se fazem ainda mais presentes.

Muitos já se perguntaram sobre como seria sua vida se não tivesse deixado tantas coisas para trás e na maioria das vezes, nasce o questionamento 'eu deveria ter feito isso dessa forma, deveria ter passado mais tempo com a família e os amigos, deveria ter saboreado os pequenos momentos da vida enquanto podia e ter seguido meus sonhos'.

Parentes / Spcine Play

É incrível como esse novo cenário e realidade do mundo, colocaram tantas questões como essa em perspectiva e com um sopro de renovação, o filme traz a tona a perspectiva sobre agir ao invés de deixar os planos apenas no papel e essa mensagem é nítida logo no começo do longa, durante o discurso do protagonista que em um momento de seu monólogo, diz: 'Afinal, os sonhos são as sementes de nossas ações'. 

No longa, conhecemos um pai de família, preso à costumes e tradições e sua família, com filhos rebeldes e excêntricos. O pai, sempre pessimista, coloca suas expectativas nos membros mais jovens da família, mas com o tempo, todos percebem que o patriarca age dessa forma, após receber a notícia de que só tem mais um ano de vida, devido a um tumor. 

Seguindo a premissa do início, discute-se a relação de como o tempo faz com que todos percebam a importância de celebrar cada momento, principalmente quando não se sabe se haverá outro dia ou se novas oportunidades irão aparecer.

Família / Spcine Play

Festival Grushinskiy....Viagem em família, sonho do pai participar desse festival de música e cantar, mas é claro que nem tudo são flores quando uma família disfuncional viaja junto. Conflitos e brigas acontecem, principalmente no conflito entre gerações, mas apesar de tudo, como na vida real, todos voltam a se falar pois esse é o significado de família.

O momento do festival. quando o protagonista finalmente sobe ao palco com seu violão, é um dos momentos mais impactantes do filme. Ele não precisa ser o melhor cantor do mundo, mas naquele instante, ele é um astro de certa forma, que tenta viver seu sonho, mas percebe que não tem forças para seguir em frente. 

Num momento emocionante, o filme mostra que apesar das diferenças, a família é aquela que sempre estará lado a lado, unida, nos momentos mais altos e baixos e que muitas vezes, juntos, todos podem realizar o sonho que antes parecia pertencer a apenas um.

Família / Spcine Play

Você vai se apaixonar por Made of Love da HBO Max e aqui estão 5 motivos

 

Por Victoria Hope

Se você adora ficção científica com uma pegada de romance e comédia, precisa conhecer essa nova produção original. A primeira temporada de Made For Love já está disponível na HBO Max econta a história da personagem Hazel Green. Na trama, ela descobre que seu marido Byron Gogol, um empresário de uma grande empresa de tecnologia, implantou em seu cérebro um chip para ter acesso a todos os seus pensamentos e desejos – sem o consentimento dela. Por isso, ela resolve fugir.

A série de oito episódios mistura humor e ficção científica, e nós já estamos completamente fanáticos. Se você procura uma nova série para maratonar, nós listamos aqui cinco motivos - sem spoilers - para conferir Made For Love.

#1 É baseada no romance homônimo de Alissa Nutting

Made for Love é o terceiro livro de Alissa Nutting, a autora americana que também escreveu Tampa, um dos romances mais polêmicos de 2013, segundo o jornal britânico The Guardian. Made for Love não é diferente. Quando a HBO Max confirmou a produção havia a dúvida se o audiovisual seria capaz de transmitir o humor maníaco da narrativa escrita. Depois do lançamento, a resposta da crítica especializada foi única: sim. A escritora americana Alissa Nutting não só escreveu o livro, como co-adaptou o roteiro para a série ao lado da showrunner Christina Lee

#2 Tem a maravilhosa Cristin Milioti como protagonista.

A protagonista Hazel Green é interpretada por Cristin Milioti. Para quem não ligou o nome à pessoa, fica a dica: a atriz apareceu pela primeira vez na TV, interpretando a famosa mãe da série How I Met Your Mother. Além de participar de musicais premiados na Broadway, ela fez filmes como O Lobo de Wall Street.  Sua atuação versátil que passeia pela comédia e o drama é um dos destaques de Made for Love

#3 E o lindo do Billy Magnussen, no papel que você ama odiar.

Completando o par romântico, temos Billy Magnussen interpretando Byron Gogol, o marido de Hazel e um inventor bilionário que sofre de sérios problemas de controle enquanto tenta se reconectar com sua esposa. “Ele é a personificação da masculinidade tóxica”, nas próprias palavras do ator em entrevista à Vanity Fair. Um boy lixo que não sabe se relacionar. Quem nunca passou por um desses? Billy está irritantemente bem no papel do marido sem noção que não sabe mais viver fora do Hub, uma casa de realidade virtual criada por ele. Vale a pena conferir o trabalho dele.

#4 Tem uma boneca de plástico como personagem que nos faz pensar.

Você sabe quando a série é de fato ousada, quando se tem uma sex doll como coadjuvante, por exemplo. Em sua fuga, Hazel vai para a casa de seu pai, interpretado pelo ator Ray Romano, e o encontra vivendo uma relação estranhamente terna com Diane, uma “parceira sintética”, como ele mesmo se refere.

#5 Levanta uma discussão importante sobre a relação entre privacidade e tecnologia.

Por último, mas não menos importante: ainda que de forma extrema, Made for Love acaba trazendo a discussão sobre a relação entre privacidade e tecnologia. Nunca estivemos tão dependentes do universo digital como agora e, por sua vez, essa nova era da tecnologia nunca expôs tanto a nossa privacidade. A pergunta que se faz é: como estabelecer limites nessa relação? Uma pergunta relevante sobretudo no atual contexto pandêmico, onde grande parte da nossa vida é digital.

Já prepara a pipoca pra maratonar Made For Love <3 



Em um Bairro em Nova York, já está disponível na HBO Max

 

Por Victoria Hope

Já pode preparar sua voz, porque 'Em Um Bairro em Nova York', adaptação do musical premiado da Broadway, acaba de chegar ao catálogo da HBO Max. No longa,  Lin-Manuel Miranda, criador de Hamilton, e Jon M. Chu, diretor de Podres de Ricos, convidam o público para um evento cine
matográfico, onde as ruas são feitas de música e os pequenos sonhos se tornam grandes. 

O filme conta a história de um grupo de vizinhos latinos que vivem no bairro de Washington Heights, em Nova York, que estão cheios de sonhos e esperanças e vivem sua vida diária ao ritmo da salsa, merengue e um pouco de hip-hop.

Luzes em Washington Heights... O cheiro de um cafecito caliente paira no ar logo após a parada do metrô da Rua 181, onde um caleidoscópio de sonhos reúne esta comunidade vibrante e unida. Na intersecção de tudo isso está o simpático e magnético dono da bodega Usnavi (Anthony Ramos), que guarda cada centavo de seu lucro diário e imagina, acredita e canta sobre uma vida melhor. 

Em Um Bairro em Nova York / HBO Max

Esta emocionante história também narra a vida da bela Vanessa (Melissa Barrera), uma jovem que quer fugir do Bairro Latino para viver no centro da cidade; Nina (Leslie Grace), que acaba de voltar da prestigiosa Universidade de Stanford, da qual ela teve que se retirar porque sabe que seu pai não tem mais recursos para pagar; e Benny (Corey Hawkins), um jovem ambicioso e trabalhador que está apaixonado por Nina, mas que terá que enfrentar a rejeição de seus pais.

Em Um Bairro em Nova York, une a música cinética e a letra de Lin-Manuel Miranda ao olhar vivo e autêntico do diretor Jon M. Chu, para retratar uma forma de vida muito pessoal, porém universal, em uma comunidade unida e trabalhadora. O filme tem a trilha sonora assinada por Lin-Manuel Miranda, Alex Lacamoire e Bill Sherman; e é estrelado por Anthony Ramos, Melissa Barrera, Leslie Grace, Corey Hawkins, Olga Merediz, Jimmy Smits, Gregory Diaz IV, Daphne Rubin-Vega, Stephanie Beatriz, Dascha Polanco e Lin-Manuel Miranda.

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Vale lembrar que A HBO Max está com uma promoção épica de lançamento: quem assinar a plataforma até 31 de julho, diretamente em hbomax.com, terá 50% de desconto para sempre, enquanto mantiver sua assinatura válida.

Panini anuncia MAO e KonoSuba: Abençoado mundo maravilhoso!


Por Victoria Hope

Ótima notícias para os otakus. No mês de setembro, chegarão às bancas dois novos mangás da editora Panini: MAO, de Rumiko Takahashi, e KonoSuba: Abençoado mundo maravilhoso!, de Natsumi Akatsuki.

Com periodicidade mensal e formato 13,77 x 20cm, KonoSuba terá 168 páginas e custará R$29,90.

Na trama, acompanhamos Kazuma Sato, um jovem antissocial e viciado em jogos cujo fim chegou cedo, quando perdeu a vida em um acidente... ou será que não? Em vez disso, ele chama a atenção de uma bela garota, que diz ser uma deusa e oferece para ele a chance de reencarnar em outro mundo. 

Assim começa a magnânima aventura de Kazuma e seus esforços para derrotar o Rei Demônio... ou melhor, é assim que, juntamente com Aqua, a deusa que lhe conferiu nova vida, e Megumin, uma garotinha fanática por magias explosivas, sua vida de luta e subsistência começa.

A obra foi publicada originalmente no Japão em 2014 e ganhou uma versão em anime que está disponível na Crunchyroll.




[Coletiva] Ausentes, nova série original da HBO Max

 


Por Victoria Hope

Nessa quarta (15), a HBO Max promoveu uma coletiva com o elenco e produtores de 'Ausentes', a primeira série Max Original brasileira produzida pela WarnerMedia Latin America. Com estreia marcada para o dia 22 de julho exclusivamente na HBO Max, a produção investigativa de dez episódios, protagonizada por Maria Flor e Erom Cordeiro, acompanha a rotina de uma agência de investigação de pessoas desaparecidas - uma tragédia que pode atingir qualquer pessoa, de qualquer idade ou classe social, e que ocorre pelos motivos mais variados.

Na trama, após o desaparecimento de sua filha Sofia, o ex-delegado Raul Fagnani (Cordeiro), abre a agência Ausentes, que se torna famosa no submundo de São Paulo por receber todo tipo de clientes, sobretudo aqueles que não podem ou não querem recorrer à polícia. Ele ainda tem esperança de descobrir o que aconteceu com sua filha.

A chegada de Maria Julia (Maria Flor) à Ausentes, muda o dia a dia de trabalho. Ela fugiu de Buenos Aires, após seu pai sumir misteriosamente, e está disposta a reencontrá-lo. Enquanto buscam por seus familiares, a dupla de investigadores se embrenha na procura por pistas para solucionar os casos que chegam à agência.

Maria Flor durante a coletiva 

Confira o papo com a diretora e o elenco durante a coletiva: 

Erom Cordeiro, protagonista de ‘Os Ausentes’, comentou que teve um longo período de preparação antes de começar as gravações para mergulhar pir dentro do universo do personagem. “O Raul é um cara atormentado por uma tragédia pessoal e que no seu trabalho tenta também se curar”, disse. 

Quando perguntada sobre a representatividade feminina e o que representa para mulheres, estar nessa formato de trama policial, Maria Flor, que interpreta a protagonista Maria Julia, comentou sobre uma de suas séries favoritas do momento, Mare of Easttown, também da HBO e sobre como é importante, que na vida real, mulheres estejam inseridas em contextos da área investigativa também. 

"...Em Mare ( Of Easttown) a trama também é sobre uma menina que desapareceu tecnicamente e você também vai se envolvendo naquela busca dela. Quem foi que matou. (...) E eu acho que as mulheres tem essa potência. É maravilhoso a gente poder interpretar essas personagens que se colocam em risco e que não tem medo de enfrentar esse universo.", ela acrescentou.  

Cena de 'Ausentes' / HBO Max 

"Foi um desafio imenso e maravilhoso mergulhar nesse universo que retrata São Paulo e seus submundos tão distintos (…) Cada episódio explora um espaço diferente seus com personagens, um procedural que envolveu muita pesquisa e um número gigantesco de atores talentosos. O importante pra mim é sempre a mensagem que estamos passando para colaborar com a sociedade que aspiramos construir”, afirmou a diretora, Caroline Fioratti. 

No Brasil, principalmente em São Paulo, os casos de desaparecimento são ainda mais assustadores e infelizmente, constantes. Thiago Luciano, um dos roteiristas da série, comentou sobre o número de casos que acontecem especificamente na capital e como essa dinâmica mudou a forma em que abordam as investigações em 'Ausentes'.

"A gente se assustou com tudo. Assim, pensar que só em São Paulo, duas pessoas desaparecem a cada hora. É uma coisa que não entra na cabeça, é difícil de entender. Acabei conversando com uma delegada muito interessante do DHPP e ela me contou histórias lindas e emocionantes e muito tristes. Acho que a nossa maior dificuldade de falar de um tema desse, foi realmente transformar isso". comentou.

Raul e Maria, protagonistas da série / HBO Max

Flavia Garrafa, que também está no elenco da série, comentou que existe um compartilhamento da dor entre as personagens femininas, mas também um símbolo de potência. "Edith, é a dona do lugar onde eles estão hospedados. Ela que hospeda o Raul, então (ela) tem um lugar de mulher sozinha, independente, todos os clichês, né, tipo 'mal amada', mas na verdade, é uma mulher muito forte. Ela não sai na rua, ela não pega arma, não fiz nenhuma externa (inclusive). (...) Então eu acho que é um passo importante para as mulheres, ter personagens fortes (na trama), finalizou a atriz.

Falando em diversidade na produção, Augusto Madeira (Bingo, A Voz do Silêncio), que interpreta um dos detetives da agência, comentou que veremos representatividade em tela e sua importância para a trama. “Essa diversidade será vista em tela, e a produção está de parabéns por colocar tantas diferenças que enriquecem a história”. Passando pelos episódios, o espectador ainda poderá ver rostos conhecidos como os dos atores Jacqueline Sato, César Troncoso, Indira Nascimento, Nuno Leal Maia, Negra Li, Flávia Garrafa, entre outros.

Segundo o elenco, um dos principais ingredientes da série, é passar por dentro do submundo de São Paulo, dar um abraço e uma mão para os menos favorecidos, afinal, a agência do protagonista Raul, não procura saber o que a pessoa que busca por ajuda faz, a agência só quer fazer o trabalho e colocar o pai ou a criança, ou mãe para a família e devolver aos seus braços, quem desapareceu e não foi encontrado.

Assista o trailer oficial:

Quando subtexto e migalhas de representatividade dominam o entretenimento

 

Por Victoria Hope

Entra ano, passa ano e diversos fandoms continuam sobrevivendo de migalhas de representatividade, mas nunca a representatividade em questões raciais,  LBGBTQIA+ ou PCD na mídia. 

Quando dizemos a máxima de que o entretenimento emula a vida real, isso é fato, mas quando falamos sobre filmes, séries, livros e mídias mistas, a nuance -NÃO - deveria existir. "Ah, personagem 'x' disse que é bi, então tudo bem, ele não precisa aparecer flertando com homens e mulheres, nem precisa estar em um relacionamento com um homem ou mulher para ser canonicamente bi". 

E isso é fato na vida real, mas na ficção, é aí que que argumentos caem por terra. Por mais que o entretenimento tente transferir a vida real pras telas com maior fidelidade possível, ainda estamos falando de FICÇÃO, ou seja, ela precisa deixar NÍTIDA a mensagem, pois nem sempre a subjetividade é entendida pelo público médio.



Atuo na área de comunicação de massa, pesquisa e cool hunting faz uns anos, então posso dizer que minha área de especialização é o estudo do comportamento do consumidor de entretenimento, por isso, sempre interajo com o público online. 

Nesse sentido, posso fazer a famosa 'carteirada', como costumam dizer online, pois, quando falamos em mídia, não há espaço pra subjetividade; não quando a sociedade do mundo real ainda tem dificuldades de entender esses conceitos mais básicos. 

Se a nossa sociedade ainda tem dificuldade de aceitar bissexualidade como algo 'real' ainda hoje, tanto na comunidade hetero-cisnormativa, quanto dentro da própria comunidade LGBTQIA+, como é que espera-se que os consumidores médios entendam a importância dessa representatividade?




Falemos em Loki. A série, desde seu anúncio, contou com relatos de diretores e produtores se auto congratulando pela representatividade bissexual na série, mas quando observei vídeos de reações sobre a produção no youtube, notei que o público médio sequer notou a cena e que a frase do protagonista 'Um Pouco dos dois', ao mencionar suas preferencias em namoro, poderiam ser facilmente editadas para entrar em países onde a censura de identidades LGBTQIA+ ainda segue firme.

E quando falamos em representatividade racial então? Qual mensagem a mídia está mandando para as crianças, principalmente, quando em um filme ou série, o personagem negro as vezes é o único sozinho daquele núcleo, ou quando representa apenas criminosos? Que código você está sendo passado para crianças? E quando o cinema e a TV utilizam atores árabes para representar apenas vilões? E quando utiliza personagens asiáticos como exóticos, passivos ou brinquedos sexuais?

Isso não é representatividade. Isso é representatividade performática, que é basicamente, adicionar representatividade mínima, ou errada o suficiente para não ofender as sensibilidades do público consumidor mais conservador. 



Outro exemplo que enfurece fãs de quadrinhos, é a representação do personagem Clint Barton no universo cinematográfico da Marvel. Nos quadrinhos, Hawkeye é surdo e partir de Life As a Weapon, aprendemos que ele passou a perder a audição na infância após abusos físicos que sofreu do pai. 

Nos quadrinhos a partir dessa fase de Matt Fraction, Clint passa a utilizar língua de sinais, aparelho auditivo e aprende a fazer leitura labial. A surdez de herói é extremamente importante para o personagem, pois ele é o arqueiro mais habilidoso do universo 616, ou seja, ele consegue sentir a presença de inimigos a quilômetros de distância, porque ele treinou a vida toda pra aprender a aguçar seus outros sentidos e ser um bom agente. 

Na época de lançamento dos primeiros Vingadores, Jeremy Renner, que interpreta o herói filmes, não quis interpretar o personagem usando aparelho auditivo, mas sabem qual importância disso pro Hawkeye dos quadrinhos? 

Muitas crianças surdas passaram a se identificar e tem relatos da época, de mães, relataram em entrevistas que os filhos tinham vergonha de usar o aparelho auditivo antes, até verem o herói favorito deles usando nos quadrinhos. Você tem noção do peso disso? Representatividade real, é disso que estamos falando. 

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Estamos em 2021 e ninguém é pombo para se alimentar de migalha em migalha. Não aceitemos pouco, afinal, o mundo é diverso e se a mídia se propõe a ser o espelho da realidade, que ela seja um espelho por inteiro.