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[Review] Extermínio, Templo de Ossos

 

Por Victoria Hope

Expandindo o mundo criado por Danny Boyle e Alex Garland em “28 Anos Depois”, mas numa perspetiva totalmente oposta, Nia DaCosta (Candyman) realiza “28 Anos Depois: O Templo dos Ossos”. Numa continuação da história épica, Dr. Kelson (Ralph Fiennes) vê-se numa nova e chocante relação, com consequências que podem mudar o mundo tal como o conhecem, e o encontro de Spike (Alfie Williams) com Jimmy Crystal (Jack O Connell) torna-se num pesadelo do qual não consegue escapar. No mundo de “O Templo dos Ossos”, os infetados já não são a maior ameaça à sobrevivência, a desumanidade dos sobreviventes pode ser mais estranha e mais aterradora.

O clima de 28 Anos Depois: O Templo dos Ossos já começa turbulento com a reintrodução da gangue do Jimmy Crystal e o conflito com Spike, que agora fará de tudo para sobreviver, nem que para isso tenha que entrar para o grupo infame.

Sendo o quarto filme da franquia, as expectativas já estavam nas alturas, principalmente porque cada diretor trouxe suas visões e técnicas diferentes para a obra. Enquanto Garland, que ainda assina o roteiro, foca no aspecto mais relacionado entre a relação homem x natureza, Nia DaCosta vai para um caminho completamente oposto, passando a estudar à fundo os aspectos psicológicos dos humanos e até mesmo dos infectados, entregando um dos melhores filmes da franquia até então. 


Extermínio: Templo de Ossos / Foto: Sony Pictures

Um dos grandes destaques do filme é Jack O'Connel no papel do tirano Jimmy Crystal, que aqui consegue a proeza de ser ainda mais assustador que os infectados devido à sua crueldade. Diferente de Spike, que cresceu em um ambiente hostil, mas ainda assim se manteve uma boa pessoa, Crystal é o completo oposto, distorcendo a realidade ao bel prazer e se divertindo com a dor dos outros humanos junto com sua família de Jimmies ao melhor estilo "Laranja Mecânica".

Mas quem realmente eleva o longa é Ralph Fiennes, entregando mais uma performance geracional com o Doutor Ian Kelson, que aqui consegue ser mais hilário que nunca, proporcionando momentos hora contemplativos hora para lá de engraçados, principalmente em interações com o brilhante Chi Lewis-Parry, que interpreta o alfa Sansão

Apesar do humor, Extermínio: Templo de Ossos, consegue ser um dos longas mais brutais da saga, com cenas de arrepiar e requintes de crueldade, principalmente proporcionadas pelas mãos dos humanos, o que torna a experiência ainda mais atteradora, afinal, é esperado que eles sejam mais humanos que os infectados e é nesse momento que o filme apresenta uma de suas maiores reviravoltas. 


Extermínio: Templo de Ossos / Foto: Sony Pictures

É incrível como o quarto filme da saga consegue subverter a ideia dos infectados e trazer uma nova perspectiva, lembrando que esses seres, já foram humanos alguma vez e essa é a grande batalha que Doutor Kelson está disposto a lutar, se for possível trazer nem que seja um pouquinho da humanidade de infectados como Sansão.

A trilha sonora é um show a parte, com músicas que trilham entre a melancolia de Radiohead, em uma cena que vai marcar a franquia para sempre, com o também o rock pesado de Iron Maden ao clima suave de Duran Duran e apesar do ritmo mais lento e contemplativo em alguns momentos, é a trilha quem sustenta as cenas mais emocionantes. 

Já a direção de Nia DaCosta é um grande destaque. A diretora, conhecida pela excelente sequência de Candyman, apresenta aqui o equilíbrio  perfeito entre a adesão de escolhas narrativas e estilísticas dos filmes anteriores, ao mesmo tempo em que respeita e imprime seu próprio coração nele, focando em olhares, detalhes pequenos, respirações, longas pausas, tudo para humanizar ainda mais aquela obra, que nos filmes anteriores, apresentou mais foco no aspecto "monstruoso" da infecção. Essa nova visão é muito bem-vinda e reforça ainda mais a importância de mais diretoras negras no horror mainstream. 

NOTA: 9/10

Prêmio Platino 2025 | Ainda Estou Aqui é escolhido como Melhor Filme Ibero Americano de Ficção, Fernanda Torres Melhor Atriz e Walter Salles Melhor Diretor

 

Por Victoria Hope

Ainda Estou Aqui”, recebeu os prêmios de Melhor Filme Ibero Americano, Melhor Atriz para Fernanda Torres e Melhor Direção para Walter Salles no Prêmio Platino, uma das maiores premiações do cinema Ibero-Americano, que realizou a cerimônia de premiação de sua 12ª edição neste domingo, 27, no Palácio Municipal IFEMA Madrid, localizado na capital espanhola. O produtor Rodrigo Teixeira e a atriz  Valentina Herszage representaram o filme na premiação. Walter Salles e Fernanda Torres não puderam estar presentes e enviaram textos de agradecimento que foram lidos no palco.

É uma honra receber esse prêmio em uma categoria onde tenho tanta admiração pelos diretores indicados. Obrigado ao Prêmio Platino por nos lembrar que o cinema latino-americano é a nossa casa”, declarou Walter Salles em nota de agradecimento ao prêmio lida por Rodrigo Teixeira. Walter estendeu os agradecimentos a um dos maiores nomes do audiovisual brasileiro. 

“Gostaria de dedicar esse prêmio a um Mestre que nos deixou há pouco, Carlos Diegues, diretor de filmes fundamentais como ‘Bye Bye Brasil’, um dos fundadores do Cinema Novo e um dos cineastas que pensou o cinema de forma mais democrática e inclusiva. Carlos era um admirador do cinema latino-americano, e foi fundamental para que filmes como o nosso pudessem estar aqui hoje. Em um momento de fragilização da democracia no mundo, em um tempo em que se tenta borrar a nossa memória coletiva, pensadores como Carlos Diegues nos lembram o quanto o cinema é fundamental para combater o esquecimento.  Muito obrigado.

Fernanda Torres também comentou a premiação: "Eu gostaria muito de poder estar presente nesta noite, mas, infelizmente, isso não foi possível, devido a compromissos de trabalho. Quero dizer que é uma honra imensa receber este prêmio. Sou fruto da cultura Ibero-americana, a Península Ibérica é minha segunda casa e esse reconhecimento reforça, em mim, o orgulho de fazer parte de uma força cultural que, no cinema, pariu artistas da dimensão de Luiz Buñuel e Pedro Almodóvar;  Alejandro Inharitù e Alfonso Cuarón, de Ricardo Darín;  Norma Aleandro, Penélope Cruz, Javier Bardem e Marisa Paredes, de Glauber Rocha e Fernanda Montenegro. 

Esse é um filme sobre uma família, feito por uma família de artistas e fico feliz de recebê-lo pelas mãos de Valentina Herszage, minha filha na ficção, que representa não só a mim, aqui, nesta noite, mas também ao Selton (Mello), à Luiza (Kosovski), à Bárbara (Luz), ao Guilherme (Silveira) e à Cora (Mora). Sem eles minha Eunice jamais existiria. 

Eu agradeço profundamente a Walter Salles, meu irmão, meu amigo e parceiro de tantas décadas, a honra de ter habitado a pele desta mulher. Walter é o coração deste filme raro, tão humano e delicado, sobre a brutalidade da Ditadura Militar do Brasil, uma das tantas que se espalharam pelas Américas, durante o período da Guerra Fria.  

Através de Eunice Paiva, revisitei o horror da Ditadura que conheci em criança. Esta grande brasileira, advogada e defensora da democracia e dos direitos humanos nos ensina, no momento presente, a resistir com alegria e civilidade, sem nos dobrarmos ao autoritarismo. Em nome da família Paiva, de Marcelo Paiva, e de todos aqueles que defenderam e defendem a arte e a democracia eu repito: Ditadura nunca mais! Muito obrigada!!

 O produtor Rodrigo Teixeira e a atriz  Valentina Herszage representaram o filme na premiação na Espanha. / Foto: Divulgação

Venom: A Última Rodada estreia em 24 de Outubro nos cinemas

 

Por Victoria Hope

O Capítulo Final da trilogia que conquistou os fãs do universo dos super-heróis chega nas telonas em 24 de Outubro. Dirigido por Kelly Marcel,”Venom: A Última Rodada”, estrelado por Tom Hardy, traz de volta o personagem Eddie Brock e o seu simbionte alienígena, desta vez perseguidos por forças de ambos os mundos.

Juntos até o fim, a dupla enfrentará Knull, criador dos simbiontes, que vai pôr em risco a vida como conhecemos, enviando um exército para caçá-los neste encerramento épico. O capítulo final da saga do anti-herói mais carismático do cinema vai trazer novos desafios e um olhar nunca visto antes sobre a origem de Venom.

Confira o trailer:





Kraven - O Caçador, ganha novo trailer e pôster

 

Por Victoria Hope

Kraven - O Caçador”, novo filme da Sony Pictures, ganha novo trailer e pôster. O longa-metragem de estreia do personagem chega em 12 de dezembro nas telonas.

O filme traz a história visceral sobre o porquê e como um dos vilões mais icônicos da Marvel foi criado. Aaron Taylor-Johnson é Kraven, um homem cuja complexa relação com seu pai Nikolai Kravinoff (Russell Crowe), o leva a uma jornada de vingança com consequências brutais, o motivando a se tornar um dos maiores e mais temidos caçadores do mundo.

A trama mostra como foi a sua transformação em um dos vilões mais famosos da Marvel. Essa é a terceira aposta da Sony em anti-heróis, como fez em "Venom" (2018) e "Morbius" (2022) e para conhece o personagem, basta saber que o protagonista Sergei é filho de um líder criminoso que sobrevive a um ataque de leão e ganha uma conexão especial com os animais. Confira o novo trailer aqui!


Dakota Johnson e a diretora S.J. Clarkson vêm ao Brasil para promover Madame Teia

 

Por Victoria Hope

Ótima notícia para fãs do universo dos cabeças-de-teia! Dakota Johnson gravou vídeo trazendo um recado diretamente do futuro para os brasileiros: a protagonista de "Madame Teia", filme que estreia nos cinemas em 14 de fevereiro, vem ao Brasil em fevereiro junto com a diretora S. J. Clarkson para divulgar o longa-metragem.

Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos... se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador. Confira ao vídeo aqui!

Denzel Washington encerra trajetória como Robert McCall em ‘O Protetor - Capítulo Final’

 

Por Victoria Hope

Em 05 de outubro, os criminosos vão tirar o agente Robert McCall de sua tranquilidade no sul da Itália com a estreia de “O Protetor - Capítulo Final”, filme que encerra a franquia estrelada por Denzel Washington. Muita ação vai tomar conta das telonas e colocar McCall em desafios ainda mais perigosos.

Desde que abandonou sua vida como assassino do governo, Robert McCall (Denzel Washington) tem lutado para se reconciliar com as coisas horríveis que fez no passado. Ele encontra tranquilidade em um pequeno vilarejo no sul da Itália, mas logo descobre que seus novos amigos estão sob o controle de chefes do crime local. A situação fica fora do controle, e o ex-agente terá que usar suas habilidades para pôr ordem na cidade.

À medida que McCall começa sua luta contra os bandidos locais, ele procura ajuda de uma jovem analista da CIA que nunca o conheceu. A agente Emma é interpretada por Dakota Fanning, que marca seu segundo filme com Denzel Washington.

"Ele está passando por uma batalha interna", diz Antoine Fuqua, que retorna para dirigir o terceiro filme da trilogia e o quinto no total com Denzel Washington. "Ele está ajudando aqueles que não podem se ajudar, fazendo justiça com as próprias mãos. Mas ele está se questionando. Será que ele foi longe demais? Está gostando disso demais? Ainda está fazendo isso pelas razões certas?".

O protetor - Capítulo Final / Foto: Sony Pictures

Sinopse

Desde que desistiu de sua vida como assassino trabalhando para o governo, Robert McCall (Denzel Washington) tem dificuldades para se reconciliar com as coisas horríveis que fez em seu passado, e encontra um estranho conforto em trazer à justiça aos oprimidos. Após encontrar um lar inesperado no sul da Itália, ele descobre que seus novos amigos vivem sob o controle dos chefes do crime organizado do local. Assim que os eventos se desdobram para acontecimentos mortais, McCall sabe o que precisa fazer: se tornar um protetor para seus amigos e enfrentar a máfia.

‘Resident Evil: Ilha da Morte’ estreia no Brasil

 

Por Victoria Hope

Resident Evil: Ilha da Morte” acaba de chegar ao Brasil e já está disponível para aluguel e compra nas operadoras de TV e lojas virtuais. A animação japonesa é ambientada no universo da franquia homônima de jogos de videogames da Capcom, sucesso ao redor do mundo.

O quarto filme de animação de “Resident Evil” se passa em São Francisco, onde, em meio a um surto de zumbis, agentes precisam reunir pistas para combater um mal na ilha de Alcatraz. O consumidor que optar pelo aluguel terá o filme disponível por 48 horas, enquanto a compra garante a aquisição do conteúdo sem prazo de validade.

Sinopse

Em São Francisco, Jill Valentine está lidando com um surto de zumbis e um novo T-Virus. Já Leon Kennedy está na pista de um cientista da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA) sequestrado, e Claire Redfield está investigando um monstro marinho que está matando baleias na baía. Chris Redfield e Rebecca Chambers juntam-se a eles, e descobrem que as pistas de seus casos separados convergem para o mesmo local, a Ilha de Alcatraz, onde um novo mal se instalou e aguarda a chegada do grupo.

[Review] Bodies Bodies Bodies, o novo slasher da A24

 

Por Victoria Hope

E a A24 acerta mais uma vez, trazendo Morte Morte Morte (Bodies Bodies Bodies), seu mais novo terror aos cinemas. Estrelado por Amandla Stenberg, Maria Bakalova, Lee Pace entre outros grandes nomes, o filme é uma sátira slasher à geração Z ou geração tiktok. O filme tem estreia marcada para 6 de outubro nos cinemas nacionais. 

O filme consegue triunfar por trazer uma atmosfera hilária, irritante e ao mesmo tempo, brutal com uma história que apesar de simples, aborda muitas questões profundas que tem como foco, apontar o dedo na ferida de como as relações pessoais entre a nova geração mudaram com as redes sociais e como as vezes falar ou fazer a coisa errada pode ter consequências fatais. 

Na trama, acompanhamos Sophie (Amandla) e sua namorada Bee (Maria Bakalova), que partem para uma viagem juntas pela primeira vez para uma festa na casa do melhor amigo de Sophie, o complicado David (Pete Davidson). As coisas começam complicar quando as convidadas que já estavam na mansão do rapaz, notam a presença inesperada de sua amiga e é partir desse momento que a tensão e o mistério tomam conta. 


Morte Morte Morte / Foto: A24 & Sony Pictures

Tudo vai bem apesar das pequenas brigas na festa regada por bebedeira e drogas, mas quando uma das personagens sugere que os convidados brinquem de um jogo criado por eles mesmos chamado MORTE MORTE MORTE, o suspense domina a cena e passamos a acompanhar uma caçada de gato e rato implacável. 

O trabalho da diretora Halina Reijn em abordar as questões sociais atreladas à interações humanas e como é conviver com diferente pontos de vista é excelente, principalmente no quesito de sátira voltada à banalidades que podem ser encontradas nas redes sociais e a quebra de padrões dos filmes slasher, já que nada nesse filme é o que parece ser e o grande vilão talvez seja justamente isso: a vontade de estar acima, de ser visto como compasso moral acima dos próprios amigos, numa dança onde todos serão engolidos por seus próprios egos. 

Apesar do início mais lento, o filme se torna mais intenso de forma gradual e em alguns momentos a adrenalina é palpável; chega a ser impossível desgrudar da cadeira as reviravoltas na trama não param por um segundo, ou seja, quando o público acha que descobriu a verdade, não poderiam estar mais enganados.

NOTA: 8.5/10

[Review] Venom: Tempo de Carnificina

Por Victoria Hope

Os cinemas retornam nesse final de semana  com grandes lançamentos para o grande público em São Paulo, mas nós aproveitamos o feriado anterior para assistir "Venom: Tempo de Carnificina", sequência do longa de 2018.

O primeiro filme não recebeu boas críticas devido ao humor mediano e visual inacabado, mas o segundo, apesar de não ser também uma obra prima, consegue superar o anterior em alguns motivos. Mesmo para quem estava com expectativas baixas, "Venom: Tempo de Carnificina", conseguiu divertir, pelo menos um pouco.

Na nova trama, o jornalista Eddie Brock (Tom Hardy) tenta seguir em frente após o término com a namorada e os eventos que o tornaram em um dos jornalistas mais famosos da cidade, porém, sem perspectiva de futuro e correndo para não ser pego pelas estranhas mortes que acontecem na cidade, Eddie se isola no apartamento, enquanto tenta ensinar seu simbionte, Venom, a não se alimentar de humanos.

Eddie e Venom / Sony Pictures

A dinâmica de casal de Eddie e Venom funciona muito bem e é ainda mais hilária do que no filme anterior, apesar de que grande parte dos momentos cômicos ficam por conta do simbionte, que aliás, carrega muito da personalidade hilária do vilão nos quadrinhos.

Mas em termos de enredo, apesar da comédia leve, o filme não consegue encontrar o meio termo e deixa a desejar em diversos aspectos. A história em alguns momentos soa até mesmo bobinha e não vai a lugar nenhum, apesar da clara evolução de Eddie, que aos poucos, passa a aceitar quem é.

Um dos grandes problemas do filme cai nos braços justamente do pouco tempo de tela dos protagonistas, com uma trama que se perde no meio do romance entre os vilões Cletus (Woody Harreson) e Shriek, que dominam as cenas e cortam espaço até mesmo do próprio Carnage 

Shriek / Sony Pictures

As poucas coisas que salvam o filme, além dos momentos cômicos de Venom, incluindo uma cena incrível numa boate, é a participação da vilã Shriek, que pode muito bem ter sido a personagem a introduzir o conceito de mutantes no MCU através desse filme.

Outra coisa que valeu a pena foi a cena pós-créditos que precisa ser assistida, então nem pense em sair da sala antes de conferir. Apesar de ser um momento legal, ele apenas fecha um filme que foi bem morno e que não mudou muita coisa na trama principal de Venom, a não ser pelos últimos segundos.

Nem mesmo a direção visionária de Andy Serkis conseguiu salvar a trama, o que é uma pena, mas esse filme com certeza vai agradar alguns fãs e desagaradar outros. Venom: Tempo de Carnificina já está disponível em todos os cinemas do Brasil.

NOTA: 7/10

Segunda temporada de The Boys chega ao Amazon Prime em 4 de setembro


Por Victoria Hope

O Amazon Prime Video anunciou hoje que os três primeiros episódios da segunda temporada da sátira de super-heróis The Boys serão divulgados na sexta-feira, 4 de setembro de 2020. Novos episódios estarão disponíveis no serviço toda sexta-feira, chegando ao final da temporada em 9 de outubro. A notícia veio logo após o elenco se reunir em um evento virtual, apresentado pela estrela convidada da segunda temporada Patton Oswalt, que relembrou a primeira e também deu dicas sobre a próxima.

A série Original Amazon de oito episódios estará disponível no Prime Video em mais de 200 países e territórios, e é produzida pela Amazon Studios e Sony Pictures Television Studios, em parceria com Point Grey Pictures, Kripke Enterprises e Original Film.

Ainda mais intensa e insana, na segunda temporada os The Boys encontram-se foragidos da justiça, procurados pelos Supes, e tentando, desesperadamente, se reunir e lutar contra Vought. Escondidos, Hughie (Jack Quaid), Mother’s Milk (Laz Alonso), Frenchie (Tomer Capon) e Kimiko (Karen Fukuhara) tentam se ajustar a um novo normal, com Billy Butcher (Karl Urban) desaparecido.

Ao mesmo tempo, Starlight (Erin Moriarty) deve encontrar seu lugar no The Seven, enquanto Homelander (Antony Starr) se concentra para assumir o controle total. Seu poder está ameaçado com a chegada de Stormfront (Aya Cash), uma nova Supe especialista em mídia social, que tem planos próprios. Além disso, a ameaça do Supervilão toma o centro das atenções e faz barulho enquanto Vought tenta monetizar em cima da paranoia da nação
.
Os Supes do The Seven também incluem Queen Maeve (Dominique McElligott), A-Train (Jessie T. Usher), The Deep (Chace Crawford) e Black Noir (Nathan Mitchell). Entre as estrelas da segunda temporada estão: Claudia Doumit, Goran Visnijc, Malcolm Barrett, Colby Minifie, Shantel VanSanten, Cameron Crovetti, PJ Byrne, Laila Robbins e Giancarlo Esposito - interpretando o chefe da Vought , Stan Edgar -, entre outros.

The Boys / Divulgação

[Review] Em Ritmo de Fuga


Por Daniel Lima


O longa Baby Driver não é um filme convencional. Tanto pela forma que o filme nos apresentado, como pelos excelentes atores que estão presentes no longa. E se você ainda não é fã de Ansel Elgort, com certeza se tornará agora a partir desse longa.

Depois de um acidente bem traumático na infância, o jovem desenvolve um zumbido constante no ouvido e isso somente é alividado ao ouvir música. Por esse motivo, o protagonista está constantemente ouvindo música e dessa forma o longa é nos apresentado como uma grande trilha sonora. A música é apresentada como um personagem do longa, tendo importância a todas as cenas de ação, romance, tiroteio. Amantes de rocks clássicos irão adorar esse longa.

Baby (Ansel) é um excelente motorista, que trabalha para o rei do crime organizado (Doc - Kevin Spacey) realizando as fugas mais mirabolantes a la Velozes e Furiosos. A gangue dos vilões é formada por nomes como Jon Bernthal, Jon Hamm, Eiza González, Jamie Foxx e todos são caricatos a sua maneira.

A personagem de Lily James é muitas vezes colocada na posição de mocinha em perigo, mas seus diálogos são tão bem construídos e executados de maneira tão natural que você consegue acreditar em cada palavra que sai de sua boca.

É uma excelente pedida para os amantes de filmes de ação e com certeza fará você pirar ai na sua cadeira de cinema. Filme indispensável para os fãs do ator.