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Apple TV | Confira as novidades de julho

Por Victoria Hope

O novo mês de julho na Apple TV+ chega com cinco estreias imperdíveis e três finais de temporada, reunindo ficção científica, suspense, comédia, drama e diversão para toda a família.

Os segredos do silo estão longe do fim! Rebecca Ferguson retorna na terceira temporada de “Silo”, fenômeno mundial de ficção científica que amplia seus mistérios e revela novas ameaças capazes de mudar o destino da humanidade.

Uma família, muitos desafios e ainda mais emoção! Esther Smith e Rafe Spall estrelam a quinta temporada de “Trying”, a adorada comédia dramática sobre amor, pertencimento e os laços que nos unem.

Anya Taylor-Joy estrela “Lucky”, eletrizante série dramática sobre uma golpista em fuga que precisa enfrentar criminosos perigosos, o FBI e os fantasmas do próprio passado.

The Dink / Foto: Apple TV+

Humor e competição entram em quadra! Jake Johnson protagoniza o filme “The Dink- A Última Chance”, comédia esportiva sobre redenção, família e o inesperado universo do pickleball.

Para toda a família, Snoopy está de volta! Em “Snoopy Apresenta – Não Há Nada Como a Nossa Casa, Snoopy”, o beagle mais amado do mundo embarca em uma emocionante aventura para recuperar seu lar. E os finais de temporada prometem fortes emoções com séries de sucesso!

A corrida espacial ganha um desfecho eletrizante em “Cidade das Estrelas”, thriller conspiratório ambientado em uma realidade alternativa onde a União Soviética chegou primeiro à Lua. Enquanto isso, Tatiana Maslany conduz o suspense de “Prazer Máximo Garantido”, série que mistura humor ácido, mistério, chantagem e uma investigação cheia de reviravoltas.

Cabo do Medo”, estrelada por Javier Bardem, Amy Adams e Patrick Wilson, encerra sua elogiada temporada com vingança, paranoia e tensão psicológica em seu ponto máximo.

Estreias de Julho: 

Silo / Foto: Apple TV+

Sexta-feira, dia 3 - Temporada 3 - "Silo": Série de ficção científica distópica estrelada por Rebecca Ferguson, que retorna como Juliette Nichols em meio às consequências da rebelião no silo e ao surgimento de uma nova ameaça perigosa. A nova temporada também revela uma história de origem ambientada séculos antes, enquanto personagens tentam desvendar uma conspiração capaz de mudar o destino da humanidade. Criada por Graham Yost, a produção é baseada na trilogia best-seller de Hugh Howey.

Trying / Foto: Apple TV+

Quarta-feira, dia 8 - Temporada 5 - "Trying": Comédia dramática estrelada por Esther Smith e Rafe Spall. Nos novos episódios, o casal Nikki e Jason precisa lidar com a chegada inesperada de Kat, mãe biológica de seus filhos adotados, Princess e Tyler, colocando em risco a rotina tranquila construída pela família. Criada por Andy Wolton, a série segue elogiada pela mistura de humor sensível e histórias emocionantes sobre amor e pertencimento.

Lucky / Foto: Apple TV+

Quarta-feira, dia 15 - "Lucky": Drama estrelado e com produção executiva de Anya Taylor-Joy, baseado no best-seller de Marissa Stapley. Após um assalto milionário dar errado, a golpista Lucky precisa fugir do FBI e de um perigoso chefe do crime enquanto luta para sobreviver. O elenco inclui Annette Bening, Timothy Olyphant e Aunjanue Ellis Taylor.

The Dink / Foto: Apple TV+

Sexta-feira, dia 24 - "The Dink- A Última Chance" ("The Dink"): Comédia esportiva estrelada por Jake Johnson sobre um ex-tenista profissional decadente que entra no competitivo universo do pickleball para tentar salvar um clube esportivo e reconquistar o respeito do pai. Dirigido por Josh Greenbaum, o filme reúne nomes como Mary Steenburgen, Ed Harris  e Ben Stiller

Snoopy Apresenta - Não Há Nada como Nossa Casa, Snoopy / Foto: Apple TV+

Sexta-feira, dia 31 - "Snoopy Apresenta - Não Há Nada Como a Nossa Casa, Snoopy" ("Snoopy Presents: There’s No Place Like Home, Snoopy"): Quando a amada casinha de cachorro de Snoopy é vendida acidentalmente, ele fica arrasado. Afinal, foi lá que sua imaginação ganhou asas pela primeira vez e onde ele guarda todas as suas coisas favoritas.

Finais de temporada: 

Cidade das Estrelas / Foto: Apple TV

Sexta-feira, dia 10 - "Cidade das Estrelas" ("Star City"): Spin-Off  de “For All Mankindque nos transporta ao ponto crucial dessa versão alternativa da corrida espacial: o instante em que a União Soviética tornou-se o primeiro país a levar o homem à Lua. Agora, porém, a narrativa ocorre sob a perspectiva atrás da Cortina de Ferro, revelando a rotina de cosmonautas, engenheiros e agentes de inteligência envolvidos no programa espacial soviético, além dos riscos assumidos por eles em prol do avanço humano. Eletrizante novo drama sobre a corrida espacial, dos mesmos criadores premiados de "For All Mankind": Ben Nedivi, Matt Wolpert e Ronald D. Moore. A série é estrelada por Rhys Ifans, Anna Maxwell Martin, Agnes O’Casey, Alice Englert, Solly McLeod, Adam Nagaitis, Ruby Ashbourne-Serkis, Josef Davies e Priya Kansara.

Prazer Máximo Garantido / Foto: Apple TV

Quarta-feira, dia 15 - "Prazer Máximo Garantido" ("Maximum Pleasure Guaranteed"): Acompanha Paula (Maslany), uma mãe recém-divorciada, enquanto ela se vê envolvida em uma perigosa trama de chantagem e assassinato. Convencida de ter testemunhado um crime e em meio a uma batalha pela guarda da filha e uma crise de identidade, Paula inicia sua própria investigação, que pode desvendar uma conspiração ainda maior e, ao mesmo tempo, encontrar respostas para reconstruir sua família e sua autoestima. A série criada pelo showrunner David J. Rosen.

Cape Fear / Foto: Apple TV

Sexta-feira, dia 31 - "Cabo do Medo" ("Cape Fear"): Minissérie de suspense psicológico. A trama acompanha o retorno do perigoso Max Cady (Javier Bardem), que busca vingança contra o casal de advogados responsável por sua prisão. Anna Bowden (Amy Adams) e Tom Bowden (Patrick Wilson) veem sua vida perfeita desmoronar quando o passado violento ressurge. A minissérie conta ainda com Joe Anders, Lily Collias, Malia Pyles e CCH Pounder no elenco. É comandada por Nick Antosca, que atua como showrunner e produtor executivo. Martin Scorsese, Steven Spielberg, Amy Adams e Javier Bardem são produtores executivos.

[Review] Dia D, novo sci-fi de Steven Spielberg

 

Por Ricardo dos Santos

Steven Spielberg é um dos maiores nomes da história do cinema e sempre que surge um novo trabalho do cineasta existe a expectativa de uma grande experiência cinematográfica. Sua mais recente produção é Dia D (Disclosure Day) com lançamento para o dia 11 de junho com distribuição da Universal Pictures.

O filme de ficção científica tem como roteirista David Koepp (Jurassic World: Rebirth) tendo seu  elenco formado por Collin Firth, Emily Blunt, Josh O’Connor e Colman Domingo. Além de assumir a cadeira de direção Spielberg é o produtor do longa. 

A trama de Dia D é sobre o colapso mundial que ocorre quando segredos governamentais são expostos e a existência de vida extraterrestre é confirmada, se tornando uma realidade inegável para toda a humanidade.

Acredito ser muito difícil determinar qual é a maior obra de um cineasta consagrado devido ao altíssimo nível de tudo o que criou. Entretanto, se tratando de Spielberg é tão interessante pensar que o seu melhor trabalho sempre soa ser o mais recente, como se houvesse um aprimoramento de sua técnica e Dia D entrega esta percepção. 


Dia D / Foto: Universal Pictures

Dito isso, o trabalho do diretor é excelente revisitando o fascínio pelo desconhecido, um dos temas que marcou a sua carreira, de uma perspectiva mais humana, emocional e temos neste longa uma conexão entre a fé e a ciência que pouquíssimo já foi abordado no cinema. Além disso, ele conduz a narrativa através do suspense e até usando elementos do terror e essa harmonia de tantos elementos vai resultar em uma experiência cinematográfica impressionante.

O roteiro é outro ponto forte deste filme por colocar na mesma história a ficção científica com uma trama que tem elementos políticos, sociais e uma visão sobre a influência das redes sociais na vida moderna. A ênfase do argumento é sobre o impacto de saber da existência alienígena, levantando muitas questões filosóficas e morais dos seus personagens. 

As atuações de destaque em Dia D são de Emily Blunt, Colman Domingo e Collin Firth que estão excelentes desempenhando os papéis dos três personagens que são os pontos chave da história. Também vale ressaltar o trabalho de atuação de Eve Hewson cuja personagem vai simbolizar essa faceta mais humanizada da história. 

Outros elementos técnicos como a fotografia, montagem, direção de arte são excelentes ambientando o espectador da forma adequada para cada cena e entregam o aspecto de grandiosidade do longa. 

Por fim, acredito que Dia D é um dos fortes candidatos ao melhor filme deste ano, um dos maiores trabalhos de Steven Spielberg e uma obra de ficção científica que tem o potencial de futuramente ser vista como uma das maiores obras de sua década

Mostra de SP 2025 | Bugonia

Por Victoria Hope

Bugonia, de Yorgos Lanthimos, definitivamente será um dos filmes mais divisivos do diretor grego, que novamente firma sua parceria com Emma Stone nesse remake que satiriza a estupidez humana e nos relembra do momento socio-político atual no mundo inteiro.

Na trama, somos introduzidos à Teddy (Jesse Plemmons), um rapaz viciado em teorias da conspiração, que acredita que alienígenas do planeta Andrômeda invadiram a Terra em busca da destruição total do planeta e cabe a ele, um simples humano comum, parar essa ameaça, nem que para isso ele precise da ajuda de seu primo mais novo, Dom (Aidan Delbis)

O alvo da dupla atrapalhada é ninguém mais que Michelle (Emma Stone), uma poderosa CEO da indústria farmacéituca, que segundo Teddy, é uma alienígena. Nenhum dos dois rapazes tem provas, porém por um golpe de sortem, conseguem sequestrar a empresária e a partir dai, começam um jogo de torturas físicas e psicológicas com a mulher, afim de arrancarem uma suposta confissão.

Olhos mais atentos com certeza poderão até mesmo notar alfinetadas modernas sobre casos como o de Luigi Mangione, acusado do assassinato do CEO da United Healthcare, Brian Thompson. Não que Bugonia seja o primeiro filme a falar sobre a revolta da classe trabalhadora contra o capital, mas muitos com certeza vão assimilar semelhanças com o caso mais recente na mídia. 


Bugonia / Foto: Universal Pictures


Com um tom de Misery, do Stephen King, o filme é repleto de mensagens extremamente relevantes, desde a crítica ao capitalismo à indústria farmacêutica à um estudo sobre teorias conspiratórias e como a internet, pelo bem ou pelo mal, pode influenciar pessoas a acreditarem em tudo o que leem, por mais caóticas e conspiratórias que sejam as teorias.

Tem momentos no filme onde o personagem Teddy chega a requintes de crueldade contra Michelle e é nesse instante que a audiência começa a se questionar se todo esse ódio de Teddy é pelos supostos alienígenas invasores ou se ele odeia a mulher em si pelo fato dela ser essa CEO que supostamente está ligada à uma tragédia que aconteceu com a mãe do rapaz ou por ela também supostamente ser uma das empresárias que está acabando com a população de abelhas e consequentemente, destruindo o planeta.

Em Bugonia, Emma Stone está mais contida, porém se diverte no papel da inabalável magnata Michelle, sabendo dosar o drama e bom humor com maestria ao lado de Jesse Plemmons, que aqui apresenta um dos melhores trabalhos de sua carreira, mas vale também o destaque para Aidan Delbis, que apesar de novato, faz um excelente trabalho e ainda adiciona uma importante representatividade neurodiversa muito bem vinda às telas. 

Além da brilhante direção de fotografia e uma ótima trilha sonora, o filme faz pensar, mas por trazer tantos plot-twists e caos em tela, pode ser mais um título divisivo para o público geral. É um filme mais simples do que Pobres Criaturas do mesmo diretor, por exemplo, mas não isso não quer dizer que o projeto não tenha seus trunfos.

NOTA: 9/10

[Review] Megan 2.0

 

Por Victoria Hope

Em uma era onde o debate sobre IA está cada vez mais acalorado, filmes como Megan 2.0 trazem diversos questionamentos relevantes sobre o assunto e apesar do longa ser uma comédia de terror (ou terrir), consegue manter a história relevante e tocar nessa ferida que tem mexido em todas as áreas domundo, desde o universo corpotativo ao mundo das artes.

Nessa sequência, Gemma (Allison Williams) e sua sobrinha Cady (Violet Mcgraw) tentam retomar suas vidas após a destruição da robô Megan (interpretada aqui de forma brilhante por Jenna Davis). Com o advento da IA invadindo todas as questões políticas e sociais, Gemma, que agora se tornou uma autora best-seller, tenta retomar sua vida com sua sobrinha, cortando o tempo em que a garota passa rodeada de internet e tecnologia ao passo em que a própria adulta segue com criações tecnológicacas com sua equipe a fim de 'melhorar o mundo'.

Um dos grandes trunfos de "Megan 2.0" é o humor típico do primeiro longa, mas que aqui chega a níveis ainda mais elevados de 'camp' com uma boa dose de ação tal qual um thriller de espionagem, o que pode vir a dividir o público, já que muitos estavam esperando o bom e velho horror sci-fi que fez do primeiro longa algo tão especial e fora da casinha.


M3gan 2.0 / Foto: Universal Pictures

O próprio CGI do filme em tão pouco tempo de saga já evolui ainda mais, o que também acrescenta ainda mais nuances para a temática. Megan 2.0 é o tipo de filme onde o público realmente precisa embarcar em todo o absurdo da trama, do contrário, a história não vai funcionar e no caso da pessoa que escreve essa crítica, o filme funcionou muito bem, superando o primeiro título em diversos aspectos.

Começando pelo figurino ainda mais detalhado, bordões inesquecíveis e uma rápida passagem pelo tema da singularidade, outro tópico polêmico dentro da área da tecnologia, o novo filme acerta em tentar trazer uma Megan mais anti-heroína ao invés de vilã, afinal isso abre margem para muitos outros projetos explorarem esse lado da bonequinha.

Para quem esperava algum momento icônico da personagen titular cantando ou dançando, esse filme será um prato cheio. É entretenimento puro e apesar de trazer um novo vilão bem fraco, a trama consegue ser bem envolvente.

 Nota: 8.5/10

M3gan 2.0 | Essa bonequinha não sabe brincar! Universal Pictures inicia hoje a pré-venda de ingressos do thriller

 


Por Victoria Hope

A Universal Pictures acaba de anunciar a abertura da pré-venda de ingressos da aguardada sequência “M3GAN 2.0” (M3GAN 2.0) - longa que dá sequência ao sucesso que cativou a geração Z e foi trend no cenário da cultura pop em 2023. A partir de hoje, sexta-feira 13/6, às 13h13, o público poderá garantir os ingressos para assistir ao filme, que estreia dia 26 de junho. 

A nova produção se passa dois anos após “M3GAN”, que reuniu mais de 2 milhões de espectadores nos cinemas nacionais além de permanecer por cinco semanas entre as 10 maiores bilheterias do país. O primeiro filme também quebrou recordes de bilheteria, arrecadando US$ 30,4 milhões nas bilheterias internacionais - a maior abertura de final de semana de um filme de terror PG-13 desde “Um Lugar Silencioso - Parte II”. 

A história acompanha M3GAN, uma maravilha da inteligência artificial se tornar desonesta e embarcar em uma fúria assassina, impecavelmente coreografada, que provocou a sua destruição. Sua criadora, Gemma (Allison Williams), tornou-se uma autora de grande prestígio e defensora da supervisão governamental da IA. Mas a sobrinha de Gemma, Cady (Violet McGraw), agora uma adolescente de 14 anos, rebelou-se contra as regras superprotetoras da tia. 


M3gan 2.0 / Foto: Universal Pictures

Sem o conhecimento delas, a tecnologia de base do protótipo M3GAN foi roubada e (mal) utilizada por um poderoso empresário da área de defesa para criar uma potencial arma militar fatal, conhecida como Amelia (Ivanna Sakhno, da série Ahsoka, Círculo de Fogo: A Revolta) - a infiltrada espiã assassina sem limites. Mas, à medida que a autoconsciência de Amelia aumenta, ela se torna decididamente menos interessada em receber ordens de humanos, ou em mantê-los por perto.    

Com o futuro da existência humana em jogo, Gemma percebe que a única opção é ressuscitar M3GAN (Amie Donald, dublada por Jenna Davis) e fazer algumas atualizações para deixá-la mais rápida, mais forte e mais letal. Quando os caminhos de M3GAN e Amelia colidem, a imprevisível IA original pode estar prestes a encontrar seu par perfeito.    

Dirigido pelo prestigiado cineasta Gerard Johnstone, “M3GAN 2.0” traz de volta Brian Jordan Alvarez e Jen Van Epps, como os leais companheiros de equipe de tecnologia de Gemma, Cole e Tess. Além dos recém-chegados Aristóteles Athari, de Saturday Night Live e Hacks; Timm Sharp, de Apples Never Fall  e Percy Jackson e o Ladrão de Raios; e o vencedor do Grammy e onze vezes indicado ao Emmy Jemaine Clement, de Avatar: O Caminho da Água e O que Fazemos nas Sombras. 

Predador, Assassino dos Assassinos | Novo filme da franquia chega dia 6 de junho no Disney+

 

Por Victoria Hope

A 20th Century Studios anunciou o lançamento de Predador: Assassino dos Assassinos, um filme de animação original ambientado no universo de Predador, que estreia exclusivamente no Disney+ em 6 de junho de 2025. Já estão disponíveis o primeiro pôster do longa-metragem de ação e aventura.

A história antológica acompanha três dos guerreiros mais brutais da história da humanidade: uma invasora viking que leva seu filho em uma busca sangrenta por vingança; um ninja no Japão feudal que se volta contra seu irmão samurai em uma batalha cruel pela sucessão, e um piloto da Segunda Guerra Mundial que investiga uma ameaça de outro mundo contra os Aliados. Mas, embora todos os guerreiros sejam assassinos por direito próprio, eles são apenas presas para seu novo oponente: o Assassino dos Assassinos.

Predador: Assassino dos Assassinos é dirigido por Dan Trachtenberg com Josh Wassung, do estúdio de animação The Third Floor, como codiretor. O filme tem roteiro de Micho Robert Rutare, e a história é de Trachtenberg e Rutare, baseada nos personagens criados por Jim Thomas e John Thomas. John Davis, Dan Trachtenberg, p.g.a., Marc Toberoff e Ben Rosenblatt, p.g.a. são os produtores, com Lawrence Gordon, James E. Thomas, John C. Thomas, e Stefan Grube como produtores executivos.

Eletric State | Novo filme estrelado por Millie Bobby Brown e Chris Pratt ganha novo trailer e jogo interativo

Por Victoria Hope

A Netflix lançou o último trailer da megaprodução The Electric State com Millie Bobby Brown, Chris Pratt e grande elenco. O filme é uma aventura de ficção retrofuturista dos diretores e irmãos Russo, que estreia dia 14 de março, na Netflix. 

No filme, Millie Bobby Brown (Stranger Things, Enola Holmes, Donzela) interpreta Michelle, uma adolescente órfã que vive em uma sociedade em que robôs, que lembram desenhos animados e mascotes, já serviram aos humanos de forma pacífica. Esses robôs, agora, estão exilados após uma rebelião fracassada, mas tudo muda quando ela encontra Cosmo, um robô que a leva a acreditar que seu irmão Chris, está vivo e Keats (Chris Pratt, Guardiões da Galáxia, Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros) um contrabandista que vai se mostrar muito mais que um ânimo nessa jornada. 

The Electric State tem direção de Anthony e Joe Russo e conta com estrelas como Millie Bobby Brown, Chris Pratt, o vencedor do Oscar Ke Huy Quan, Jason Alexander, Giancarlo Esposito, o indicado ao Oscar Stanley Tucci e Woody Norman. Anthony Mackie, Woody Harrelson, Brian Cox, Jenny Slate e Alan Tudyk emprestam seus talentos vocais na versão em inglês na dublagem dos robôs. O filme é baseado na graphic novel de Simon Stålenhag e tem roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely.


The Eletric State: Kid Cosmo / Foto: Netflix

E não para por aí! A partir do dia 18 de março, o público também poderá entrar no universo de The Electric State pelos olhos dos irmãos Chris e Michelle em The Electric State: Kid Cosmo, um novo jogo de aventura e quebra-cabeça em formato compacto. Este jogo se passa 5 anos antes dos eventos do filme, misturando jogabilidade e narrativa emocional para criar uma experiência imersiva. 

O jogo estará disponível para IOS e Android, exclusivamente para assinantes Netflix. Confira o trailer final do longa abaixo:

[Review] Em Mickey17 de Bong Joon-Ho, Robert Pattinson se consagra como um dos maiores atores da nova geração

 

Por Victoria Hope

Um dos longas mais aguardados do ano sem dúvida é "Mickey17", longa do vencedor do Oscar Bong Joon-ho estrelado por Robert Pattinson, com estreia marcada para seis de março nos cinemas. Após anos de atraso, com tantas mudanças na data de lançamento, o sci-fi político chega em breve aos cinemas.

Quem conhece os trabalhos do diretor coreano Bong Joon-Ho como "Snowpiercer", "Okja" e até mesmo "The Host", sabe como ele foi a escolha perfeita para adaptar o livro de Ashton Edward, "Mickey7", já que muitos dos temas dos filmes dirigidos por ele tocam na mesma temática sci-fi política que possuem muitos paralelos com a realidade em que a população vive. 

Na trama, Mickey é um Trabalhador Dispensável: um funcionário descartável numa expedição humana enviada para colonizar o mundo gelado Niflheim. Sempre o escolhido para as missões mais perigosas, ele é considerado descartável, já que toda vez que morre, uma nova versão é impressa com as mesmas memórias do personagem, mas tudo muda quando sem querer, num dia, uma das versões não completa sua missão de morrer e agora dois Mickeys estão zanzando por aí.


Mickey17 / Foto: Warner Bros. Pictures

A forma com que o filme lida com as questões éticas e sociais das cópias impressas é muito interessante e possui diversos paralelos com a vida real, afinal, quantas histórias ouvimos sobre pessoas que doam absolutamente tudo, até mesmo partes do corpo que precisariam, porque precisam de uma renda extra?

Mickey17 nos lembra da fragilidade do sistema bem como os perigos da mistura da religião com o estado e com a política, tudo isso muito bem representado por Mark Ruffalo, que aqui está hilário no papel do presidente tirano Kenneth Marshall, que aqui se assemelhan com diversas figurinhas carimbadas políticas que brigam pelo retrocesso e controle máximo da população.

Mas o verdadeiro destaque do longa definitivamente é Robert Pattinson, em um de seus melhores traabalhos, representando aqui o doce e medroso Mickey e todas as suas outras versões, uma bem distinta da outra. Com uma voz super engraçada, mas uma performance hora tensa e hora emocionante, ele mostra mais uma vez que é um dos grandes nomes da nova geração de Hollywood.


Mickey 17 / Foto: Warner Bros. Pictures

Outro destaque do longa é Naomi Ackie, aqui entregando muitos momentos que vão fazer o público morrer de rir, mas também sendo protagonista de eventos cruciais da trama e falando na história, é sempre muito interessante ver como Bong Joon-ho consegue trazer humanidade nas relações e mostrar o quanto a comunidade é mais forte do que pessoas ou pensamentos individualistas.

A trama dos aliens, bem ao estilo Okja, foi só mais uma metáfora para trazer a tona aquestão de povos originários, além de temas como colonialismo, capitalismo e religião afetando o estado, tudo isso pareado com uma brilhante direção, uma excelente fotografia e um elenco afiadíssimo

Em alguns momentos, o filme chega a embrulhar o estômago pelo nível de nojeira e fluídos em tela, mas tudo isso apenas relembra a audiência de que apesar de ser a cópia da cópia, ainda assim, Mickey é essencialmente humano; um humano comum que como todos os outros, tem medo da morte, sente dor, sente prazer e só quer poder ter um pouquinho de paz. Em tempos sombrios, o otimismo de Mickey17 é muito bem-vindo.

Nota: 9/10

Alien Romulus | Saiba tudo sobre um dos filmes de terror sci-fi mais aguardados do ano

 

Por Victoria Hope

Uma das produções de terror mais esperadas do ano, Alien: Romulus chega aos cinemas na próxima quinta-feira, 15 de agosto!  Dirigido e roteirizado por Fede Alvarez, o novo thriller de ficção científica da 20th Century Studios leva a fenomenal franquia de sucesso Alien de volta às raízes.

Confira, abaixo, um compilado das principais informações sobre o novo longa:

Uma franquia já conhecida

Iniciada em 1979 por Ridley Scott com Alien, o Oitavo Passageiro, a franquia Alien retrata uma série de encontros mortais entre os seres humanos e uma espécie extraterrestre hostil, seguindo a subtenente Ellen Ripley e suas batalhas com uma forma de vida extraterrestre. A trama se estende em outras oito produções, sendo Alien: Romulus a nona produção de uma das sagas de ficção científica mais famosas.

A franquia é um sucesso desde a década de 80 e já obteve mais de 22 indicações em prêmios renomados do cinema como Oscar®, Globo de Ouro®, BAFTA Awards®, entre outros.

Qual a trama de Alien: Romulus?

O novo longa se passa entre o primeiro filme da franquia, Alien: O Oitavo Passageiro (1979), e o segundo, Aliens: O Resgate (1986) - mais especificamente cerca de 20 anos após a produção que inicia a saga.

Na trama, um grupo de jovens vasculham uma estação espacial desativada, na esperança de encontrar a tecnologia necessária para deixar seu planeta condenado para trás, mas que acabam despertando involuntariamente o organismo mais aterrorizante do universo.

Quais os outros filmes da franquia e onde assistir?

Com mais de 40 anos de sucesso, a saga de Ridley Scott conquistou uma legião de fãs que ultrapassa gerações. Considerada um marco da cultura pop, a franquia conta com: Alien: O Oitavo Passageiro (1979), Aliens: O Resgate (1986), Alien 3 (1992), Alien: A Ressurreição (1997), Alien vs. Predador (2004), Alien vs. Predador 2 (2007), Prometheus (2012) e Alien: Covenant (2017) - todos disponíveis com exclusividade no Disney+.

Alien Romulus / Foto: 20th Century Fox

Saiba mais sobre o elenco e produção de Alien: Romulus

Pela primeira vez, um filme da franquia conta com um elenco composto por jovens adultos, são eles:  Cailee Spaeny, David Jonsson, Archie Renaux, Isabela Merced, Spike Fearn e a estreante Aileen Wu.

A direção do longa fica por conta do uruguaio Fede Alvarez, conhecido por filmes de terror de sucesso como Evil Dead (2013) e O Homem nas Trevas (2016), que junto de Rodo Sayagues também roteirizou a obra baseada nos personagens criados por Dan O'Bannon e Ronald Shusett.

Alien: Romulus tem produção de Ridley Scott (Napoleão), que dirigiu o original Alien: O Oitavo Passageiro (1979), Prometheus (2012) e Alien: Covenant (2017), ambos filmes da franquia. Já Michael Pruss (O Estrangulador de Boston) e Walter Hill (Alien: O Oitavo Passageiro) - junto de Alvarez, Elizabeth Cantillon (As Panteras), Brent O'Connor (Trem Bala) e Tom Moran (Incontrolável) - atuam como produtores executivos.

 Os vilões mais temidos do espaço estão de volta!

Uma das duplas de vilões mais conhecidas das sagas de ficção de cientifica retornam ainda mais aterrorizantes. O Xenomorfo é uma espécie extraterrestre parasitoide que possui um ácido concentrado no lugar de sangue, não requer comida e pode sobreviver em qualquer atmosfera. Ele tem uma forma humanoide esquelética com uma cabeça cilíndrica alongada e uma cauda óssea.

Já os icônicos facehuggers são uma criatura alienígena parecida com uma aranha com dedos ossudos. Possuem uma espécie de "língua" que entra em seu hospedeiro humano pela boca e implanta uma semente que se funde com o DNA da vítima e cresce rapidamente. Eles não têm olhos, mas rastreia os humanos por sua temperatura corporal.

Julia Roberts, Ethan Hawke e Mahershala Ali estrelam O Mundo Depois de Nós, que chega à Netflix em 8 dezembro

 

Por Victoria Hope

Neste suspense apocalíptico do premiado roteirista e diretor Sam Esmail (Mr. Robot), Amanda (Julia Roberts, vencedora do Oscar®) e o marido Clay (Ethan Hawke, indicado ao Oscar®) alugam uma luxuosa casa para passar o fim de semana com os filhos, Archie (Charlie Evans) e Rose (Farrah Mackenzie)

Mas as férias da família são abaladas quando dois desconhecidos — G.H. (Mahershala Ali, vencedor do Oscar®) e a filha Ruth (Myha'la Herrold) — aparecem à noite, falando sobre um misterioso ataque cibernético e buscando refúgio na casa que alegam ser deles. 

As duas famílias precisam enfrentar um desastre iminente que fica mais assustador a cada minuto, obrigando todos a encontrarem seu lugar neste mundo em colapso. Baseado no livro indicado ao National Book Award, Leave the World Behind, de Rumaan Alam, O Mundo Depois de Nós é produzido pela Esmail Corp e Red Om Films, com produção executiva da Higher Ground Productions.

Nesse suspense provocativo sobre medos, desejos e tensões, com a expectativa de curtir uma semana de férias, Amanda e Clay alugam uma casa em um lugar remoto de Long Island. Tudo o que eles querem é um descanso da vida agitada que levam na cidade de Nova York, aproveitar um tempo de qualidade com os dois filhos adolescentes e se deleitar na propriedade luxuosa. 

Sem acesso à TV nem sinal de internet ou rede de telefone, não há como checar a veracidade das informações. Amanda e Clay devem confiar nesse casal — e vice-versa? O que aconteceu em Nova York? A casa de férias, isolada da civilização, é um local realmente seguro para ambas as famílias? E, mais importante: eles estão a salvo uns dos outros?

AMC exibe drama espacial Ad Astra: Rumo às Estrelas, na próxima quarta-feira às 22h

Por Victoria Hope

O AMC exibe na próxima quarta-feira, 16/08, às 22h, o longa dirigido por James Gray ("Era Uma Vez em Nova York"), "Ad Astra: Rumo às Estrelas". Filme que une uma aventura espacial com o drama de uma ficção científica, segue astronauta que viaja às bordas do sistema solar para encontrar seu pai e desvendar um mistério que ameaça a vida na terra.

Estrelado por Brad Pitt ("Babilônia"), Tommy Lee Jones ("O Fugitivo") e Ruth Negga ("Loving: Uma História de Amor"); "Ad Astra" recebeu 73 indicações cinematográficas, levando 13 prêmios e com o faturamento bruto de bilheteria mundial estimado em US$ 127.461.872. Produção opta pelo uso de efeitos práticos ao invés do habitual CGI para retratar o espaço nos moldes de "2001: Uma Odisséia no Espaço".

Você também pode conferir "Ad Astra: Rumo às Estrelas", no próximo dia 20, às 19h50, no AMC. O filme também fica disponível após sua exibição, nas operadoras de VoD que contam com o canal na grade de programação.

SXSW | Slip

 

Por Victoria Hope

No episódio piloto 'Slip', série dirigida, roteirizada e protagonizada Zoe Lister-Jones, que teve sua estreia no SXSW, Mae trabalha em um museu de arte e mora com Elijah há treze anos. Embora ainda haja amor entre eles, há pouco romance a ser encontrado, e eles pararam em torno de Elijah querendo um filho e Mae se sentindo apreensiva. 

Quando Mae "escorrega" e tem um caso de uma noite com Eric, ela acorda na manhã seguinte em pânico, apenas para perceber que de alguma forma entrou em um universo paralelo no qual ela e Eric agora estão casados, e todos os vestígios de sua vida com Elijah foi apagado da existência.

O primeiro episódio é curtíssimo na medida certa e mostra de forma muito 'criativa', num universo paralelo. A premissa é interessantíssima e sai fora da caixinha convencional que estamos acostumados a ver em séries de tv americanas e além disso, as atuações estão excelentes. 

Com uma trama bem original, Slip tem potencial de se tornar uma série consagrada caso seja adquirida por um canal ou streaming. Tudo o que sabemos é que ao final do episódio piloto, os espectadores vão praticamente salivar para querer os próximos episódios o mais rápido possível para mergulhar nesse universo e descobrir como será a nova vida de Mae! 

NOTA: 9.5/10

SXSW 2022 | Awayy (Episodic Pilot)

 28/03/2022

Por Victoria Hope

Em Awayy, dos diretores Aqsa Altaf e John X, Ivy, 22, uma garçonete de cidade pequena está prestes a se mudar para Nova York para fazer teatro com seu melhor amigo, Taz, quando de repente uma explosão solar interrompe todas as viagens aéreas e a força a ficar em sua pequena cidade. 

Ivy começa a sofrer desmaios como resultado de uma explosão solar que faz com que sua mente se desprenda no tempo. A ideia da trama é extremamente criativa e traz uma nova perspectiva para o tema sci-fi de viagem no tempo e contato com o desconhecido.

O episódio piloto triunfa em fazer o público investir na temática, principalmente por conta da diversidade de protagonistas em um gênero que apenas há pouco tempo começou a contar com personagens mais diversos em foco. 

Ao melhor estilo 'premonição', Ivy é uma das pessoas que supostamente foi afetada pela explosão solar e começa a ter visões, como se por exemplo, em uma outra vida, ela já tivesse pilotado aviões caça, sendo que não se lembra de nada disso, mas quatro meses depois, ao acordar, ela passa pela mesma situação que aconteceu anteriormente com seu melhor amigo, antes dele pegar o voo. 

Teria sido tudo um sonho? Efeito borboleta? Uma premonição ou uma verdadeira viagem no tempo? Essas são as perguntas que ficam no ar ao final do episódio. Sem dúvida essa temática é muito criativa para se trabalhar e uma série que abordasse essa trama traria um ar de renovação que o gênero sci-fi tanto precisa. 


NOTA: 9/10

Não! Não Olhe | Novo filme de Jordan Peele ganha primeiro trailer

Por Victoria Hope

O cinema está vivíssimo! 'Não! Não Olhe' (Nope), novo filme Peele ganhou materiais inéditos eletrizante nesse domingo (13). A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer legendado do novo longa escrito e dirigido pelo vencedor do Oscar, Jordan Peele, que revolucionou e redefiniu o terror moderno com “Corra!” e “Nós”: Não! Não Olhe! é o novo terror épico do diretor.

Estrelado por Daniel Kaluuya (“Corra!”, “Judas e o Messias Negro”), Keke Palmer (“As Golpistas”, “Alice”), Steven Yeun (“Minari: Em Busca da Felicidade”, “Okja”), Michael Wincott (“Hitchcock”, “Westworld”) e Brandon Perea (“The OA", “American Insurrection”), o longa conta a história de residentes em uma ravina solitária do interior da Califórnia que testemunham uma descoberta estranha e assustadora.

Daniel Kaluuya e Jordan Peele nos bastidores do filme / Foto: Universal Pictures

Assista o trailer:

Sundance 2022 | Something in the Dirt

 

Por Victoria Hope

Em "Something in the Dirt', os talentosos reis do DIY (do it yourself), Aaron Moorhead e Justin Benson fazem sua estreia no Festival Sundance, servindo de co-diretores, co-estrelas, co-editores, roteirista (Benson) e diretor de fotografia (Moorhead) nesse sci-fi de baixo orçamento as avessas. 

Na história, Levi consegue um apartamento numa parte escondida próxima as montanhas de Hollywood, fechando assim seu êxodo em Los Angeles. Rapidamente ele faz amizade com seu vizinho John, um homem que acabou de se divorciar do esposo, adora literatura  e jogar conversa fora, então logo, a dupla passa os dias trocando histórias sob o céu da cidade.

Num belo dia, Levi e John presenciam algo impossível de seus apartamentos e assustados no começo, eles percebem que isso poderia mudar suas vidas para sempre e dar a eles finalmente um propósito, então, com a mente na grana que poderiam lucrar com esse achado, esses dois estranhos irão tentar provar o sobrenatural.

A química entre os dois personagens brilha no roteiro, passando verdade nessa amizade que acontece de forma tão instantânea entre os protagonistas, enquanto eles mergulham em um buraco cada vez mais fundo e longe da realidade. Something in the Dirt é uma história sobre esses tempos paranoicos pós-pandemia, onde qualquer resposta possível, pode ser encontrada online e o que acontece quando conspiracionistas encontram tempo de sobra.

É uma mistura de Arquivo X, com Unsolved Mysteries e um pouquinho de Poltergeist, mas em uma versão mais 'punk' em um ode as raizes do cinema underground. A trilha sonora é impecável e traz ainda mais um ar de mistério, nesse conto que no início parece ilário, mas rapidamente se torna assustador, onde dois caras fora da casinha, mexem com forças que deveriam deixar em paz. 

NOTA: 8.5 /10

Sundance 2022 | Dual

Por Victoria Hope

E nesse quarto dia de Sundance, abrimos o festival assistindo Dual, sci-fi de Riley Stearns estrelado por Karen Gillan (Guardiões da Galáxia) e Aaron Paul (Breaking Bad). Vale lembrar que o evento acontece online até o dia 30 de janeiro. 

Nessa história, recentemente diagnosticada com uma doença incurável, Sarah está insegura sobre como lidar com essa notícia, mas para ajudar a aliviar o sofrimento de seus amigos e sua família, ela é incentivada a participar de um processo futurista de clonagem chamado 'Replacement', onde a garota passará seus últimos dias treinando um clone dela para ensiná-lo a como viver como ela assim que a jovem partir. 

Mas enquanto leva-se apenas uma hora para criar um clone perfeito nesse universo, as coisas começam a mudar quando o clone passa a ser indesejado por todos a sua volta. Essa comédia dark com um toque de Black Mirror Lanthimos, cruza as linhas da sátira em uma excêntrica jornada sci-fi.

Dual / Foto: Sundance

Em uma espécie de mini Jogos Vorazes, em algum determinado momento, quando os doubles (duplicatas) não são mais quistos, são obrigados a lutar até a morte com suas versões originais e a versão que ganhar, ficará pra sempre com a identidade inicial.

Todo o treinamento da duplicada e da própria protagonista tem a função de prepará-las para o último duelo, que faz parte do programa da criação de clones, já que todas as pessoas que criam cópias de si mesmas nesse universo, estão com doenças terminais, logo, não tem nada a perder.

Karen Gillan hipnotiza, apresentando uma protagonista apática e fria, que parece não temer a morte iminente, mas que logo percebe que ir embora é mais difícil do que parece, enquanto seu treinador (Paul), tenta prepará-la para a batalha que pode ou não ser transmitida ao vivo na televisão. O filme mantém o tom monótono e desinteressante em uma premissa que teria potencial para mais cenas de ação e um final mais impactante do que foi apresentado. 

NOTA: 8/10