Por Victoria Hope
Em 1989, Carolyn Warmus, ex-professora de Ensino Fundamental assassinou a esposa de seu amante, Betty Solomon, de 40 anos. Três anos depois, aos 28 anos de idade, Carolyn foi condenada e presa. Depois de cumprir 27 anos de detenção, em 2019, conseguiu liberdade condicional. O caso ganhou notoriedade na imprensa como o assassinato Atração Fatal, em referência ao filme estrelado por Glenn Close e Michael Douglas, de 1987. A docussérie que o A&E estreia na próxima terça, Atração Fatal - A Vida Imita a Arte (The Fatal Attraction Murder), apresenta uma entrevista exclusiva com Carolyn Warmus. Após 27 anos na cadeia, ela fala pela primeira vez sobre o que aconteceu.
Dois anos antes do crime, o longa Atração Fatal conquistou a segunda maior bilheteria do ano nos Estados Unidos. Com Glenn Close e Michael Douglas no elenco, a trama sobre traição e obsessão tinha muitas similaridades com o caso do assassinato de Betty Salomon. Numa época em que os tribunais televisionados tomaram de vez o imaginário do país, as coincidências entre a história de Carolyn Warmus e a produção hollywoodiana foram suficientes para que a mídia abraçasse o julgamento.
Em três episódios, Atração Fatal - A Vida Imita a Arte revive o crime e traz ainda depoimentos que pessoas que vivenciaram o caso: do investigador principal a promotores de Westchester, jurados e jornalistas compartilham suas experiências da investigação e o que pensam agora. Os inéditos serão exibidos às terças, às 21h20.
No episódio de estreia, A amante e o assassinato, depois de passar 27 anos na prisão, Carolyn Warmus quebra finalmente o silêncio. Ela fala sobre seu relacionamento extraconjugal com Paul Solomon, cuja esposa, Betty Jeanne, foi encontrada morta. O detetive Richard Constantino, inicialmente, considerou que Paul fosse o principal suspeito do crime.
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