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SPFW | Confira o line up da edição N52



Por Victoria Hope

Temporada destaca a potência criativa da moda brasileira 

O mês de novembro chegou com muitas novidades, incluindo a divulgação do line up do Festival SPFW+Regeneração desse ano, que confirma a vitalidade da moda como carro chefe da indústria criativa, destacando as principais labels nacionais. 

Uma temporada potente, que mostra a resiliência e a força da moda brasileira, experimentando novos caminhos, trazendo inovações. São 50 marcas que se apresentam no SPFWN52 e que reforçam esta expansão de fronteiras, movendo as economias criativa, afetiva e circular com uma visão plural, colaborativa e inclusiva, aperfeiçoando conquistas com transformação sustentável.

"Em poucos dias, a moda brasileira estará novamente com toda sua potência, resiliência e com a certeza de novos aprendizados, que nos servirão de guia para os próximos anos. Como já disse anteriormente, não se trata de roupas, se trata de pessoas. O SPFW é um ato coletivo" - diz Paulo Borges, fundador e diretor criativo do SPFW.

Edição virtual da SPFW que aconteceu no começo do ano / Divulgação

Esta força intensa terá início no dia 16 de novembro, com o desfile presencial de Pedro Andrade na Pinacoteca de São Paulo, com encerramento especial no dia 21, com o desfile da estilista Lenny Niemeyer celebrando os 30 anos de sua marca, na Cúpula do Caminho Niemeyer, em Niterói. O retorno a uma temporada presencial acontece num lugar significativo para o SPFW, o Parque do Ibirapuera, de 17 a 20 de novembro, no Pavilhão das Culturas Brasileiras.

No dia 17, o Pavilhão abre com a apresentação/intervenção do Projeto Cria Costura, parceria do SPFW e do Inmod com a Prefeitura de São Paulo despertando e acelerando talentos em design de moda entre paulistanos da periferia, sendo mais de 90 por cento mulheres. Os participantes mostrarão suas criações, fechando um ciclo de aprendizado e capacitação.

Depois de dois anos, o SPFW - apresentado pelo Santander, Banco da Moda- retorna aos desfiles presenciais, seguindo todos os protocolos oficiais. Após duas edições 100% digitais, esta será híbrida. Todo o conteúdo da temporada de desfiles e fashions filmes será transmitido em tempo real pelas redes do SPFW.

Line up completo 

DIA 16

15h00

Pedro Andrade

DIA 17

15h30

Projeto Cria Costura

16h30

Ronaldo Fraga

17h00

À la Garçonne

17h30

Torinno

18h30

Anacê

19h00

Mnisis

20h30

Aluf

21h00

Modem

21h30

Lilly Sarti

DIA 18

15h00

Sankofa: Ateliê Mão de Mãe

15h00

Sankofa: Meninos Rei

16h00

Ronaldo Silvestre

16h30

João Pimenta

17h15

Rocio Canvas

18h00

Weider Silveiro

18h45

Von Trapp

19h15

Bold Strap

19h45

Walerio Araujo

20h30

ÁLG

21h00

Ellus

21h30

Another Place

DIA 19

10h00

Ponto Firme

12h00

Fernanda Yamamoto

15h00

Sankofa - Santa Resistência

15h00

Sankofa - Naya Violeta

16h00

Ão

16h30

LED

17h00

Misci

18h00

Gloria Coelho

18h30

Neriage

19h15

Martins

19h45

Igor Dadona

20h15

Handred

21h00

Irrita

21h30

Lino Villaventura

DIA 20

11h00

Esfér

12h00

Baska

15h00

Sankofa: Az Marias

15h00

Sankofa: Mile Lab

15h00

Sankofa: Silvério

16h00

Corcel

16h30

Fauve

17h00

Angela Brito

18h00

Lucas Leão

18h30

Depedro

19h30

Apartamento 03

20h15

Bispo dos Anjos

21h00

Renata Buzzo

21h30

Isaac Silva

DIA 21

16h00

Lenny Niemeyer

SPFW N51 | Confira os destaques da 1ª edição 100% virtual do evento

 

Por Victoria Hope

E vamos para mais um evento virtual. Entre os dias 23 a 27 de junho aconteceu, de forma 100% digital, a 51ª edição da São Paulo Fashion Week, que completou 25 anos. Foram 43 marcas nacionais a se apresentar esse ano, com 10 estreias, entre elas as marcas: Carol Bassi, Meninos Rei e Neith Neyr, marca por Francisco Terra, estilista brasileiro radicado na França, que teve seu desfile transmitido de forma simultânea no Brasil e em Paris.

Essa edição contou também com o Festival SPFW+ Regeneração que tem como objetivo impulsionar a partir de mentorias até 50 projetos/núcleos criativos em todo país, sendo 20% do bioma amazônico e 10% da capital paulista, que ao fim poderão ser selecionados para uma participação no SPFW N52.

O mais incrível é que esse ano, foi que dessa vez todos receberam a oportunidade de acompanhar o evento ao vivo no site oficial da SPFW, que transmitiu pela primeira vez, desfiles ao vivo no próprio portal. Esse evento também foi projetado na parede lateral da rua Caio Prado e Consolação, no centro de São Paulo.

CONFIRA OS HIGHLIGHTS

Ateliê Mão de Mãe

Sankofa: Mão de Mãe / Divulgação (Rodrigo Bueno @buenorodrigo)

Recém chegada no SPFW N51, o Ateliê Mão de Mãe representa a diversidade, a cultura baiana e um trabalho incrível com peças feitas de crochê que evocam o imaginário familiar. A beleza da coleção foi feita pela maquiadora Vale Saig, que apostou em algo mais fresh e natural, com preferência pelos tons terrosos na paleta de cores.

Ronaldo Fraga

Ronaldo Fraga / Divulgação 

Política, forte e destemida, essas são as palavras que definem a coleção de Ronaldo Fraga, desfilada pela belíssima musa indígena Suyane Moreira, que atualmente é a inspiração para a Mulher Maravilha da DC. Com tom poético, Ronaldo celebrou o nordeste e as pessoas que fazem o Brasil girar, trazendo muitas cores, laços de fita, chapéus do cangaço e tudo que remete as raízes nordestinas. 

Sankofa: Meninos Rei

Meninos Rei / Divulgação (Bruno Gomes @brunogomesph)

O resgate da auto estima do povo preto, a celebração de religiões de matriz africana e estampas que remetem à África foram os temas principais do desfile emocionante da Meninos Rei. Com abertura dedicada ao orixá que abre caminhos, Exu, a marca trouxe estampas coloridas recheadas estampas africanas originárias da Guiné-Bissau e alfaiataria com modelagens fluídas que fogem do convencional.

Neith Nyer 

Neith Nyer / Divulgação 

Diretamente de Paris, com transmissão ao vivo, a marca Neith Nyer do brasileiro Francisco Terra, teve seu desfile de estreia na SPFW, trazendo a proposta de upcycling unida a tecidos wet looking como vinil, trazendo referências cringe à pérolas da indústria nacional, desde a novela Vamp aos filmes da Xuxa, tudo com uma pegada mais sexy que é DNA da marca.  

Triya

Triya / Divulgação 

Com uma homenagem ao ícone da arte,  Frida Khalo, a coleção da Triya, apresentou  uma moda praia com cores vibrantes, sobrancelhas volumosas e pele bem natural. As tranças, com fita tibetana evocavam a imagem da artista plástica e são uma das grandes apostas que prometem retornar para o verão de 2022. 

Modem

Modem / Divulgação

O color blocking retorna com força total na coleção da Modem para essa temporada. Enquanto a cor domina os looks, as saias estão mais curtas e a alfaiataria ganha formas mais fluídas e não convencionais, que ajudam a quebrar a rigidez da moda mais clássica e trazem um ar mais fresh. 

Renata Buzzo

Renata Buzzo /Divulgação (Haryan Buzzo)

A coleção de Renata Buzzo teve inspiração em um poema autoral, chamado "Júpiter e Saturno", escrito no dia da conjunção astronômica desses dois planetas, em dezembro de 2020.

O fenômeno raro só acontecerá novamente em 2080 pois as órbitas dos astros acontecem em tempos distintos. Assim, como eles, os dois personagens do poema vivem se desencontrando. Os tons terrosos e quentes unidos a peças fluídas formam uma coleção sóbria, que lembra muito um abraço. 

Samuel Cirnansck

Samuel Cirnansck / Divulgação (4GP)

Com muita elegância, Samuel Cirnansck, especializado em moda festa, apresentou um fashion film como se nos convidasse ao backstage de um editorial de moda, trazendo peças com modelagem desconstruída, tecidos repletos de fluidez, silhuetas enxutas e transparências unidas ao brilho. 

Camp Fashion: Conheça um dos estilos mais extravagantes e irreverentes da moda


Por Victoria Hope

Nessa semana, a moda camp voltou com força total durante o MET Gala, evento considerado o "Oscar da Moda" que acontece anualmente no museu MET de Arte em Nova York, onde celebridades de Hollywood são convidadas para uma noite com muita música, desfiles e exposições de arte.

Esse ano, diversas convidados apostaram em looks divertidos, chocantes e irreverentes, mas muitos fãs que não possuem tanta vivência do meio da moda se sentiram confusos com o tema Camp: Notes of Fashion, então pensando nisso, criamos um guia completo sobre tudo o que você precisa saber sobre esse estilo!

CAMP pode significar muitas coisas em diversas línguas, mas quando falamos em moda, o termo surgiu em duas vertentes: Na França, CAMP significa posar de uma forma exagerada, enquanto na Inglaterra, o termo é uma gíria usada para descrever homens gays que são afeminados e usam visuais espalhafatosos.

A moda Camp surgiu dentro do meio LGBT marginalizado da época, entre os anos 80 aos 90, onde muitos jovens negros, incluindo gays, lésbicas, trans e drag queens apostavam em uma moda de vanguarda espalhafatosa, cheia de atitude e extravagância. 

Divine, a drag queen que inspirou a bruxa 'Ursula' de Pequena Sereia, era um claro exemplo de Camp / Divulgação

Dentro desse estilo, prezava-se a artificialidade ao natural, a comédia acima da sobriedade e tudo deveria ser bem "over the top"(exagerado). A cultura Drag é o epitome de uma performance
camp, por exemplo, porque Drag é a arte do exagero e performances artísticas.

O Camp é bem poderoso, pois dentro dele, a extravagância e aspecto teatral são obrigatórios e devem sempre estar acima do subjetivo; afinal, de subjetivo, Camp não tem NADA.

Ele também tem o poder de desafiar e destruir convenções impostas pela sociedade sobre o que
é aceitável ou não para cada gênero. Por empoderar a massa LGBT naquela época, ele serviu como uma válvula de escape que renegava todos os padrões adotados pela sociedade.

Falando de forma mais geral, Camp Fashion é a desconstrução de conceitos pré estabelecidos, como papéis de gênero impostos pela sociedade, por exemplo, então o que vale aqui é brincar com o genderbend, passando pelo feminino, masculino e não-binário, brincando com silhuetas, cores e acessórios.


Não poderíamos deixar de falar dos ícones do Ballroom Scene negro, onde aconteciam as performances e batalhas de Voguing nas periferias da cidade. Uma das mais antigas tradições do público LGBT negro, a cena surgiu nos anos 70, trazendo extravagância, muita música e cultura queer às ruas de Paris e simultaneamente, Nova Iorque.

Para quem se interessar mais em buscar pelas origens do ballroom e das batalhas de voguing, recomendamos o documentário Paris Is burning (Disponível na Netflix), que conta a história de como aconteciam essas festas e a importância dela para que o público LGBT ganhasse espaço no mercado e uma forma de se expressar.

Dentro do ballroom, havia todo o tipo de público LGBT, mas um dos principais destaques eram as mulheres trans, conhecidas como as rainhas do voguing, que dentro da cena, eram rainhas absolutas e promoviam noites onde o visual extravagante, opulente e exagerado bem ao estilo realeza da moda eram o dresscode principal.

A série POSE do FX, dirigida por Ryan Murphy (Glee / AHS) também está disponível na Netflix e foi inspirada pelo documentário, explorando a fundo a cultura do ballroom scene.


No cinema, a moda camp também tomou conta em filmes negros como o clássico dos anos 90 "Ricas e Poderosas (BAPS), que trouxe a queridinha Halle Berry para as telas do cinema pela primeira vez.

BAPS celebra a cultura negra da extravagância e opulência, onde duas personagens nada em comum que trabalham como garçonetes viajam juntas até Los Angeles para melhorar de vida, quando encontram um milionário da cidade que transforma completamente suas vidas.

Agora riquíssimas, elas realizamo sonho de se vestir de forma espalhafatosa, opulente e exagerada, um sonho comum entre jovens negras norte americanas periféricas.

O filme é hilário e mostra como a cultura negra norte americana influencia até hoje o mundo da moda, design e cinema, principalmente porque apesar de no filme as BAPS serem vistas como chacota na cidade, aos poucos lançam tendências que em breve seriam copiadas por todas as mulheres da alta sociedade e na vida real, o filme também serviu de inspiração para criação de marcas de vanguarda como Moschino entre outras.


Um dos maiores ícones da moda Camp que conhecemos é o cantor britânico Elton John, ícone do rock nos anos 70, que até hoje é conhecido por sua irreverência e looks espalhafatosos.

Aliás, é maravilhoso ver que sua história será contada esse ano no cinema, em "Rocketman" (estreia dia 30 de maio), principalmente por conta da indústria estar em seu melhor momento para biopics, sem contar também que Elton ainda está vivo até hoje para poder acompanhar a produção do filme inspirado em sua vida.

Elton foi um grande amigo de Freddie Mercury e tanto ele quanto os outros membros do Queen, além de personalidades LGBT da época participavam de famosas festas onde CAMP era a regra, então é interessante ver como essa moda fez parte não apenas do universo fashion, como também inspirou o universo da música.


Falando em música, uma das grandes sucessoras de vanguarda camp na música foi sem dúvidas a cantora Bjork. Com seus looks espalhafatosos e chocantes, além de estilo sonoro experimental, a islandesa sempre foi uma mulher a frente de seu tempo, chegando até mesmo a ganhar um Oscar por sua performance em "Dançando no Escuro".

O mais curioso é que Bjork não chocava apenas artisticamente, mas sua vida também foi palco de inúmeras polêmicas, sendo estas, segundo a artista, uma de suas maiores munições para criar arte e música.


O terceiro lugar de ícones modernos do camp fashion na música pode ser dividido entre Lady Gaga e Katy Perry. As duas artistas são verdadeiras performers quando se fala em looks, porém, entre as duas da nova geração, Gaga é ainda mais focada no aspecto de glamour chocante e hilário de vanguarda, acompanhado não apenas de looks, mas também em performances cômicas, extravagantes e ultra elaboradas.

Katy por outro lado começou a apostar mais no estilo de vanguarda em seus clipes a partir da fase "Bon Appetit' e a partir daí não parou, seguindo o estilo de vanguarda até mesmo no seu dia a dia, além do cenário de shows e eventos públicos.


Para fechar com chave de ouro,  no mundo da moda, várias marcas apostam até hoje no camp fashion, principalmente para as semanas de moda mais badaladas do mundo. Algumas das principais marcas que seguem o estilo avant gardesão: Moschino (após Jeremy Scott ter assumido a marca),  Commes Des Garçons de Rei Kawakubo, Viktor e Rolf, Thierry Mugler, Elsa Schiaparelli, Jean-Paul Gaultier e Thom Browne.

Se lembra aqueles looks super elaborados de passarela que parecem ter saído diretamente do Capitol de Jogos Vorazes? Esses sim são chamados de camp fashion e hoje tomam forma até mesmo de protesto nas mãos de estilistas como o brasileiro Ronaldo Fraga ou a grife Amapô.

SPFW N43 - Highlights da temporada



O universo da moda voltou seu olhar para São Paulo entre os dias 13 e 17 de Março, durante a SPFW N43, onde foram apresentadas diversas coleções para o Inverno 2017. Dessa vez as labels apostaram no feminismo, amor próprio, gender fluidity e na volta dos 70's!

Vale lembrar que a mudança do calendário de moda brasileiro aumentou os ânimos, principalmente pela estratégia do 'See Now, Buy Now', proposta pelo evento e que pretende levar as tendências da SPFW diretamente para as lojas, logo após os desfiles.

Segundo Paulo Borges, idealizador do evento, para que essa nova estratégia funcionar , os estilistas precisarão repensar suas coleções para um formato menos conceitual e mais comercial.

Essa edição também foi marcada por novos 5 estilistas do Projeto Estufa, uma iniciativa para alunos de moda de diversas unidades brasileiras, a fim de lançar novos nomes ao mercado. Dependendo da recepção de cada um desses novos designers, 1 deles entrará para o lineup  TOP 5 oficial da próxima temporada, com  direito a desfile individual na Semana de Moda.




É claro que não poderíamos deixar de falar dos fashionistas que passeavam livremente pelos corredores e representavam um show a parte. Não havia nenhum look sequer parecido nessa temporada pois os visitantes apostaram em suas próprias identidades e estilos pessoais através de cores, estampas e modelagens.


Um dos destaques da vez foi a aposta em IT acessórios e detalhes que trouxeram ainda mais vida aos visuais, além da escolha de uma cartela mais monocromática e clara dessa vez. Por todos os corredores também foi possível encontrar a combinação B & W, o par perfeito para o Inverno.



Explosões de cores e um mix de estampas também não faltaram, em uma forma mais light do famoso kitch. Novamente, a representatividade veio através de tranças, cabelos black, raspados e até mesmo brincos com símbolo do feminismo.



Outra grande aposta dos fashionistas para essa temporada foi o uso de transparências, não muito usadas em períodos mais frios, porém que também dominaram às passarelas europeias da temporada anterior.


~ Desfiles ~

    Adriano Martin para Projeto Estufa 







Com looks etéreos e uma cartela de cores com tons mais neutros, que variavam do preto ao rosa bebê, a coleção de estreia de Adriano lembrava um verdadeiro conto de fadas moderno. Modelagens acinturadas e tecidos mais pesados como veludo e seda não faltaram.

Green Co para Projeto Estufa 







A pegada da vez foi o mood mais fresquinho e confortável na estreia da label Green Co, que foi marcada por uma silhueta mais leve, tecidos fluidos e estampas tropicais. Essa coleção é perfeita para quem aposta num estilo mais sport e minimalista no dia a dia. Além disso, folhagens maiores na estamparia são outra grande tendência para essa temporada de inverno.


Jardin para Projeto Estufa 




Essa coleção marca o retorno do orientalismo e da pegada mais zen para as coleções. Homenageando comunidades asiáticas, modelos surgiram com o tradicional chapéu trançado de bambu e trajando quimonos estilizados ao melhor estilo futurista, com silhuetas assimétricas e recortes diferenciados.

PH PRAIA para Projeto Estufa 




Moda praia para o Inverno? Isso mesmo! A coleção PH Praia trouxe maiôs e shorts com recortes mais gráficos, croppeds  e apostou na modelagem hot pants para os biquínis avulsos, além do mix de estampas bem característico da moda praieira.

Amapô














Jeans, jeans e mais jeans! A coleção da Amapô marcou seu retorno ao calendário da SPFW e voltou às suas origens com peças lúdicas e mais conceituais. O picadeiro de circo foi montado ao longo do desfile  e os modelos se divertiram, performando como pierrots na passarela. Como mencionamos no início, o jeans teve presença forte na passarela da Amapô, além dos famosos dots, muito usados nos anos 70 durante a era do suprematismo na arte, onde esferas eram usadas como símbolo de rebeldia ao governo.

O humor irreverente conhecido da marca foi apresentado através de mockups de palhaços nas roupas, cabeças de animais e rostos com laços até 3 vezes maiores do que as cabeças da modelo. A regra clara aqui apresentada foi justamente a falta dela.