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Yoshi está na área! Universal Pictures lança novo trailer de Super Mario Galaxy, O Filme!

 

Por Victoria Hope

A Universal Pictures acaba de lançar o segundo trailer e um novo cartaz de “Super Mario Galaxy: O Filme” (The Super Mario Galaxy Movie), sequência do aclamado sucesso mundial “Super Mario Bros: O Filme”, que levou mais de 6.6 milhões de brasileiros aos cinemas em 2023. A nova animação, uma produção da Illumination e Nintendo, estreia no Brasil, na quarta-feira, 1º de abril. Dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic, o filme promete levar fãs de todas as idades a uma jornada épica e inesquecível na galáxia. 

O novo trailer apresenta pela primeira vez o icônico personagem Yoshi, que terá um papel central nesta grandiosa aventura intergaláctica. Além disso, o vídeo entrega cenas inéditas de ação, comédia e emoção que destacam o retorno de personagens já amados e introduzem novos desafios nesta jornada épica. 

Com roteiro assinado por Matthew Fogel e trilha sonora composta por Brian Tyler, “Super Mario Galaxy: O Filme” mantém a equipe criativa do primeiro filme para trazer uma narrativa ainda mais emocionante. No elenco de vozes, retornam Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Jack Black como Bowser, Keegan-Michael Key como Toad e Kevin Michael Richardson como Kamek. 

“Super Mario Galaxy: O Filme” leva o público a uma missão de tirar o fôlego. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario e seus amigos enfrentam uma nova ameaça cósmica que coloca toda a galáxia em perigo. O filme promete momentos divertidos, cenas repletas de ação e, claro, a estreia triunfante de Yoshi em sua jornada cinematográfica. 

A animação é produzida por Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, firmando mais uma vez a colaboração de sucesso entre os dois estúdios. A estreia está marcada para 1º de abril, exclusivamente nos cinemas.  Veja o trailer abaixo:





Super Mario Galaxy / Foto: Universal Pictures

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[Entrevista] Lovisa Sirén, Diretora do curta premiado Without Kelly, fala sobre o maternidade na juventude, encontros e desencontros

 


Por Victoria Hope

"Without Kelly", um curta-metragem sueco de autoria e direção de Lovisa Sirén, traz uma bela e delicada representação da maternidade jovem, temaque não importa o ano ou a era, ressona com diversas jovens mães ao redor do mundo. 

O curta, que teve sua estreia no Festival de Veneza e esse ano integra a programação do Festival Sundance, narra a história de Esther (Medea Strid), uma mãe jovem que enfrenta a difícil experiência de se separar de sua filha bebê, Kelly (Teodora Sundström Latev), pela primeira vez, ao confiar a criança ao pai da menina, Anton (Truls Carlberg).

Não apenas o longa teve sua estreia em um dos maiores festivais de cinema, como também conquistou o Prêmio Orizzonti de "Melhor Curta-Metragem" no Festival de Veneza e foi nomeado para o Prêmio Guldbagge, a versão sueca do Oscar.  Durante o Sundance, nossa equipe teve a chance de conversar com a brilhante Lovisa Síren sobre maternidade, solidão e todos os temas que permeiam o universo de "Without Kelly" e você pode conferir essa conversa na íntegra abaixo:


Without Kelly/ Foto: Sundance Film Festival

Amélie Magazine: Parabéns pelo sucesso em Veneza! Como é fazer parte da seleção oficial do Sundance 2026? 

Lovisa: É incrível! Estive no Sundance em 2016 para o lançamento de outro curta e foi uma experiência muito especial naquela vila cheia de neve. A atmosfera estava incrível e todos estavam tão felizes! 

Amélie Magazine: E o Festival de Veneza, como foi? 

Lovisa: Foi incrível também! Aquela foi minha primeira vez na Itália e Veneza é um lugar tão lindo.

Amélie Magazine: Without Kelly nos confronta sobre o sentimento de solidão que as vezes jovens pais podem sentir

Lovisa: Não sei quanto do filme mostra o lado da solidão, mas eu acredito que sim ele mostra sim boa parte desse sentimento e isso é algo que você passa quando tem um bebê e ainda é muito jovem. Eu passei por isso pessoalmente, então eu entendo bem esse sentimento, porque você se sente solitário quando tem uma criança e não está perto dela. 

Especialmente, é importante lembrar que você pode se sentir solitário com ou sem a criança. Até mesmo quando está com o bebê ainda em seu ventre, mas não em seus braços, traz um sentimento de espera que pode causar certa angústia e isso também parte da solidão.

Esther sente muita falta da filha e quando ela não está com a bebê, ela sente como se tivessem dividido o corpo dela em dois. Ela não quer estar longe da filha, então para ela, essa separação é muito difícil de lidar. É como se algo nela estivesse faltando, sabe?

Amélie Magazine: O curta também toca no assunto da identidade da mãe sem a criança, no sentidodo de quem é a jovem Esther sem sua filha. Ela sabe quem é ou está em busca de uma resposta? 

Lovisa: Exatamente, eu acredito que ela não sabe quem ela é ou quem ela ainda vai ser. Ela só sabe que é mãe dessa criança e eu acredito que ela vive muito o momento. No filme, ela é confrontada por essa questão existencial de quem é ela para além da maternidade. Porque enquanto ela tem a filha nos braços, ela sabe que é mãe, mas e a outra parte da identidade dela? 

O que vai além? Para onde ela vai ao rolar dos créditos? De alguma forma, essa é uma história Coming Of Age, ou seja, de amadurecimento da personagem.

Without Kelly / Foto: Sundance Film Festival

Amélie Magazine: Por um acaso a peruca rosa de Esther tem a ver com o longa "Lost in Translation" ou é apenas uma peruca rosa mesmo?

Lovisa: É engraçado você mencionar, porque é só uma peruca rosa mesmo *risos*

Amélie Magazine: Como diretora, conseguiria pontuar três diretores que te inspiram?

Lovisa: Eu acredito que mudo muito rápido de opinião *risos*, mas acredito que posso falar de diretores que me inspiraram no começo da carreira até os que me inspiram hoje. Quem me inspirou logo no comecinho foi Cassavetes (John) e logo em seguida, os Irmãos Safdie (John e Benny Safdie) e recentemente, assisti um filme chamado La Chimera de Alice Rohrwacher.

Amélie Magazine: Agora vamos voltar no tempo. Se você pudesse deixar uma mensagem para a jovem Lovisa, qual seria?

Lovisa: Que pergunta interessante! Eu diria, acredite em você mesma, tenha coragem e faça o que deve fazer, porque demorei muitos anos para entender que além de escrever, eu poderia ser uma diretora, sabe? Antes eu não acreditava em mim mesma, mas eu sabia que eu queria trabalhar com cinema, apesar de não ter antes a ambição de ser diretora e dirigir meus próprios filmes. Isso mudou, então eu diria: Apenas faça! *risos*

Amélie Magazine: Quais foram os maiores desafios durante as filmagens de "Without Kelly"?

Lovisa: O bebê *risos*. Levamos muito tempo para filmar, porque nós precisávamos esperar até ela ter seu momento. Porque às vezes ela estava dormindo ou às vezes não queria filmar. A mãe e a bebê dormiram no apaertamento onde filmamos, que aliás, curiosamente é meu apartamento. Então nós organizávamos todo o equipamento logo cedo pela manhã e ela acordava bem quando estávamos começando.

Nossa equipe começava a filmar desde cedo, às 6h da manhã, tentando não fazer nenhum barulho e mesmo assim, quando ligávamos o equipamento, ela acordava e ficava observando *risos* E aí tínhamos que começar novamente. Foi bem desafiador.

Amélie Magazine: E para seus próximos projetos. Existe algum tema que você gostaria de explorar?

Lovisa: Eu realmente não sei, porque estava tão feliz com esse curta! Foi minha primeira colaboração com a minha diretora de fotografia Christine Leuhusen e foi incrível trabalhar com ela, ebntão eu adoraria colaborar mais uma vez com ela se possível.

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Sundance 2026 | Without Kelly | Short Film

 

Por Victoria Hope

E começa mais um ano do Festival Sundance, com diversos curtas completamente únicos, incluindo "Without Kelly", dirigido e escrito por Lovisa Sirén, Na trama, obrigada a deixar sua filha recém-nascida com o pai da criança, a jovem mãe Esther se vê tomada pelo desespero e pela saudade. Durante a noite, ela busca contato físico e conforto, procurando maneiras de se agarrar a quem mais ama.

O curta começa com Esther, uma mãe de olhar distante, parecendo um tanto quanto perdida por estar sozinha, até o momento em que ela se desespera e começa a buscar por sua filha, Kelly. Logo o público já entende que se trata de uma mãe jovem, talvez até jovem demais. 

Logo somos introduzidos ao pai da criança, Anton, que parece ser tão jovem quanto Esther e logo percebemos que a mãe tem grande dificuldade em estar longe da filha. Nitidamente esse é um casal que não está mais em um relacionamento amoroso, porém ainda compartilham a guarda da criança, mas essa divisão realmente parece ainda mais pesada na concepção da mãe.

A todo custo, Esther tenta ganhar atenção do ex-namorado, mas claramente ele ainda a vê como alguém que não tem maturidade ou responsabilidade suficiente. Enquanto público, não sabemos porque a relação terminou ou se é que houve antes um relacionamento anterior até a concepção da filha, mas nitidamente, algo marcou aqueles pais para sempre. 

Enquanto a protagonista sai por aí sem rumo, buscando por amores em estranhos, ela para para refletir o que é sua vida sem Kelly, ou na verdade, sobre o peso que é ser uma mãe agora, enquanto todo o universo dela gira em torno da filha.

O curta é carregado por performances simples, mas completamente cativantes de Medea Strid e Truls Carlberg, com a temática da solidão e da necessidade de conexão que personagens como Esther sentem após a maternidade enquanto ainda são tão jovens, tão voláteis e ainda assim, tão complexos. 

NOTA: 8/10

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[Review] Extermínio, Templo de Ossos

 

Por Victoria Hope

Expandindo o mundo criado por Danny Boyle e Alex Garland em “28 Anos Depois”, mas numa perspetiva totalmente oposta, Nia DaCosta (Candyman) realiza “28 Anos Depois: O Templo dos Ossos”. Numa continuação da história épica, Dr. Kelson (Ralph Fiennes) vê-se numa nova e chocante relação, com consequências que podem mudar o mundo tal como o conhecem, e o encontro de Spike (Alfie Williams) com Jimmy Crystal (Jack O Connell) torna-se num pesadelo do qual não consegue escapar. No mundo de “O Templo dos Ossos”, os infetados já não são a maior ameaça à sobrevivência, a desumanidade dos sobreviventes pode ser mais estranha e mais aterradora.

O clima de 28 Anos Depois: O Templo dos Ossos já começa turbulento com a reintrodução da gangue do Jimmy Crystal e o conflito com Spike, que agora fará de tudo para sobreviver, nem que para isso tenha que entrar para o grupo infame.

Sendo o quarto filme da franquia, as expectativas já estavam nas alturas, principalmente porque cada diretor trouxe suas visões e técnicas diferentes para a obra. Enquanto Garland, que ainda assina o roteiro, foca no aspecto mais relacionado entre a relação homem x natureza, Nia DaCosta vai para um caminho completamente oposto, passando a estudar à fundo os aspectos psicológicos dos humanos e até mesmo dos infectados, entregando um dos melhores filmes da franquia até então. 


Extermínio: Templo de Ossos / Foto: Sony Pictures

Um dos grandes destaques do filme é Jack O'Connel no papel do tirano Jimmy Crystal, que aqui consegue a proeza de ser ainda mais assustador que os infectados devido à sua crueldade. Diferente de Spike, que cresceu em um ambiente hostil, mas ainda assim se manteve uma boa pessoa, Crystal é o completo oposto, distorcendo a realidade ao bel prazer e se divertindo com a dor dos outros humanos junto com sua família de Jimmies ao melhor estilo "Laranja Mecânica".

Mas quem realmente eleva o longa é Ralph Fiennes, entregando mais uma performance geracional com o Doutor Ian Kelson, que aqui consegue ser mais hilário que nunca, proporcionando momentos hora contemplativos hora para lá de engraçados, principalmente em interações com o brilhante Chi Lewis-Parry, que interpreta o alfa Sansão

Apesar do humor, Extermínio: Templo de Ossos, consegue ser um dos longas mais brutais da saga, com cenas de arrepiar e requintes de crueldade, principalmente proporcionadas pelas mãos dos humanos, o que torna a experiência ainda mais atteradora, afinal, é esperado que eles sejam mais humanos que os infectados e é nesse momento que o filme apresenta uma de suas maiores reviravoltas. 


Extermínio: Templo de Ossos / Foto: Sony Pictures

É incrível como o quarto filme da saga consegue subverter a ideia dos infectados e trazer uma nova perspectiva, lembrando que esses seres, já foram humanos alguma vez e essa é a grande batalha que Doutor Kelson está disposto a lutar, se for possível trazer nem que seja um pouquinho da humanidade de infectados como Sansão.

A trilha sonora é um show a parte, com músicas que trilham entre a melancolia de Radiohead, em uma cena que vai marcar a franquia para sempre, com o também o rock pesado de Iron Maden ao clima suave de Duran Duran e apesar do ritmo mais lento e contemplativo em alguns momentos, é a trilha quem sustenta as cenas mais emocionantes. 

Já a direção de Nia DaCosta é um grande destaque. A diretora, conhecida pela excelente sequência de Candyman, apresenta aqui o equilíbrio  perfeito entre a adesão de escolhas narrativas e estilísticas dos filmes anteriores, ao mesmo tempo em que respeita e imprime seu próprio coração nele, focando em olhares, detalhes pequenos, respirações, longas pausas, tudo para humanizar ainda mais aquela obra, que nos filmes anteriores, apresentou mais foco no aspecto "monstruoso" da infecção. Essa nova visão é muito bem-vinda e reforça ainda mais a importância de mais diretoras negras no horror mainstream. 

NOTA: 9/10

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Marvel Television apresenta novo trailer e imagens da série Magnum, estrelada por Yahya Abdul-Mateen II

 

Por Victoria Hope

A Marvel Television apresenta um novo trailer e imagens de sua próxima série Magnum. A série de oito episódios foi criada por Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e A Lenda dos Dez Anéis, Homem-Aranha: Um Novo Dia) e Andrew Guest (Community, Gavião Arqueiro) e é estrelada pelo vencedor do Emmy® Yahya Abdul-Mateen II como Simon Williams e o vencedor do Oscar® Ben Kingsley, que retorna ao papel de Trevor Slattery após aparecer em Homem de Ferro 3, Shang-Chi e a lenda dos dez anéis e Todos Saúdem o Rei.

A série acompanha Simon Williams, um aspirante a ator de Hollywood, que luta para alavancar sua carreira. Em um encontro casual com Trevor Slattery, um ator cujos melhores papéis parecem ter ficado no passado, Simon descobre que o lendário diretor Von Kovak está fazendo uma nova versão do filme de super-herói Magnum. Esses dois atores, em extremos opostos de suas carreiras, buscam com determinação papéis que podem mudar suas vidas, enquanto o público tem acesso aos bastidores da indústria do entretenimento.

Os oito episódios estreiam exclusivamente no Disney+ no dia 27 de janeiro às 23h. Confira o trailer abaixo: 





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Crunchyroll anuncia maratona de Trigun Stampede em seu canal no YouTube, em celebração à estreia de Trigun Stargaze

 

Por Victoria Hope

Passaram-se dois anos e meio desde a tragédia de Lost JuLai e a caça a Vash the Stampede, com uma recompensa de $60.000.000.000, ainda continua em andamento! Antes de embarcarmos em nossa próxima e última jornada para encontrar o Tufão Humanóide em TRIGUN STARGAZE, a Crunchyroll organizará uma maratona global para assistir a TRIGUN STAMPEDE, revisitando os eventos emocionantes que levaram os fãs até este momento.

A maratona contará com os 12 episódios de TRIGUN STAMPEDE, do estúdio Orange, seguidos por uma entrevista exclusiva com o criador original, Yasuhiro Nightow, no podcast The Anime Effect da Crunchyroll, onde ele falará sobre a próxima estreia de TRIGUN STARGAZE e o legado de Trigun.

O aguardado retorno de TRIGUN STARGAZE estreará no sábado, 10 de janeiro de 2026, apenas na Crunchyroll.

Detalhes da continuação:

Terça-feira, 6 de janeiro no Canal da Crunchyroll Brasil no YouTube às 15:00 (Horário de Brasília)

*No sábado, 3 de janeiro, será publicado um link público com a contagem regressiva para o evento. A transmissão estará disponível no canal do YouTube da Crunchyroll até 13 de janeiro às 10:00 a.m. (Horário do Pacífico). *Inscreva-se no canal do YouTube da Crunchyroll e ative as notificações para receber atualizações ao vivo sobre este evento.

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O Amor é Estranho | Obra LGBTQ+ protagonizada por Alfred Molina e John Lithgow chega ao Filmicca nessa sexta

 

Por Victoria Hope

Dirigido pelo premiado cineasta Ira Sachs, ‘O Amor é Estranho’ (2014) estreia nesta sexta-feira (09) na FILMICCA, trazendo à plataforma a delicada e comovente história de um casal LGBTIAPN+ protagonizado por Alfred Molina e John Lithgow, com Marisa Tomei completando o elenco.

Exibido pela primeira vez no Festival de Cinema de Sundance, em 2014, o drama acompanha George Garea (Alfred Molina) e Ben Hull (John Lithgow), que vivem juntos há quatro décadas. Quando finalmente decidem se casar, a cerimônia é celebrada por amigos e familiares, mas desencadeia uma série de desafios inesperados, incluindo a perda do emprego de George.

Sem recursos financeiros, o casal é obrigado a viver separado temporariamente enquanto tenta vender a casa e encontrar uma opção mais acessível. A nova rotina em lares provisórios revela-se cada vez mais desgastante, afetando não apenas a relação entre Ben e George, mas também os vínculos com os amigos que os acolhem.

Mais do que um romance, ‘O Amor é Estranho’ é um retrato sensível sobre o tempo, a permanência e as fragilidades da vida a dois. O filme aborda temas como envelhecimento, afeto na maturidade, pertencimento e as pressões sociais e institucionais que atravessam relações LGBTIAPN+.

E mais!

Além de ‘O Amor é Estranho’, a FILMICCA amplia seu catálogo nesta sexta-feira (09) com estreias que atravessam diferentes tempos, territórios e formas cinematográficas. ‘Praia Formosa’ (2024), de Julia de Simone, propõe um encontro entre passado e presente ao acompanhar a jornada de uma mulher africana no Rio de Janeiro contemporâneo; ‘Mundo Invisível’ (2011) reúne cineastas de diferentes países em um filme antológico sobre as múltiplas faces da invisibilidade no mundo moderno; e ‘A Hora da Libertação Chegou’ (1974), de Heiny Srour, resgata um registro histórico raro da luta guerrilheira em Omã, oferecendo um potente testemunho político e cinematográfico.

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Tron Ares já disponível no Disney+

 

Por Victoria Hope

A partir de hoje, o público já pode assistir no Disney+ TRON: ARES, o mais recente filme que expande a icônica e inovadora saga TRON com uma nova e explosiva história que explora o que significa ser humano quando o mundo digital colide com o mundo real.

Estrelada por Jared Leto, Greta Lee, Evan Peters e Jodie Turner-Smith, entre outros, a terceira entrega da franquia, criada em 1982, é uma jornada vertiginosa por um universo que, sob a direção do cineasta norueguês Joachim Rønning, combina referências inconfundíveis ao seu legado icônico com elementos de tecnologia de última geração.

Confira cinco curiosidades sobre o filme abaixo:

AS MOTOS DE LUZ CONTAVAM COM ILUMINAÇÃO INTERNA COM 10 MIL LEDs CONTROLADOS REMOTAMENTE


Tron: Ares / Foto: Disney+

As motos de luz são a joia mais preciosa do legado de design de TRON. Elas conquistaram um lugar na história dos veículos cinematográficos, quase como objetos sagrados. Syd Mead criou o design original e, quando comecei a atualizá-lo, senti que estava trabalhando em um artefato religioso”, revela o designer de produção Darren Gilford.

Durante as filmagens de TRON: ARES, as motos de luz seriam conduzidas a velocidades de até 200 km/h e rebocadas por um caminhão sob chuva, o que levou a equipe de Gilford a desenvolver veículos extremamente resistentes. No interior das motos, foram soldadas 10 mil luzes LED personalizadas, e o acabamento recebeu um tratamento automotivo de alto brilho para evitar lascas e danos. Além disso, cada painel de LED podia ser controlado individualmente pelo departamento de iluminação por meio de uma mesa de controle. O sistema de iluminação remota permitia que a equipe ajustasse as luzes de acordo com as necessidades de cada cena ou até as desligasse completamente entre uma tomada e outra, garantindo economia de bateria.

A INCONFUNDÍVEL TÚNICA DE KEVIN FLYNN HOMENAGEIA O LOOK DE 1982

Tron: Ares / Foto: Disney+

O novo filme marca o retorno às telas do icônico Kevin Flynn, personagem interpretado por Jeff Bridges, que fez sua estreia no filme original de 1982 e conquistou imediatamente o público com um visual inconfundível: uma vestimenta inspirada em quimonos, com influências budistas e japonesas, que contrastava fortemente com a aparência dos demais personagens.

No novo longa, Flynn surge com uma versão atualizada da túnica. A figurinista Alix Friedberg explica: “Nos inspiramos nessa silhueta e no conceito original de iluminação do filme de 1982, no qual os personagens pareciam se iluminar de dentro para fora. O formato de coração na parte frontal da túnica é uma réplica exata do que ele usava no filme original, e nas costas mantivemos o mesmo padrão de circuitos em cascata”.

AS RUAS DO CENTRO DE VANCOUVER FORAM FECHADAS POR SEIS SEMANAS PARA AS FILMAGENS DAS PERSEGUIÇÕES COM MOTOS DE LUZ

Tron: Ares / Foto: Disney+

Após a excelente experiência durante as filmagens de TRON: O LEGADO (2010), Rønning e sua equipe decidiram retornar à cidade canadense para rodar TRON: Ares.

Como as cenas de perseguição com motos de luz aconteciam à noite, a produção organizou o fechamento das ruas do centro de Vancouver por seis semanas, com gravações diárias das sete da noite às seis da manhã. Ainda assim, o intenso fluxo de pedestres na região exigiu um grande esquema de segurança por parte da equipe de locações. “Estávamos muito preocupados com a velocidade das motos. Em cenas desse tipo, é fundamental garantir que cada canto esteja protegido, porque alguém poderia simplesmente sair por uma porta bem no caminho das motos. Tivemos 70 assistentes de produção, 17 policiais e dois sargentos. Era como ter um pequeno exército todas as noites”, conta a diretora de locações Anne Goobie.

FORAM PRODUZIDOS 18 TRAJES DE LUZ COMPLETOS PARA JARED LETO

Tron: Ares / Foto: Disney+
Os trajes de luz do longa são extremamente sofisticados e foram confeccionados por uma equipe de 75 profissionais no renomado estúdio Wētā Workshop, na Nova Zelândia. Cada traje possuía sua própria fonte de luz, instalada em um disco acoplado à mochila, e podia ser operado remotamente por meio de uma mesa de controle. Cada capacete também contava com uma fonte de energia independente.

O traje de Ares (Jared Leto) era composto por cerca de 110 peças moldadas em silicone. Ao todo, foram produzidos 18 trajes, entre versões parciais e completas, destinados a Leto e a seus dublês de ação e fotografia, totalizando mais de 700 peças.

AS IDENTIDADES VISUAIS DAS TRÊS REDES ESTÃO ASSOCIADAS ÀS CORES PRIMÁRIAS E TÊM INSPIRAÇÕES ÉPICAS

Tron: Ares / Foto: Disney+

Em TRON: ARES, os personagens não transitam por um único mundo virtual, ou Rede, mas por três Redes distintas: a Rede da empresa de tecnologia ENCOM, a Rede da corporação Dillinger e a Rede de Flynn.

Para que fossem facilmente reconhecidas pelo público, a identidade visual de cada Rede foi associada a uma das três cores primárias, que também evocam universos icônicos do cinema e da literatura. A Rede de Dillinger foi representada pelo vermelho, com referências ao Inferno de Dante Alighieri. “Para criar um contraste, a ENCOM ficou com o verde, inspirado na Cidade das Esmeraldas de O Mágico de Oz. Já a Rede de Flynn mantém o azul clássico, imediatamente reconhecível pelos fãs”, completa Gilford.

Além disso, a equipe utilizou metáforas visuais para traduzir conceitos da informática dentro do filme. Assim, a segurança do sistema da ENCOM é retratada como um castelo medieval; o firewall se materializa como um gigantesco muro de fogo; e os dados são representados como gotas de luz que caem em uma estrutura que remete a uma catedral.

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7 Dias da Semana | Disponível no Youtube, série de minidocumentários debate oportunidades oferecidas para pessoas trans

 

Por Victoria Hope

A série documental “7 Dias da Semana”, já pode ser assistida gratuitamente no YouTube, por meio do canal @7dias.dasemana. O projeto reúne sete minidocumentários que mostram diferentes realidades de pessoas trans, abrindo a reflexão sobre a presença e a contribuição delas na arte, na economia e na cultura das comunidades onde vivem. 

Idealizada pela artista visual Guigo Dedecek, a produção retrata fragmentos do cotidiano de Bernardo Dal Pubel (tatuador e fotógrafo), Cleo Araujo (bacharel em direito, primeira vereadora trans de Caxias do Sul), Maria Lilith (bailarina e arte-educadora), Marina Luisa (artista visual), Meri Moreira (profissional da beleza e cuidados pessoais), Naomi (DJ e cantora) e Ayan Femme Scherer (atriz, comediante e passista de samba). Guigo conta que o título da série veio a partir da observação. “Onde estão esses corpos trans nos sete dias da semana? Quem são eles nesses sete dias? A ideia foi mostrar justamente isso: que pessoas trans estão em todos os lugares, em todos os dias”, explica.

Cada episódio tem duração entre três e cinco minutos e foi gravado no ambiente escolhido pelos próprios entrevistados, evidenciando suas realidades e trajetórias. “Mesmo sendo histórias bem diferentes entre si, há muito em comum nas vivências trans. Pensamentos, desafios e formas de ver o mundo que se cruzam, e isso é muito bonito de perceber”, comenta Guigo.


Além de registro audiovisual, a série nasce do desejo de ampliar referências e representatividade. “Esse projeto vem para somar com o que já está sendo feito por tantas pessoas da comunidade, para conquistar nossos direitos e o nosso espaço. A minha vontade foi criar referências que encorajem quem está se descobrindo ou passando por um processo de transição, seja um adolescente prestes a entrar no mercado de trabalho ou alguém que começou a transição mais tarde e está se reinserindo. O objetivo é que a gente possa se enxergar em lugares diversos e ver que isso é possível”, afirma.

Com esse mesmo propósito, Guigo também incentiva que o conteúdo circule e seja usado como ferramenta de diálogo. “Quero que esses episódios sejam utilizados livremente para fomentar debates e rodas de conversa em escolas, universidades, órgãos públicos, prefeituras e também em empresas — chegando, por exemplo, aos departamentos de gestão de pessoas para ajudar a introduzir o assunto e ampliar o debate sobre diversidade”, destaca.

Com audiodescrição e legendas para surdos e ensurdecidos, o projeto busca ampliar o alcance e a acessibilidade. Financiado pela Secretaria Municipal da Cultura e pela Prefeitura de Caxias do Sul, por meio do Financiarte, “7 Dias da Semana marca a estreia de Guigo Dedecek no audiovisual. “Meu desejo é que esse projeto gere frutos, novas ideias e novos caminhos. Que ele floresça e inspire outras produções e descobertas”, conclui.

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Como assistir

O acesso aos vídeos é gratuito, por meio do canal do YouTube @7dias.dasemana.

Para acessar os documentários: vá na barra de pesquisa do YouTube e busque por @7dias.dasemana (assim mesmo, com @, numeral 7, e ponto antes da expressão “da semana”). O canal de comunicação com a autora é por meio do instagram @7dias.dasemana

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Para Sempre Medo | Diamond Films revela pôster oficial de novo terror de Osgood Perkins

 

Por Victoria Hope

Estrelado por Tatiana Maslany, longa chega aos cinemas em 19 de fevereiro

A Diamond Films acaba de revelar o pôster oficial de Para Sempre Medo (“Keeper”), novo terror do diretor Osgood Perkins (“Longlegs - Vínculo Mortal”) e do roteirista Nick Leopard (“Animais Perigosos”). Com estreia marcada para 19 de fevereiro nos cinemas de todo o país, o longa propõe um mergulho aterrorizante no que, à primeira vista, parece uma viagem romântica de um casal apaixonado.  

No longa, Tatiana Maslany (“Mulher-Hulk”, “Orphan Black”) e Rossif Sutherland (“O Conto da Aia”) são Liz e Malcolm, um casal que está prestes a celebrar o primeiro aniversário do seu relacionamento e, por isso, opta por uma viagem para uma remota cabana, onde terão privacidade e sossego. Contudo, quando um imprevisto obriga Malcolm a voltar às pressas para a cidade, a solidão e o abandono revelam ser os menores problemas de Liz. De repente, ela passa a ser atormentada por uma força oculta e segredos sombrios, que colocam em xeque não só sua relação, como também sua própria integridade física. 

Além de Maslany e Sutherland, o elenco ainda conta com Claire Friesen, Birkett Turton e Erin Boyes.Veja o pôster oficial do filme abaixo: 



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Tomb Raider | Prime Video Anuncia Novidades No Elenco

 


Por Victoria Hope

O Prime Video divulga hoje novidades no elenco da série Tomb Raider, que terá os atores Sigourney Weaver (Evelyn Wallis), Jason Isaacs (Atlas DeMornay), Martin Bobb-Semple  (Zip), Jack Bannon (Gerry), John Hefferman (David), Bill Paterson  (Winston), Paterson Joseph  (Thomas Warner), Sasha Luss (Sasha), Juliette Motamed (Georgia), Celia Imrie (Francine) e August Wittgenstein (Lukas) na produção. Eles se juntam a Sophie Turner, já anunciada como Lara Croft, além de Phoebe Waller-Bridge, criadora, roteirista, produtora executiva e co-showrunner, Chad Hodge, produtor executivo e co-showrunner, Jonathan Van Tulleken, além do diretor e produtor executivo, 

Sou fã de Tomb Raider e da personagem Lara há muito tempo. Ela sempre me pareceu muito corajosa em um mundo dominado por homens. Ela é um modelo feminino incrível!”, diz a protagonista Sophie Turner. 

Com produção executiva da Amazon MGM Studios, Crystal Dynamics, Wells Street Films, Story Kitchen, e Legendary Television, a série é baseada na icônica franquia de videogames Tomb Raider, que acompanha as aventuras da arqueóloga e aventureira mundialmente famosa, Lara Croft. 

“Tomb Raider conta com uma infinidade de personagens icônicos. Estou muito feliz por ter a oportunidade de trazer alguns dos meus favoritos e dos fãs para a tela, além de apresentar alguns novos personagens originais. Este elenco superou todas as minhas expectativas!”, revela Phoebe Waller-Bridge. 

Tomb Raider sempre se definiu por narrativas ousadas e personagens inesquecíveis, e esses novos membros do elenco trazem uma profundidade e seriedade incríveis para a série. Com talentos como Sigourney Weaver e Jason Isaacs se juntando ao elenco, estamos elevando este mundo de maneiras novas e empolgantes, e mal podemos esperar para que nosso público global do Prime Video vivencie este próximo capítulo de Tomb Raider.”, relata Peter Friedlander, chefe da Amazon MGM Studios.



Os seguintes atores estão confirmados para papéis canônicos da franquia de jogos Tomb Raider:

Martin Bobb-Semple como Zip - assistente técnico e amigo de longa data de Lara Croft.

Jason Isaacs como Atlas DeMornay - tio de Lara.

Bill Paterson como Winston - mordomo de longa data da família Croft

Já os seguintes talentos estão confirmados para papéis do universo Tomb Raider:

Jack Bannon como Gerry - piloto pessoal de Lara e seu responsável por garantir lanches.

John Heffernan como David - um funcionário público exausto que se vê envolvido no mundo peculiar de Lara.

Celia Imrie como Francine - Chefe de Desenvolvimento do Museu Britânico, focada exclusivamente em arrecadar fundos e taças de champanhe.

Paterson Joseph como Thomas Warner - um alto funcionário público contratado para resolver uma enorme confusão.

Sasha Luss como Sasha - uma nova adversária feroz e extremamente competitiva de Lara.

Juliette Motamed como Georgia - uma curadora dedicada e rigorosa do Museu Britânico, comprometida com a preservação "adequada" da história.

Sigourney Weaver é Evelyn Wallis - uma mulher misteriosa e ambiciosa que deseja explorar os talentos de Lara.

August Wittgenstein como Lukas - um saqueador ilegal que compartilha uma história com Lara em mais de um sentido.

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Nova série de true crime do A&E detalha caso similar ao do filme Atração Fatal

 

Por Victoria Hope

Em 1989, Carolyn Warmus, ex-professora de Ensino Fundamental assassinou a esposa de seu amante, Betty Solomon, de 40 anos. Três anos depois, aos 28 anos de idade, Carolyn foi condenada e presa. Depois de cumprir 27 anos de detenção, em 2019, conseguiu liberdade condicional. O caso ganhou notoriedade na imprensa como o assassinato Atração Fatal, em referência ao filme estrelado por Glenn Close e Michael Douglas, de 1987. A docussérie que o A&E estreia na próxima terça, Atração Fatal - A Vida Imita a Arte (The Fatal Attraction Murder), apresenta uma entrevista exclusiva com Carolyn Warmus. Após 27 anos na cadeia, ela fala pela primeira vez sobre o que aconteceu.

Dois anos antes do crime, o longa Atração Fatal conquistou a segunda maior bilheteria do ano nos Estados Unidos. Com Glenn Close e Michael Douglas no elenco, a trama sobre traição e obsessão tinha muitas similaridades com o caso do assassinato de Betty Salomon. Numa época em que os tribunais televisionados tomaram de vez o imaginário do país, as coincidências entre a história de Carolyn Warmus e a produção hollywoodiana foram suficientes para que a mídia abraçasse o julgamento.

Em três episódios, Atração Fatal - A Vida Imita a Arte revive o crime e traz ainda depoimentos que pessoas que vivenciaram o caso: do investigador principal a promotores de Westchester, jurados e jornalistas compartilham suas experiências da investigação e o que pensam agora. Os inéditos serão exibidos às terças, às 21h20.

No episódio de estreia, A amante e o assassinato, depois de passar 27 anos na prisão, Carolyn Warmus quebra finalmente o silêncio. Ela fala sobre seu relacionamento extraconjugal com Paul Solomon, cuja esposa, Betty Jeanne, foi encontrada morta. O detetive Richard Constantino, inicialmente, considerou que Paul fosse o principal suspeito do crime.

Classificação Indicativa: 14 anos

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Valor Sentimental | Drama estrelado por Stellan Skarsgård e Renate Reinsve lota cinemas brasileiros às vésperas do Globo de Ouro

 

Por Victoria Hope

O Globo de Ouro, uma das principais premiações do cinema, acontece neste domingo e o segundo filme com mais indicações desta edição, Valor Sentimental (Sentimental Value), segue em cartaz com exclusividade nos cinemas brasileiros. Assistido por mais de 60 mil espectadores desde a estreia, em sessões lotadas, o longa também chega a cinco novas cidades a partir desta quinta-feira, dia 8. São elas: Caxias do Sul (RS), Guaxupé (MG), Londrina (PR), São Carlos (SP) e São Luís (MA).

O novo filme de Joachim Trier é uma das grandes apostas para a cerimônia, reunindo oito nomeações nas principais categorias, incluindo Melhor Filme de Drama. Stellan Skarsgård é um dos favoritos na disputa por Melhor Ator Coadjuvante. Desempenhando um papel central na trama, sua performance foi muito elogiada pela crítica e se consolida como um dos favoritos na disputa ao prêmio. Além disso, a produção também concorre a Melhor Direção par
a Joachim Trier, Melhor Atriz de Drama para Renate Reinsve, Melhor Atriz Coadjuvante para Elle Fanning e Inga Ibsdotter Lilleaas, Melhor Roteiro e Melhor Filme em Língua Não Inglesa

Valor Sentimental começou sua trajetória no circuito comercial brasileiro no dia de Natal, com distribuição da Retrato Filmes (distribuidora brasileira) e da MUBI (distribuidora global, serviço de streaming e produtora). Em sua terceira semana de sucesso, o filme estreou em 78 cinemas de 32 cidades por todas as regiões do país.


Em um retrato de reconciliação familiar, o longa acompanha duas irmãs e o pai cineasta, explorando memórias, ausências e o papel da arte na reparação. É estrelado por Renate Reinsve, vencedora do prêmio de Melhor Atriz em Cannes 2021 e indicada ao BAFTA pela também aclamada produção de Trier, A Pior Pessoa do Mundo

Também estão no elenco o indicado ao BAFTA e vencedor do Globo de Ouro Stellan Skarsgård (Duna: Parte I e Parte II); a indicada ao Globo de Ouro e ao Emmy Elle Fanning (Um Completo Desconhecido, Lugares Incríveis); e os atores revelação Inga Ibsdotter Lilleaas (Uma Linda Vida) e Anders Danielsen Lie (A Pior Pessoa do Mundo). A direção é de Joachim Trier, que também assina como corroteirista ao lado do diretor e roteirista Eskil Vogt, repetindo a parceria que levou à indicação dos dois ao Oscar de Melhor Roteiro, em 2022, por A Pior Pessoa do Mundo.

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Vamos para a próxima | Netflix revela séries e filmes aguardados que chegam em 2026

 Por Victoria Hope

A Netflix anunciou hoje seu aguardado line-up de séries e filmes que aponta para um ano marcado por grandes retornos, franquias consagradas e novas histórias e mundos a serem explorados.

A programação de 2026 reserva algo especial para todos os fãs e promete reencontros inesquecíveis com produções amadas, como Enola Holmes 3, Lupin, Peaky Blinders: O Homem Imortal e Magnatas do Crime. O romance segue em alta no horizonte com Bridgerton e Emily em Paris, enquanto o suspense e a ação ganham força com o filme de assalto Here Comes the Flood, dirigido por Fernando Meirelles e estrelado por Denzel Washington e Robert Pattinson; O Jogo Do Predador, longa de ação com Charlize Theron; e a aguardada adaptação em série de Homem Em Chamas, baseada na obra de A.J. Quinnell.

Desperte ainda a sua criança interior com novas produções como Sesame Street: De Volta à Vila Sésamo, além do próximo filme animado da Netflix, Como Mágica, com as vozes de Michael B. Jordan e Juno Temple.

O mapa do futuro de 2026 também revela viagens por terras exóticas, com títulos como Nárnia, ONE PIECE: A Série, Avatar: O Último Mestre do Ar, Devil May Cry e The East Palace.

Produções brasileiras no horizonte:

As previsões seguem favoráveis para o Brasil em 2026, com muitas novidades em produções nacionais. Entre as séries de ficção previstas estão Emergência Radioativa, inspirada no acidente com o Césio-137 em Goiânia; a minissérie Brasil 70 – A Saga do Tri, que recria a campanha do tricampeonato de futebol; Fúria, que mergulha no universo do MMA; o drama jurídico Habeas Corpus; a nova parceria entre a Netflix, Kondzilla e LB Entertainment, Rauls; Os 12 Signos de Valentina, comédia romântica jovem baseada no livro homônimo de Ray Tavares; e um novo melodrama, ainda sem título, com Marieta Severo, Nanda Costa e Alice Wegmann em uma trama com mistérios, intrigas familiares e segredos.

Entre os filmes, Elize: Sombras de Uma Mulher, ficção inspirada no crime cometido por Elize Matsunaga, que chocou o Brasil;  além dos spin-offs de duas séries de sucesso: Salve Geral: Irmandade e Sintonia.

Reflexões, histórias reais e grandes emoções também estão por vir com a chegada de novos realities e documentários. Entre eles, o formato inédito Sua Mãe Te Conhece?; os episódios finais do doc-reality Meu Namorado Coreano, com estreia nesta quinta-feira (8); o documentário de natureza Marcha das Onças, ambientado no Pantanal; e a série documental sobre a trajetória de Ronaldinho Gaúcho.

Mas atenção: o futuro ainda guarda muitas surpresas, e novos anúncios serão revelados ao longo do ano. Para acompanhar tudo o que vem por aí, visite o Tudum.

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Estrelado por Joe Keery, astro de Stranger Things e ícone da banda Djo, vem aí Alerta Apocalipse, que chega aos cinemas em 22 de janeiro

 

Por Victoria Hope

Joe Keery iniciou 2026 em grande destaque ao conquistar o primeiro lugar no Spotify Global com o sucesso “End of Beginning”, música de seu projeto musical Djo, que tem apresentação marcada no Brasil em março, no Lollapalooza.

Agora, após também brilhar na temporada final da série Stranger Things, o astro multifacetado chega aos cinemas em 22 de janeiro ao lado de Liam Neeson e Georgina Campbell em Alerta Apocalipse. O roteiro é assinado por David Koepp, responsável por grandes sucessos do cinema como Jurassic Park, Missão: Impossível e Homem Aranha, e é dirigido por Jonny Campbell, com distribuição pela Imagem Filmes.

Mesclando ficção científica e humor ácido, em Alerta Apocalipse, Joe Keery e Georgina Campbell interpretam funcionários de uma empresa de armazenamento que acabam se aliando a um ex-agente especializado em bioterrorismo para conter um fungo mutante que escapa de uma antiga instalação militar.

O personagem é vivido por Liam Neeson, indicado ao Oscar por A Lista de Schindler (1993). O elenco de peso se completa com as britânicas Vanessa Redgrave, vencedora do Oscar por Julia (1977), e Leslie Manville, indicada ao prêmio da Academia por Trama Fantasma (2017).

O filme aborda de maneira bem-humorada o caos absurdo que um microorganismo pode causar no planeta, ao mesmo tempo em que provoca reflexões sobre até onde seus personagens estão dispostos a ir para salvar a humanidade. 

Confira o trailer abaixo:

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Tom & Jerry, Uma Aventura no Museu é a escolha perfeita para assistir em família nessas férias

 

Por Victoria Hope

2026 já começa prometendo muita diversão para toda a família! Distribuído pela Imagem Filmes, Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu estreia nesta quinta, 08 de janeiro, nos cinemas de todo o Brasil, chegando em pleno verão e durante as férias escolares com uma nova e empolgante aventura dos personagens adorados por gerações.

Dirigido por Gang Zhang, o longa resgata as clássicas confusões entre o gato e o rato mais famosos do mundo, celebrando seu legado por meio de um visual marcante e de uma história que equilibra a nostalgia e o frescor do novo.

Confira cinco motivos que tornam Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu o programa ideal para janeiro para as crianças e adultos:

1. Uma celebração aos 85 anos de Tom & Jerry

2025 foi um ano de celebração para a dupla de gato e rato mais amada da história das animações. Criados em 1940 por William Hanna e Joseph Barbera, Tom & Jerry completaram 85 anos em fevereiro, reafirmando seu lugar como ícones culturais que atravessaram gerações. Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu surge como uma celebração ao legado desses personagens, apresentando a dupla para uma nova geração. O filme traz uma história inédita, repleta de aventuras, novos personagens e uma animação vibrante, sem perder o espírito clássico que tornou Tom & Jerry eternos.

2. Nostalgia para os mais velhos, aventura para os mais novos

Ao promover o encontro da dupla icônica com novos personagens, Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu equilibra com a nostalgia e o inédito, construindo uma grande aventura capaz de dialogar com diferentes gerações. Resgatando a essência do humor físico e das situações absurdas que transformaram Tom e Jerry em uma referência do entretenimento, o filme desperta a memória afetiva de quem cresceu acompanhando suas trapalhadas na televisão. Ao mesmo tempo, insere a dupla em uma narrativa contemporânea, pensada para conquistar o público jovem, sem abrir mão do afeto e da nostalgia que seguem encantando os adultos.

3. Um visual de tirar o fôlego

Fruto de um grande trabalho colaborativo entre a Warner Bros. Pictures, China Film Co., Ltd. e Origin Animation, Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu apresenta um visual de tirar o fôlego no primeiro longa-metragem da franquia totalmente produzido em animação 3D. Dos corredores de um museu a mundos alternativos repletos de cores, texturas e detalhes, o filme constrói uma estética vibrante e dinâmica, que leva a clássica perseguição entre gato e rato a um novo patamar visual. O resultado é uma experiência envolvente, capaz de encantar tanto os fãs de longa data quanto as novas gerações.

4. Uma trilha sonora que ficará na cabeça

Com melodias marcantes que permanecem na memória do público, a trilha sonora de Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu é assinada por Vivek Maddala, compositor duas vezes vencedor do Emmy® e com uma sólida carreira na criação de músicas para cinema, teatro, dança e televisão. Além desta nova produção, Maddala já deixou sua marca no universo da dupla em outros projetos da franquia, sendo responsável pela trilha sonora da série animada O Show de Tom & Jerry (2016–2021) e do longa Tom e Jerry no Velho Oeste (2021), reforçando sua ligação criativa com os personagens.

5. Uma viagem cultural inesquecível

O diretor Gang Zhang e sua equipe transformam Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu em uma verdadeira experiência cultural. Na trama, Jerry, fascinado por civilizações antigas, se infiltra em uma grande exposição no Metropolitan Museum, em Nova York, em busca da misteriosa Bússola Mágica. Tom, que agora trabalha como segurança do museu, entra em perseguição, e ambos acabam sendo transportados por um portal mágico para outro mundo. É assim que chegam à Cidade Dourada, um cenário repleto de tradições milenares. Entre comidas exóticas, templos majestosos, criaturas fantásticas, fogos de artifício coloridos e trajes ornamentados, Tom e Jerry, e também o espectador, mergulham em um universo visual rico que celebra heranças culturais ancestrais de forma encantadora e acessível para toda a família.

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Universal Pictures anuncia lançamentos para o primeiro semestre de 2026

 

Por Victoria Hope

A Universal Pictures anuncia seu calendário de títulos para o primeiro semestre de 2026 com uma seleção diversificada de filmes com adaptações literárias, longas de animação, filmes de terror, romances e aventuras épicas assinadas pelos maiores nomes do cinema atual. Ao todo, são mais de 20 títulos que prometem um ano repleto de momentos inesquecíveis para os fãs de cinema. Acompanhe abaixo os lançamentos para o primeiro semestre. 

No dia 15 de janeiro, o público brasileiro conhecerá a história por trás de umas das mais conhecidas obras do dramaturgo inglês, William Shakespeare, com “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”, dirigido por Chloé Zhao e com produção de Steven Spielberg e Sam Mendes. O longa – premiado ontem na categoria de Melhor Atriz pela atuação de Jesse Buckley, no Critics Choice Awards - tem outras seis indicações no Globo de Ouro. Ainda este mês, Hugh Jackman e Kate Hudson dão vida a um casal de músicos embalados com canções de Neil Diamond em “Song Sung Blue”, em uma história de superação e sonhos. 

Os meses de fevereiro e março serão marcados por longas emocionantes com “Anemone”, novo filme do três vezes ganhador do Oscar Daniel Day-Lewis; e “Uma Segunda Chance”, longa baseado no bestseller de Colleen Hoover com direção de Vanessa Caswill, de “Adoráveis Mulheres” - que conta uma comovente história sobre maternidade, perdão e amor. A música também estará em alta neste período com “EPIC: Elvis Presley in Concert” (EPiC: Elvis Presley in Concert), uma experiência cinematográfica única, dirigida pelo visionário cineasta indicado ao Oscar, Baz Luhrmann. Os fãs de K-Pop também terão oportunidade de conferir o documentário “Stray Kids: The DominATE Experience” (Stray Kids: The DominATE Experience), que além do show traz cenas de bastidores da banda da Stray Kids, headliner do Rock in Rio em 2026. A produção ainda não tem data de estreia definida. 

Animações não vão faltar com “Super Mario Galaxy: O Filme”, parceria com a Illumination e Nintendo e o terceiro filme solo dos “Minions”. Também importante destacar que “Michael” chega aos cinemas em 23 de abril. O filme é estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho de Michael Jackson, que faz sua estreia nas telonas sob a direção de Antoine Fuqua, conhecido por sucessos como “Dia de Treinamento” e “Invasão à Casa Branca”. 

Para os fãs das grandes produções, a Universal Pictures ainda traz “Dia D” - novo longa dirigido pelo ganhador do Oscar Steven Spielberg com roteiro de seu parceiro de longa data, David Koepp; e “A Odisséia”, de Christopher Nolan, ganhador do Oscar de melhor diretor e melhor filme por “Oppenheimer”. O longa é uma adaptação cinematográfica do poema épico de Homero, que conta as aventuras de Ulisses, herói da Guerra de Troia, no retorno para sua casa. O elenco conta com nomes como Matt Damon, Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o. 

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Confira os vencedores da 31ª Edição do Critics Choice Awards®, que foi transmitido ao vivo pela HBO Max e TNT

 

Por Victoria Hope

No último domingo, 4 de janeiro, a TNT e a HBO Max transmitiram ao vivo a 31ª edição anual do CRITICS CHOICE AWARDS®, prestigiada cerimônia que reconhece as melhores realizações do cinema e da televisão. O evento aconteceu no Barker Hangar, em Santa Monica, reunindo alguns dos artistas mais relevantes de 2025 em uma grande celebração do entretenimento. 

Entre os vencedores da HBO Max, estão The Pitt, que conquistou três prêmios, Hacks e Last Week Tonight with John Oliver. As categorias foram: 

The Pitt ganhou em 3 categorias de suas 4 indicações: Melhor Série de Drama, Melhor Ator em Série de Drama para Noah Wyle e Melhor Atriz Coadjuvante para Katherine LaNasa, consolidando-se entre as três séries mais premiadas da noite. 

HACKS recebeu o prêmio de Melhor Atriz em Série de Comédia para Jean Smart. 

LAST WEEK TONIGHT WITH JOHN OLIVER foi o vencedor na categoria de Melhor Série de Variedades. 

Além disso, na categoria Cinema, vários títulos da Warner Bros. receberam grande reconhecimento, incluindo: 

PECADORES, com 4 premiações, foi um dos dois filmes mais premiados da noite: Melhor Ator/Atriz Jovem para Miles Calton, Melhor Roteiro Original para Ryan Coogler, Melhor Elenco para Francine Maisler e Melhor Trilha Sonora Original para Ludwig Göransson.  

Seguido por UMA BATALHA APÓS A OUTRA, que conquistou 3 prêmios, incluindo a categoria principal da noite: Melhor Filme, Melhor Diretor para Paul Thomas Anderson e Melhor Roteiro Adaptado para Paul Thomas Anderson. 

A HORA DO MAL: Amy Madigan foi reconhecida com o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante. 

Confira a lista completa de vencedores:

Melhor Filme

  • "Bugonia"
  • "Frankenstein"
  • "Hamnet"
  • "Jay Kelly"
  • "Marty Supreme"
  • "Uma Batalha Após a Outra" – VENCEDOR
  • "Valor Sentimental"
  • "Pecadores"
  • "Sonhos de Trem"
  • "Wicked: Para Sempre"

Melhor Ator

  • Timothée Chalamet, "Marty Supreme" – VENCEDOR

  • Leonardo DiCaprio, "Uma Batalha Após a Outra"

  • Joel Edgerton, "Sonhos de Trem"

  • Ethan Hawke, "Blue Moon"

  • Michael B. Jordan, "Pecadores"

  • Wagner Moura, "O Agente Secreto"

Melhor Filme Internacional

  • "O Agente Secreto" – VENCEDOR
  • "Foi Apenas um Acidente"
  • "A Garota Canhota"
  • "A Única Saída"
  • "Sirāt"
  • "Belén"

Melhor Atriz

  • Jessie Buckley, "Hamnet" – VENCEDOR
  • Rose Byrne, "Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria"
  • Chase Infiniti, "Uma Batalha Após a Outra"
  • Renate Reinsve, "Valor Sentimental"
  • Amanda Seyfried, "O Testamento de Ann Lee"
  • Emma Stone, "Bugonia"

Melhor Ator Coadjuvante

  • Benicio del Toro, "Uma Batalha Após a Outra"
  • Jacob Elordi, "Frankenstein" – VENCEDOR
  • Paul Mescal, "Hamnet"
  • Sean Penn, "Uma Batalha Após a Outra"
  • Adam Sandler, "Jay Kelly"
  • Stellan Skarsgård, "Valor Sentimental"

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Elle Fanning, "Valor Sentimental
  • Inga Ibsdotter Lilleaas, "Valor Sentimental"
  • Wunmi Mosaku, "Pecadores"
  • Ariana Grande, "Wicked: Para Sempre"
  • Amy Madigan, "A Hora do Mal" – VENCEDOR
  • Teyana Taylor, "Uma Batalha Após a Outra"

Melhor Melhor Jovem Ator ou Atriz

  • Everett Blunck, "The Plague"
  • Miles Caton, "Pecadores" – VENCEDOR
  • Cary Christopher, "A Hora do Mal"
  • Shannon Mahina Gorman, "Rental Family"
  • Jacobi Jupe, "Hamnet"
  • Nina Ye, "Left-Handed Girl"

Melhor Elenco

  • Nina Gold, "Hamnet"
  • Douglas Aibel, Nina Gold, "Jay Kelly"
  • Jennifer Venditti, "Marty Supreme"
  • Cassandra Kulukundis, "Uma Batalha Após a Outra"
  • Francine Maisler,  "Pecadores" – VENCEDOR
  • Tiffany Little Canfield, Bernard Telsey, "Wicked: Para Sempre"

Melhor Figurino

  • Kate Hawley, "Frankenstein" – VENCEDOR
  • Malgosia Turzanska, "Hamnet"
  • Lindsay Pugh, "Hedda"
  • Colleen Atwood, Christine Cantella, "O Beijo da Mulher-Aranha"
  • Ruth E. Carter, "Pecadores"
  • Paul Tazewell, "Wicked: Para Sempre"

Melhor Cabelo & Maquiagem

  • Flora Moody, John Nolan, "Extermínio: A Evolução (28 Years Later)"
  • Mike Hill, Jordan Samuel, Cliona Furey;  "Frankenstein" – VENCEDOR
  • Siân Richards, Ken Diaz, Mike Fontaine, Shunika Terry, "Pecadores"
  • Kazu Hiro, Felix Fox, Mia Neal, "Coração de Lutador: The Smashing Machine"
  • Leo Satkovich, Melizah Wheat, Jason Collins, "A Hora do Mal"
  • Frances Hannon, Mark Coulier, Laura Blount, "Wicked: Para Sempre"
  • Melhor Longa em Animação

    • "Arco"
    • "Nos Seus Sonhos"
    • "Little Amélie or The Character of Rain"
    • "Elio"
    • "Guerreiras do K-Pop" – VENCEDOR
    • "Zootopia 2"
  • Melhor Comédia

    • "The Ballad of Wallis Island"
    • "Eternidade"
    • "Amizade Tóxica"
    • "Corra que a Polícia Vem Aí! " – VENCEDOR
    • "O Esquema Fenício"
    • "Splitsville"
  • Melhor Canção

    • “Drive”, Ed Sheeran, John Mayer, Blake Slatkin, "F1"
    • Golden”,  Ejae, Mark Sonnenblick, Ido, 24, Teddy, "Guerreiras do K-Pop" – VENCEDOR
    • “I Lied to You”, Raphael Saadiq, Ludwig Göransson, "Pecadores"
    • “Clothed by the Sun”,  Daniel Blumberg, "O Testamento de Ann Lee"
    • “Train Dreams”, Nick Cave, Bryce Dessner, "Sonhos de Trem"
    • “The Girl in the Bubble”, Stephen Schwartz, "Wicked: Para Sempre"

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