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Interior Chinatown | Disney + revela trailer e pôster de nova minissérie que chega em novembro no streaming

 

Por Victoria Hope

O Disney+ apresenta o trailer e o pôster de Interior Chinatown, a nova minissérie estrelada por Jimmy O. Yang, Ronny Chieng e Chloe Bennet. A novidade conta com a produção executiva de Taika Waititi, que também dirige o primeiro episódio, e Charles Yu, que também é o criador e showrunner da série. Os dez episódios da minissérie estreiam em 19 de novembro exclusivamente no Disney+ na América Latina.

Baseada no premiado livro “Interior Chinatown” de Charles Yu, a minissérie acompanha a história de Willis Wu, um ator que trabalha como personagem secundário em uma série policial chamada Black & White. Tendo apenas esse pequeno papel, Willis intercala seu trabalho na tela com o de garçom, sonhando com um mundo além de Chinatown. Quando de repente se torna testemunha de um crime, Willis começa a desvendar uma rede criminosa em Chinatown, a história enterrada de sua família e descobre o que significa estar sob os holofotes.

Veja o trailer abaixo:





[Review] Our Flag Means Death Temp.1 | O triunfo da verdadeira representatividade

 26/03/2022

Por Victoria Hope

Em abril de 2021, o anúncio de uma nova série original da HBO Max com direção de Taika Waititi e criação de David Jenkins já estava causando burburinho na internet, principalmente pela revelação de que a produção traria personagens da vida real como o famoso pirata Barba Negra e o aristocrata Stede Bonnet para as telas.

Sendo essas figuras extremamente polêmicas até mesmo no contexto histórico, muitos telespectadores não sabiam o que esperar, mas o que encontraram foi uma bela surpresa, pois não apenas o diretor foi bem sucedido em sua interpretação de um dos piratas mais temidos da história, como também triunfou em trazer uma história emocionante, bonita e repleta de representatividade em todas as formas.

Logo durante os primeiros dois episódios da série, todas as expectativas e estereótipos caem por terra, afinal, Jenkins conseguiu ao lado do brilhante elenco, subverter  tudo o que poderia haver de problemático, entregando momentos hilários e ao mesmo tempo que fizeram o público se emocionar.

Trazer representatividade da diversidade social e representatividade LGBTQIA+  para o universo dos piratas não é algo que deveria ser revolucionário, já que historicamente, a presença queer, incluindo de saqueadores não binários fez parte do momento histórico da pirataria ao longo dos anos, mas trazer a temática dessa forma, em uma série televisiva, é de fato algo revolucionário após tantos anos do velho queerbait.

 Nossa Bandeira Significa Morte / Foto: HBO Max

A prática do queerbait, que nada mais é brincar com os sentimentos do público LGBTQIA+, prometendo uma suposta representatividade para nunca trazê-la para além do subtexto, é algo já esperado por muitos fandoms e é por esse motivo que Our Flag Means Death se torna tão necessária.

Foram anos da mesma prática por diversos diretores, produtores e elencos, de incitar certo público para conseguir mais telespectadores, sem nunca entregar a representação prometida, então até mesmo o fato da série entregar finalmente tantos casais e tanta diversidade em tela, parece mesmo um sonho realizado por muitos fãs.

Our Flag Means Death não triunfa apenas pela representatividade queer, mas também pela representação da diversidade, desde personagens negros a latinos, indígenas e asiáticos, todos de forma respeitosa, sem que suas identidades sejam o tema das piadas, inclusive, um dos melhores momentos da série, é justamente quando o que poderia ser visto como piada sobre minorias, é subvertido em verdadeiras lições, como no episódio onde Capitão Bonnet é capturado por indígenas desconhecidos. 

Até mesmo o momento onde personagens femininas poderiam ser hostilizadas não apenas pela trama, como também pelo público, David e Taika quebram as expectativas, trazendo uma relação genuína entre os personagens, escapando de diversos tropes baratos que foram empurrados pela mídia por tantos anos. 

Nossa Bandeira Significa Morte / Foto: HBO Max
O ritmo dos episódios passa voando, o que com certeza vai fazer muita gente maratonar a série em um só dia e já querer a segunda temporada logo em seguida. Apesar de alguns episódios contarem com momentos um pouco mais arrastados do que outros, o timing das piadas se mantém o mesmo ao longo da temporada. 

Our Flag Means Death não é apenas especial pelo humor ou pela representatividade, mas sim por ser bem sucedida em contar verdadeiras histórias de amor sem que esse seja o único ponto focal da trama, afinal, todos os personagens são explorados muito bem e a cada episódio, o público consegue aprender um pouco mais sobre cada um dos piratas da tripulação.

Usar uma série de comédia para trazer mensagens importantes sobre saúde mental, sexualidade, quebra de estereótipos, destruição da masculinidade tóxica entre muitos outros temas, fazem de Our Flag Means Death uma verdadeira aula sobre como usar o humor para contar histórias diversas,  emocionantes e muito necessárias para os dias de hoje.  

NOTA: 9.5/10


What We Do In The Shadows | 2ª temporada estreia na Fox Premium em setembro

 

Por Victoria Hope

Nosso momento chegou, vampiros de todo Brasil! Chega ao Brasil a segunda temporada de “ What We Do In The Shadows", série de comédia indicada a 8 Emmys 2020. Os dois primeiros episódios terão pré-estreia no sábado, dia 19/09, às 22h45 no FOX Premium 2. Depois, a estreia da série será a partir de sexta, 25/09, ás 23h05 no FOX Premium  - com 2 episódios por semana.

Baseada no filme longa-metragem homônimo de Jemaine Clement e Taika Waititi, a série “What We Do in the Shadows” é um olhar em estilo documental sobre a vida diária, ou melhor, a vida noturna, de quatro vampiros que "viveram" juntos por centenas de anos em Staten Island (EUA).

O líder autoproclamado do grupo é Nandor (Kayvan Novak), um grande guerreiro e conquistador do Império Otomano, que assumiu o comando do grupo apesar de muitas de suas táticas do Velho Mundo, estarem desatualizadas e resultarem obsoletas. Há ainda o vampiro britânico, trapaceiro e refinado Laszlo (Matt Berry). 

What We Do In The Shadows / Fox Premium

Ele adora travessuras e grandes noites, mas o que mais gosta é de ver Nandor fracassar. Faz também parte do grupo Nadja (Natasia Demetriou), a vampira sedutora que, com sua sabedoria e contos provocantes de outros tempos, permite compreender os muitos altos e baixos de se viver uma vida imortal.

Morando na casa dos vampiros também está Guillermo (Harvey Guillén), parente de Nandor, também conhecido como o servo ou protetor durante o dia, que não quer nada mais do que se tornar um vampiro de verdade como seu mestre. Também à espreita está Colin Robinson (Mark Proksch), um vampiro enérgico e uma espécie de “caminhante do dia” que se deleita com os humanos, mas não com seu sangue.

What We Do in The Shadows / Fox Premium

Na primeira temporada, após uma visita inesperada de seu lorde e líder das trevas, Baron Afanas, os vampiros se lembram do que foram inicialmente designados em sua chegada a Staten Island há mais de cem anos: o domínio total e completo do Novo Mundo. Mas qual é exatamente a melhor maneira de alcançar tal domínio? Para responder a essa pergunta, uma equipe de filmagem segue os vampiros aonde quer que eles vão.

Ao longo da segunda temporada, o grupo tentará encontrar seu caminho em um mundo de festas humanas para o Super Bowl, encontrarão os temidos trolls da internet, um vampiro que consegue uma ascensão e enlouquece com o poder e, claro, com todos os fantasmas sombrios, bruxas, zumbis e assassinos sombrios que vagam livremente pela área dos três estados de Nova York, Nova Jersey e Connecticut. Guillermo, por sua vez, estará destinado a ser um vampiro, caçador de campiros, ou talvez apenas um parente pelo resto de sua vida?

O criador da série é Jemaine Clement. Clement, Waititi e Paul Simms são produtores executivos ao lado de Scott Rudin, Garrett Basch e Eli Bush. "What We Do in the Shadows" é uma produção da FX Productions.

What We Do In The Shadows / Fox Premium

Taika Waititi é confirmado como novo diretor de Star Wars


Por Victoria Hope

Está ouvindo esse som? É o som de aclamação vindo por aí. Nessa segunda (4) em pleno dia em que se comemora o May The 4th, data comemorativa para fãs de Star Wars, a Disney revela essa notícia pra lá de bombástica em suas redes sociais. 

Taika Waititi, vencedor do oscar por Jojo Rabbit, é confirmado como diretor da sequência de Star Wars nos cinemas. A confirmação partiu das redes sociais oficiais da Disney e LucasFilm e vale lembrar que o cineasta havia comandado o episódio final da primeira temporada de The Mandalorian.

Conforme informações, depois de sua “identificação” com a trama, um novo capítulo da franquia está sendo “cozinhado” para um futuro próximo. Quem sabe o que o futuro da saga aguarda? Já podemos esperar algo épico vindo em breve.

Live Action de Akira dirigido por Taika Waititi ganha data de estreia


Por Victoria Hope

“Akira” é um dos mangás e animes mais icônicos da história da animação e um dos grandes responsáveis pela invasão da cultura oriental no Ocidente a partir do final dos anos 80. Uma adaptação live-action já vinha sendo considerada há algum tempo e agora a Warner Bros revelou mais detalhes sobre a produções.

O longa será dirigido por Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) e o lançamento, anteriormente previsto para 14 de maio, foi adiado para apenas alguns dias depois, no dia 21 de maio de 2021, se aproximando da data do quarto filme de John Wick. A produção fica por conta de ninguém menos que Leonardo DiCaprio.

Criado por Katsuhiro Otomo em 1982, Akira é uma obra cyberpunk a frente de seu tempo, com uma a história gira em torno de um garoto com poderes telecinéticos que é descoberto por militares e a partir daí, tenta fugir para não se tornar uma grande arma de destruição em massa nas mãos do governo japonês.

Seu irmão, Kaneda, é dono de um bar na Neo-Manhattan e parte em uma missão para salvar seu caçula. A trama se tornou uma das obras mais cults do cinema moderno japonês e até mesmo hoje, diversos artistas e animações como Simpsons, entre outras produções hollywoodianas fazem referência ao visual do filme, principalmente com foco nas referências políticas e sociais apontadas pelo filme.

Não é preciso dizer que na época o filme chocou, principalmente pela forma direta ao abordar  assuntos como corrupção e o ultra nacionalismo que estava se instaurando no país entre a década de 70 a 80, mas apesar das menções diretas, esse é um filme com muitas simbologias e mensagens subliminares que viriam a ser entendidas apenas décadas após seu lançamento.