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[Review] Carrie de Mike Flanagan, consegue trazer um novo olhar à obra de Stephen King

 

Por Victoria Hope

Quando uma nova série de "Carrie" foi anunciada, fãs sentiram muito receio, já que essa história foi adaptada à exaustão e infelizmente, deixando a desejar em grande parte das produções, porém, quando o nome do diretor Mike Flanagan, conhecido por suas séries de terror fantásticas como "Missa da Meia Noite", "A Maldição da Residência Hill", entre outros, foi mencionado, fãs começaram a sentir uma pontada de esperança.

A ideia de modernizar Carrie, inicialmente não agradou muito, porém, uma modernização faz completamente sentido, já que os tempos são completamente outros e a ideia principal da série é atrair um público mais jovem, principalmente geração Z, para a obra de Stephen King.

Agora, de modo mais pessoal, posso afirmar que sendo fã assídua de Carrie e Stephen  King desde a infância, a série me surpreendeu demais e fico feliz em dizer que é uma das melhores adaptações modernas da história, graças ao elenco e a brilhante direção de Flanagan.

Carrie / Foto: Prime Video

É claro que em como todas suas adaptações anteriores, Mike Flanagan toma certas liberdades para adaptar alguns eventos à sua maneira, mas isso não se torna um demérito aqui, principalmente porque o diretor consegue adicionar ainda mais contexto para a personagem, principalmente expandindo o histórico de pessoas que tem os mesmos poderes dela e afirmando uma teoria que permeia a mente dos fãs mais tradicionais de Carrie à anos. 

Na série, acompanhamos uma Carrie que não é tímida, mas sim confiante e sempre disposta a aprender e com uma mãe, que incialmente irá causar estrranheza pelos fãs mais antigos, por parecer mais compreensiva e amável, mas é claro que existe um motivo por trás e o trabalho de Samantha Sloan (brilhante) fazendo o papel da fanática religiosa, aqui ganha ainda mais profundidade, já que a história se passa em tempos onde mães ultra-religiosas se modernizam para tentar atingir pessoas mais jovens, ainda que disseminando com discursos como "fazer a América ser o que era de novo".

Carrie, aqui interpretada de forma excepcional por Summer H.Howell, é uma menina doce e curiosa, mas que vive presa em casa pois sua mãe não acredita que ela tenha conhecimentos apropriados numa escola, já que sua mãe vê as pessoas "do mundo" como pecadoras e isso inclui todo o corpo docente, alunos e funcionários da escola.

Carrie / Foto: Prime Video

Mas o público irá se surpreender, pois apesar de Carrie ser alegre e simpática (e muito expressiva) aqui, as cenas de bullying são extremamente mais violentas do que as cenas de adaptações anteriores, com momentos que vão trazer um nó na garganta, culminando na tão esperada vingança dela, que aqui será ainda mais cruel, mesmo que "terceirizada".

A genialidade de Carrie nessa nova fase, é que a série apresenta diversos dilemas modernos como notícias falsas, o uso de I.A e redes sociais para bullying contra não apenas crianças e adolescentes, mas contra adultos também, temas como suicídio, depressão, a ascenção do neopentecostalismo no mundo entre outros assuntos muito pertinentes para os dias de hoje.

Até mesmo os bullies da história tem uma vida horrorosa e isso é mostrado em diversos momentos, mas mesmo assim, esses bullies não são tratados como pobre coitados. Aqui, Mike Flanagan tenta examinar como o anonimato traz a falsa sensação de poder para pessoas que já estão com uma vida péssima no mundo real e como essas pessoas descontam sua raiva e frustração nos outros e como esse bullying não existe apenas online, como pode e irá ser levado aos extremos da vida real em alguns casos.

Carrie / Foto: Prime Video

Outro detalhe da série, é que ela abre espaço para mais temporadas, talvez até mesmo para uma trilogia, principalmente após algumas revelações que conectam essa história com obras como Doutor Sono, O Instituto e O Iluminado, o que proporciona uma excelente surpresa para os fãs.

O lado mais fraco da série porém, infelizmente acontece quando o foco da história sai de Carrie e vai para personagens secundários, porque diferente de outros projetos de Flanagan, aqui o elenco secundário não apresenta performances realmente impactantes até o quarto episódio, o que com certeza vai dividir opiniões, já que geralmente o diretor sabe balancear muito bem diversos núcleos, mas aqui, de alguma forma, isso não funciona muito bem.

E apesar disso, a série continua excelente por si só, trazendo algumas das cenas mais aguardadas pelos fãs, como a famigerada cena do baile, que aqui ganha ainda mais requentes de crueldade, para a alegria de muitos, já que Carrie finalmente consegue ter sua vingança e mesmo que o momento seja de certa forma terceirizado aqui, no último episódio finalmente entendemos que aquela é Carrie, ela sabe que é quase uma divindade e agora ninguém irá pará-la.

NOTA: 8.5/10

De Anna Todd a Suzanne Collins e Colleen Hoover | Adaptações literárias movimentam o audiovisual em 2026

 

                                                                                                                      Por Victoria Hope

The Last Sunrise estreia no Prime Video no final de agosto, enquanto outros best-sellers chegam aos cinemas e ao streaming ao longo do ano


Do livro para as telas, histórias de romance que conquistaram leitores vêm ganhando cada vez mais espaço nos catálogos dos streamings. É nesse movimento que estreia, em 26 de agosto, no Prime Video, The Last Sunrise, adaptação do romance homônimo de Anna Todd, autora best-seller conhecida mundialmente pela série After. Estrelado por Maia Reficco, Fernando Lindez e Eva Longoria, o longa leva para Maiorca uma história sobre amor, liberdade, amadurecimento e os limites impostos pela família e pela própria condição de saúde.

Na trama, Oriah “Ry” Pera (Maia Reficco), uma universitária de 22 anos que convive com uma doença crônica, viaja para Maiorca, na Espanha, com a mãe, Isolde (Eva Longoria). Acostumada à superproteção materna e às limitações impostas por sua condição de saúde, Ry encontra no verão a oportunidade de experimentar uma independência que até então parecia distante. A mudança ganha novos contornos quando ela conhece Julián (Fernando Lindez), um jovem espanhol que a incentiva a aproveitar o presente e descobrir uma versão de si mesma que ainda não conhecia.

No livro, Anna Todd mergulha nos pensamentos de Ry, em seus medos e na relação complexa que ela mantém com a própria condição de saúde. A obra também desenvolve com maior profundidade o passado de sua família e a origem da postura extremamente protetora de sua mãe, já no filme, essa construção ganha uma abordagem mais concentrada na relação entre Ry e Julián e no processo de amadurecimento da protagonista. A adaptação privilegia o romance e a experiência transformadora vivida durante o verão, mantendo, ao mesmo tempo, temas centrais do livro, como autonomia, liberdade e a necessidade de encontrar um caminho próprio.

A chegada de The Last Sunrise acontece em um momento de forte valorização das adaptações literárias pelo mercado audiovisual. Segundo dados da Ampere Analysis, 83% das novas produções de romance encomendadas por streamings no primeiro semestre de 2026 eram roteirizadas, e mais de 40% delas tinham origem em obras literárias. 

The Last Sunrise / Foto: Prime Video

O levantamento também aponta que o volume de novas adaptações de livros cresceu 73% na comparação entre os períodos analisados. O romance permanece especialmente relevante entre o público de 18 a 24 anos: 49% dos entrevistados dessa faixa etária declararam interesse pelo gênero no primeiro trimestre de 2026! 

O movimento deve continuar nos próximos meses. Entre as adaptações literárias que chegam às telas ainda em 2026 estão A Hipótese do Amor, de Ali Hazelwood, em 23 de setembro, no Prime Video; Verity, de Colleen Hoover, em 2 de outubro, nos cinemas; e Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, de Suzanne Collins, em 19 de novembro, também nos cinemas.

Para os leitores, a tendência cria uma via de mão dupla: enquanto os livros ganham novas audiências impulsionadas pelas adaptações, os lançamentos audiovisuais também despertam o interesse pelo material que deu origem às histórias. 

Verity / Foto: Amazon MGM Studios
Verity - Colleen Hoover

O amor é capaz de superar a pior das verdades? Verity Crawford é a autora best-seller por trás de uma série de sucesso. Ela está no auge de sua carreira, aclamada pela crítica e pelo público, no entanto, um súbito e terrível acidente acaba interrompendo suas atividades, deixando-a sem condições de concluir a história. Nessa complexa circunstância que surge Lowen Ashleigh, uma escritora à beira da falência convidada a escrever, sob um pseudônimo, os três livros restantes da já consolidada série. Quanto mais tempo fica envolvida com a família, mais Lowen fica confusa na rede de mentiras e segredos, e, lentamente, adquire sua própria posição no jogo psicológico que rodeia aquela casa.


A Hipótese do Amor – Ali Hazelwood
Depois de sair algumas vezes com Jeremy, Olive Smith, aluna do doutorado em Biologia da Universidade Stanford, ela percebe que sua melhor amiga gosta dele e decide juntá-los. Para mostrar que está feliz com essa escolha, Olive precisa ser convincente: afinal, cientistas exigem provas. Sem muitas opções, ela resolve inventar um namoro de mentira e, num momento de pânico, beija o primeiro homem que vê pela frente. O problema é que esse homem é Adam Carlsen, um jovem professor de prestígio – conhecido por levar os alunos às lágrimas.


Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita – Suzanne Collins
Ao amanhecer do dia da colheita da Quinquagésima Edição dos Jogos Vorazes, o medo toma conta dos distritos de Panem. Nesse ano, em comemoração ao Massacre Quaternário, o dobro de tributos será levado de suas casas. No Distrito 12, Haymitch Abernathy está tentando não pensar muito nas suas chances de ser sorteado – só quer sobreviver ao dia e passar um tempo com a garota que ama. Mas, ao ser escolhido, todos os sonhos de Haymitch desmoronam

Tomb Raider | Prime Video Anuncia Novidades No Elenco

 


Por Victoria Hope

O Prime Video divulga hoje novidades no elenco da série Tomb Raider, que terá os atores Sigourney Weaver (Evelyn Wallis), Jason Isaacs (Atlas DeMornay), Martin Bobb-Semple  (Zip), Jack Bannon (Gerry), John Hefferman (David), Bill Paterson  (Winston), Paterson Joseph  (Thomas Warner), Sasha Luss (Sasha), Juliette Motamed (Georgia), Celia Imrie (Francine) e August Wittgenstein (Lukas) na produção. Eles se juntam a Sophie Turner, já anunciada como Lara Croft, além de Phoebe Waller-Bridge, criadora, roteirista, produtora executiva e co-showrunner, Chad Hodge, produtor executivo e co-showrunner, Jonathan Van Tulleken, além do diretor e produtor executivo, 

“Sou fã de Tomb Raider e da personagem Lara há muito tempo. Ela sempre me pareceu muito corajosa em um mundo dominado por homens. Ela é um modelo feminino incrível!”, diz a protagonista Sophie Turner. 

Com produção executiva da Amazon MGM Studios, Crystal Dynamics, Wells Street Films, Story Kitchen, e Legendary Television, a série é baseada na icônica franquia de videogames Tomb Raider, que acompanha as aventuras da arqueóloga e aventureira mundialmente famosa, Lara Croft. 

“Tomb Raider conta com uma infinidade de personagens icônicos. Estou muito feliz por ter a oportunidade de trazer alguns dos meus favoritos e dos fãs para a tela, além de apresentar alguns novos personagens originais. Este elenco superou todas as minhas expectativas!”, revela Phoebe Waller-Bridge. 

“Tomb Raider sempre se definiu por narrativas ousadas e personagens inesquecíveis, e esses novos membros do elenco trazem uma profundidade e seriedade incríveis para a série. Com talentos como Sigourney Weaver e Jason Isaacs se juntando ao elenco, estamos elevando este mundo de maneiras novas e empolgantes, e mal podemos esperar para que nosso público global do Prime Video vivencie este próximo capítulo de Tomb Raider.”, relata Peter Friedlander, chefe da Amazon MGM Studios.



Os seguintes atores estão confirmados para papéis canônicos da franquia de jogos Tomb Raider:

Martin Bobb-Semple como Zip - assistente técnico e amigo de longa data de Lara Croft.

Jason Isaacs como Atlas DeMornay - tio de Lara.

Bill Paterson como Winston - mordomo de longa data da família Croft

Já os seguintes talentos estão confirmados para papéis do universo Tomb Raider:

Jack Bannon como Gerry - piloto pessoal de Lara e seu responsável por garantir lanches.

John Heffernan como David - um funcionário público exausto que se vê envolvido no mundo peculiar de Lara.

Celia Imrie como Francine - Chefe de Desenvolvimento do Museu Britânico, focada exclusivamente em arrecadar fundos e taças de champanhe.

Paterson Joseph como Thomas Warner - um alto funcionário público contratado para resolver uma enorme confusão.

Sasha Luss como Sasha - uma nova adversária feroz e extremamente competitiva de Lara.

Juliette Motamed como Georgia - uma curadora dedicada e rigorosa do Museu Britânico, comprometida com a preservação "adequada" da história.

Sigourney Weaver é Evelyn Wallis - uma mulher misteriosa e ambiciosa que deseja explorar os talentos de Lara.

August Wittgenstein como Lukas - um saqueador ilegal que compartilha uma história com Lara em mais de um sentido.

Quinze Dias | Começam as filmagens da adaptação do bestseller de Vitor Martins para os cinemas

 

Por Willian Fernando

Os fãs de ‘Quinze Dias’ já podem comemorar: o livro que conquistou mais de 100 mil leitores ao redor do mundo finalmente começou sua trajetória nas telonas! As filmagens da aguardada adaptação cinematográfica do best-seller de Vitor Martins já estão em andamento no Rio de Janeiro e Cataguases, em Minas Gerais, com direção de Daniel Lieff ("Alice & Só" e “Últimas Férias”) e roteiro assinado por Ray Tavares e Vitor Brandt.

No papel principal, Miguel Lallo faz sua estreia no cinema. Ao seu lado, Débora Falabella interpreta Rita, a mãe divertida e parceira de Felipe. Diego Lira dá vida a Caio, o crush que reacende todas as dúvidas e descobertas do protagonista. Também fazem parte do elenco Mariana Santos, Silvio Guindane, Olívia Araújo, Mika Soeiro, Bel Moreira, Fernando Caruso, Augusto Madeira, Márcio Vito, João Gabriel Chaseliov, João Gabriel Marinho e Victor Galisteu. 

Com produção da Conspiração e distribuição da Manequim Filmes, o longa mergulha em temas essenciais como aceitação, insegurança, gordofobia, homofobia e bullying, equilibrando sensibilidade e drama na mesma medida. É um filme que fala sobre crescer, amar e se enxergar — mesmo quando o espelho do mundo parece distorcido.

O autor Vitor Martins define o momento como um “sonho que se materializa”. “Escrevi esse livro pensando no adolescente que eu fui, e agora ver esses personagens ganhando voz e corpo é algo transformador”, conta.

Sinopse

Felipe é um garoto gordo e tímido que sofre bullying na escola. Ele aguarda pelas férias de julho desde o início das aulas. Afastado dos colegas que o maltratam, Felipe finalmente vai poder se dedicar somente ao que gosta: livros e séries. Mas as coisas fogem do controle quando sua mãe informa que concordou em hospedar o vizinho Caio por longos quinze dias, enquanto seus pais viajam. Felipe entra em desespero porque Caio foi sua primeira paixãozinha na infância (e talvez ainda seja). Inseguro, Felipe não sabe como interagir com o vizinho. Os dias que prometiam paz e tranquilidade acabam trazendo um turbilhão de sentimentos, fazendo Felipe mergulhar em todas suas questões e inseguranças. Apesar das diferenças, ou por causa delas, os dois acabam se reaproximando e vivendo uma jornada de autodescoberta mútua.

O filme "Quinze Dias" tem patrocínio master do Nubank e apoio da Prefeitura de Cataguases. #QuinzeDias e #QuinzeDiasOFilme

Biografia de Nicholas Winton estrelada por Anthony Hopkins estreia em março nos cinemas

 Por Victoria Hope

Inspirado em uma emocionante história real, Uma Vida - A História de Nicholas Winton (One Life), chega aos cinemas em 14 de março. O longa é estrelado por Anthony Hopkins como Nicholas Winton, um humanitário britânico que ajudou a salvar 669 crianças dos nazistas às vésperas da Segunda Guerra Mundial. 

Conheça a história de Nicholas Winton:

Em 1938, Winton visitou Praga e se deparou com famílias deslocadas pela guerra vivendo em condições extremamente precárias. Eram milhares de famílias que haviam sido forçadas a abandonar suas casas e partir da região norte da Tchecoslováquia para a capital em uma tentativa de fugir das tropas nazistas. 

Enquanto uma crise humanitária sem precedentes se desenrolava, com campos de refugiados lotados enfrentando o rigoroso inverno europeu e a ameaça constante de uma invasão nazista, Winton estava convencido de que poderia coordenar o transporte seguro de crianças refugiadas para o Reino Unido. 

Em uma corrida contra o tempo, Winton e um improvável grupo de apoio trabalharam incansavelmente para resgatar o maior número de crianças possível antes do fechamento das fronteiras. Durante o ano de 1939, eles conseguiram organizar a partida de oito trens de Praga e salvar a vida de 669 crianças. 

Com direção de James Hawes, Uma Vida - A História de Nicholas Winton conta ainda com Johnny Flynn, que interpreta Winton jovem, Helena Bonham Carter, Jonathan Pryce, Lena Olin, Romola Garai, Alex Sharp e Marthe Keller.

[Review] Daisy Jones & The Six

 

Por Clara Sangiorgi 

Vou começar sendo bem honesta: eu não li “Daisy Jones & The Six”. O único livro que li da Taylor Jenkins Reid foi “Os Sete Maridos de Evelyn Hugo” e desgostei tanto do tipo de escrita da autora que não quis ler mais nenhum outro. Desgostei porque achei os diálogos muito artificiais, quase como se ela escrevesse justamente para que seus livros se tornassem filmes e séries, logo as minhas expectativas para qualquer adaptação de obras da autora são bem altas.  

O livro e a série contam a história da ascensão e queda da banda (fictícia) dos anos 1970 “Daisy Jones & The Six” e são baseados no período em que a banda (real) “Fleetwood Mac” gravou o renomado álbum “Rumours“, que narra por meio das músicas a conturbada relação entre os membros. Mais uma vez minhas expectativas foram colocadas lá em cima já que sou muito fã de Fleetwood Mac.  

Dito quão alta estava minha expectativa para “Daisy Jones & The Six”: me decepcionei. Apesar de ter amado toda a ambientação, desde o design de produção até os figurinos lindos, achei que a série não convence o espectador dos fatos, o tempo todo parece que falta algo para você acreditar que qualquer coisa que acontece é relevante, e por isso a série só engatou para mim depois do 3º episódio quando a backstory já tinha sido contada e entramos na narrativa principal. 


Daisy Jones & The Six / Foto: Prime Video

Em alguns momentos senti que essa falta de convencimento era um problema de atuação, em outros um problema de roteiro e direção. Quando a protagonista Daisy, interpretada pela atriz Riley Keough, está em cena, acho que o problema é a atuação: fiquei com a sensação que existe uma intenção no roteiro de que ela seja uma pessoa selvagem, difícil de controlar, mas no fim só parece uma menina chatinha pela falta de profundidade na atuação.

Já quando Billy Dunne está em cena fica um gosto amargo na boca de ver Sam Clafin, um ator tão experiente, lidando com um texto tão fraco. E para finalizar sobre os dois protagonistas não achei que a química entre eles foi tão explosiva quanto deveria, faltou aquela sensação de tensão sexual beirando o ódio que o roteiro implica.  

Outro ponto que me decepcionou foi a falta de comprometimento com o formato de documentário. Entendo que no livro a autora tenha que narrar os fatos de forma concisa e compreensível para o leitor, mas em uma adaptação audiovisual as possibilidades para contar uma história visualmente são infinitas. No fim, a série fica no meio do caminho, não sendo nem uma coisa, nem outra.  


Daisy Jones & The Six/ Foto: Prime Video

Algo que gostei muito foi dos outros membros da banda e dos personagens secundários, inclusive gostei bem mais do que dos protagonistas, e, positivamente, não achei que o tempo de tela entre eles foi tão discrepante quanto os trailers fizeram parecer. Dentre todos, Camila Morrone e Nabiya Be se sobressaem dando vida a Camila Dunne e Simone respectivamente.   

Mas o destaque de “Daisy Jones & The Six” com certeza são as músicas: elas emulam perfeitamente a sonoridade do fim dos anos 70. Achei que foram super bem escritas e produzidas. As letras são fáceis de memorizar e grudam em você, mas não são chicletes a ponto de te irritarem por ficar na cabeça do dia todo.  

Enfim, acredito que “Daisy Jones & The Six” é um entretenimento bobinho, nada UAU mas não tão ruim a ponto de não dar para terminar de ver. É a série perfeita para um domingo a tarde.  

NOTA: 6/10 

Batem à Porta, novo thriller de M.Night Shyamalan, ganha trailer inédito

 


Por Victoria Hope

A Universal Pictures acaba de divulgar um novo trailer de Batem à Porta, thriller do aclamado diretor M. Night Shyamalan em uma adaptação do livro de mesmo nome. O filme estrelado por Dave Bautista, Rupert Grint, Jonathan Groff, Bem Aldridge, Nikki Amuka-Bird, Kristen Cui e Abby Quinn tem previsão de estreia nos cinemas brasileiros em 2 de fevereiro.

Batem à Porta conta a história de uma família que é feita de refém por quatro estranhos armados. A jovem e seus pais precisam fazer uma escolha impensável para evitar o apocalipse, enquanto estão com acesso limitado ao mundo exterior.

Assista o trailer:

HBO Max anuncia retorno de Made for Love com estreia da segunda temporada em abril

 

Por Victoria Hope

A segunda temporada da aclamada série Max Original Made for Love retorna à plataforma de streaming com a estreia de dois novos episódios na quinta-feira, 28 de abril. A cada semana episódios duplos estarão disponíveis, concluindo a temporada em 19 de maio. 

Baseada no romance de Alissa Nutting, Made for Love é uma história emocionante de amor moderno e divórcio. A primeira temporada acompanha Hazel Green (Cristin Milioti), uma mulher de 30 e poucos anos que foge de um casamento sufocante de dez anos com o bilionário técnico Byron Gogol (Billy Magnussen), que é tão inteligente quanto insuportável. 

Depois de descobrir que seu marido implantou um dispositivo de vigilância - o chip Made for Love - em seu cérebro, permitindo que ele a seguisse, monitorasse e coletasse seus "dados emocionais", Hazel fugiu para sua remota cidade natal em busca de refúgio com seu pai Herbert (Ray Romano) e sua parceira sintética, Diane. 

Made for Love / Foto: HBO Max

Na segunda temporada, para salvar a vida de seu pai, Hazel retorna ao Hub, o palácio de alta tecnologia de Byron. Porém, ao entrar, tanto ela quanto Byron são presos pela nova tecnologia revolucionária (e perigosa) da Gogol.

O elenco da segunda temporada inclui Cristin Milioti como Hazel Green, Billy Magnussen como Byron Gogol, Ray Romano como Herbert Green, Dan Bakkendahl como Herringbone, Noma Dumezweni como Fiffany, Caleb Foote como Bennett e Sarunas J. Jackson como Jay.

A segunda temporada de Made for Love é produzida por Christina Lee, Alissa Nutting, Patrick Somerville, Dean Bakopoulos, Liza Chasin, Daisy Mayer e SJ Clarkson. Christina Lee, diretora da primeira temporada, se une à Alissa Nutting para dirigir a segunda. MADE FOR LOVE é produzida pela Paramount Television Studios.

Aclamado pela crítica, First Cow estreia nesta quinta nos cinemas

 

Por Victoria Hope

Distribuído pela Vitrine Filmes, o longa terá lançamento simultâneo nos cinemas e nas plataformas digitais 

Esse é o momento que fãs da A24 mais esperavam. 'First Cow', aclamado filme da produtora, estreia nos cinemas nacionais nesse mês. Sucesso de crítica por onde passou, “First Cow - A Primeira Vaca da América”, novo filme de Kelly Reichardt, já tem data de estreia no Brasil: 10 de junho nos cinemas e nas plataformas digitais (Now, Vivo Play, Google Play, Oi Play, YouTube Filmes e iTunes). 

Passado no século XIX, a trama do longa é baseada na amizade de Otis Figowitz (John Magaro), um cozinheiro viajante, e de King-Lu (Orion Lee), um imigrante chinês. 

Enquanto Figowitz viaja com um grupo de caçadores, ele conhece King-Lu e passa a ajudá-lo secretamente, dando início a uma amizade genuína e muito especial. Ambos se unem em um perigoso esquema para roubar leite de uma premiada vaca local - a primeira e única em todo o território de Oregon. 

First Cow / Vitrine Filmes

Adaptado do livro “The Half Life” de Jonathan Raymond, o filme tem roteiro assinado por Raymond e Reichardt, diretora do filme “Certas Mulheres”. “First Cow - A Primeira Vaca da América” é do prestigiado estúdio A24 e fez sua estreia no Festival de Berlim de 2020. O longa tem uma média de 96% de aprovação, segundo o site Rotten Tomatoes, que reúne críticas do mundo inteiro. 


- O modo como a história aborda os bens e os males do capitalismo numa época diferente, assim como a fatalidade andando de mãos dadas com a afetuosidade, é muito acertado. ‘First Cow’ não é um filme de ação ou aventura. É um filme que manifesta sua melhor forma quando esta se propaga no silêncio, pois a verdadeira ação está nos gestos e olhares contínuos diante do simples foco em sobreviver - elogia a crítica do AdoroCinema.

- Um filme que é, ao mesmo tempo, tranquilo e deslumbrante, duas qualidades que deveriam estar em conflito uma com a outra, mas de alguma forma florescem juntas sob o toque gentil de Reichardt - afirma a crítica da Time Magazine. ‘First Cow’ é fundamentalmente um faroeste: aborda questões de civilização, solidariedade e barbárie na fronteira americana. E, como muitos grandes faroestes, critica alguns dos mitos fundamentais do gênero com um belo e estimulante rigor, incluindo o mito do individualismo heróico - completa a crítica do The New York Times.

Assista o trailer oficial:


Wondercon 2021 | Jupiter's Legacy, nova série da Netflix ganha painel no evento

 

Por Victoria Hope

Amanhã começa a Wondercon @ Home 2021, que acontece de forma 100% virtual nas plataformas, incluindo o canal oficial do evento. Pela primeira vez na história, Mark Millar (Wanted, Kingsman, Kick-Ass) traz o elenco completo da nova série original da Netflix 'Jupiter's Legacy para um painel.

Vale lembrar que a série estreia no streaming no dia 7 de maio. Baseada nos quadrinhos de Mark Millar e Frank Quitely, Jupter's Legacy é uma aventura épica dramática de super heróis, que explora a complicada relação entre poderes, família e lealdade.

O painel vai contar com Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Mike Wade, Matt Lanter, Elena Kampouris, Andrew Horton, e Ian Quinlan e o vídeo será exibido nessa sexta, no dia 26 de março ao meio dia no canal do evento. 



Gugu Mbatha-Raw e David Oyelowo estrelam adaptação do thriller 'Quem Era Ela' para HBO Max

 

Por Victoria Hope

Os vencedores do Bafta, Gugu Mbatha-raw e David Oyelowo vão estrelar a adaptação de 'The Girl Before' (Quem Era Ela) para a HBO Max. Baseada no thriller best-seller de JP Delaney, a minissérie acompanha Jane, uma jovem que ganha a chance de morar em uma casa minimalista criada por um enigmático arquiteto, mas existe uma questão: Moradores devem seguir todas as regras da casa estritamente.

Tudo vai bem até a garota descobrir que a antiga moradora da casa, Emma, havia falecido por lá. Quando a história de Emma, a jovem falecida e de Jane começa a se cruzar, a protagonista deverá correr contra o tempo para não receber o mesmo destino. 

Realizada pela 42, produtora inglesa, o projeto é dirigido por Lisa Brühlmann, que foi indicada ao Emmy por Killing Eve. Além disso, Marissa Lestrade ajudou a escreveu os episódios.

Quem Era Ela / Editora Intrínseca

A produção executiva da obra é formada por Eleanor Moran, Rory Aitken e Ben Pugh pela 42, Ben Irving para a BBC, além de J.P. Delaney e Lisa Brühlmann, com Gugu Mbatha-Raw como produtora associada.

Delaney afirma que sempre quis adaptar sua história de The Girl Before, porém estava em busca de uma equipe que quisesse criar um projeto de alta qualidade. O escritor acredita ter encontrado esse time com a HBO Max, a 42 e a BBC, e complementa dizendo que ainda conseguiu atrair outros profissionais valiosos como Lisa, Gugu e David.

A minissérie de quatro episódios, The Girl Before, ainda não possui data de estreia. 


[Review] O Tigre Branco

 

Por Victoria Hope

O Tigre Branco da Netflix é talvez uma das adaptações que eu mais esperava assistir em 2021. Se assim como eu, você também já se deparou com a famosa capa de livro com um tigre branco rolando pelas livrarias nacionais desde 2015, certamente também se surpreendeu com a notícia de que esse best seller indiano de Aravind Adiga. 

Com uma temática muito necessária e relevante para os dias atuais, O Tigre Branco, dirigido por Ramin Barahni, pode ser considerado o 'Parasita' e 'Que Horas Ela Volta' da Índia, tratando com humor sarcástico, a desigualdade social do país pelo ponto de vista de um jovem que pertence a casta baixa indiana.

Na trama, conhecemos a história de Balram Halwai (Adarsh Gourav), um jovem indiano que vive em um dos bairros mais necessitados da Índia e sonha em um dia ser bem sucedido com o emprego de motorista. Ao longo da trama, o protagonista narra os acontecimentos de sua vida com muita sinceridade e até mesmo inocência.

O Tigre Branco / Netflix

A todo momento, nos diálogos trocados entre Balram e os outros personagens, principalmente seus patrões, Pinky (Pryanka Chopra-Jonas) e Ashok (Rajkummar Rao), percebe-se a diferença gritante de hábitos que separam as classes na Indía.

No começo, Balram ainda tem uma visão muito otimista sobre o novo emprego, afinal, segundo o próprio, o desejo de servir uma família rica, estava enraizado em sua mente desde a infância. Vemos Balram vivendo uma infância relativamente 'positiva', apesar de sua família viver na 'miséria', mas é justamente por conta disso, que o garoto se esforça para se destacar como melhor aluno da sala, mas no momento em que ganha uma bolsa, a necessidade de sobreviver, faz com que ele deixe a escola para começar a trabalhar.

Apesar do filme seguir o mesmo clichê de mostrar extremos da riqueza e da pobreza na Índia, sem mostrar as nuances de classe, o filme acaba por apresentar uma nova visão à essa divisão, brincando com ironia e expondo preconceitos que até nós mesmos, de países ocidentais, carregamos.

O Tigre Branco / Netflix

Um dos ápices do filme, é quando Balram finalmente entende o que está acontecendo e finalmente se revolta com tantas injustiças, mas é a partir desse momento que o filme se transforma, com um plot twist que era esperado, mas que vem de inesperada, graças à atuação impecável  e nada previsível de Adarsh Gourav, que carrega sozinho, toda a trama, com humor, ironia, raiva, tristeza e nos faz imergir ainda mais na experiência de Tigre Branco.

A transformação do personagem em um dos homens mais poderosos da Índia é incrível de se ver, mas ao mesmo tempo assusttadora, enquanto o protagonista segue narrando todos os fatos, mantendo sua verdade do início ao fim. Por mais que ele se torne um 'vilão', em nenhum momento ele perde sua essência, afinal, tudo estava ali desde o começo: O desejo por vingança e o sonho de se tornar poderoso.

Balram sempre foi o Tigre Branco. Desde a infância, com sua frustração pela vida miserável de sua família e pelo roubo do pouco que tinham por ricos corruptos, até as injustiças que aconteciam com a população do 'galinheiro'. Apenas em sua transformação, percebemos que ele sempre foi um Tigre à espreita, sonhando com o dia em que estaria livre da gaiola. 

O Tigre Branco / Netflix

'O Tigre Branco', apresentou um dos protagonistas mais tridimensionais que eu já vi em qualquer mídia. Balram não é totalmente bom ou ruim, ele é humano, tem sonhos, desejos, alegrias, mas também muitas tristezas. Você não necessariamente se identifica com ele, mas muito do que acontece com ele, pode ou não ter acontecido com você e isso apenas atiça a sua sede pela vingança do Balram.  

Na parte mais técnica, ainda faltam algumas coisas para ser considerado um filme de gênero que pode concorrer ao Oscar, mas é definitivamente um novo passo para divulgar o cinema indiano para o mundo e criar produções cada vez mais diversas dentro do contexto de Hollywood. 

Não é um filme fácil de ser digerido e por ser longo demais, cerca de duas horas, a experiência acaba se tornando maçante em alguns momentos, mas não deixa de ser uma história interessante com um desfecho para lá de satisfatório. 

Nota: 8.5 /10

O Céu da Meia Noite ganha pôster e trailer inédito da Netflix

 

Por Victoria Hope

Um drama de ficção com George Clooney? Fomos nós que pedimos sim. A Netflix revelou nessa semana, o primeiro pôster, imagens inéditas e o trailer oficial de "O Céu da Meia Noite", adaptação do best seller de Lily Brooks-Dalton que estreia no dia 23 de dezembro no streaming. 

Sinopse: Esta história pós-apocalíptica conta a saga de Augustine (George Clooney), um cientista solitário no Ártico, que corre para impedir Sully (Felicity Jones) e seus colegas astronautas de voltarem para casa em meio a uma misteriosa catástrofe global. Clooney dirige a adaptação do aclamado romance de Lily Brooks-Dalton "Good Morning, Midnight". O filme é co-estrelado por David Oyelowo, Kyle Chandler, Demián Bichir e Tiffany Boone.

O Céu da Meia Noite / Netflix


The Old Guard | Charlize Theron e Kiki Layne se preparam para a batalha em novo trailer


Por Victoria Hope

Sob a liderança de Andy (Charlize Theron), um grupo secreto de mercenários inexplicavelmente imortais luta há séculos para proteger o mundo. No entanto, uma missão de emergência faz suas habilidades extraordinárias ganharem notoriedade, cabendo a Andy e Nile (KiKi Layne), a mais nova integrante da equipe, fazer de tudo para acabar com a ameaça de quem quer replicar seus poderes e lucrar com eles. 

The Old Guard é baseado na aclamada série de quadrinhos de Greg Rucka e dirigido por Gina Prince-Bythewood (Além dos Limites, Nos Bastidores da Fama). Com cenas intensas de ação, o filme mostra que ser imortal não é tão fácil quanto pode parecer. O filme estreia no dia 10 de Julho.

The Old Guard / Divulgação

Assista o trailer:


Adaptação do best seller ‘O Segredo: Ouse Sonhar’ ganha trailer oficial


Por Victoria Hope

Está preparado? Então já pode preparar os lencinhos, porque aí vem mais uma adaptação best seller daqueles livros que nos fazem desidratar de tanta emoção. 

Estrelado por Katie Holmes (‘O Doador de Memórias’) e Josh Lucas (‘Superação: O Milagre da Fé’), O Segredo: Ouse Sonhar chega aos cinemas nacionais em abril de 2020 e acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial.

O longa é inspirado no best-seller mundial da escritora Rhonda Byrne, que vendeu mais de 30 milhões de cópias ao redor do mundo, foi traduzido para 50 línguas e permaneceu na lista de livros mais vendidos do New York Times por 190 semanas.

“Eu estou tão animada que a versão cinematográfica de O Segredo: Ouse Sonhar será finalmente lançada”, afirmou Rhonda Byrne, escritora do best-seller. “Este filme será uma grande emoção, não só para os fãs do livro ao redor do mundo, mas também para milhões de outras pessoas que serão tocadas pela história.

Cena de 'O Segredo: Ouse Sonhar' / Imagem Filmes
O livro foi responsável por mudar a vida de muitos e o filme dará continuidade a este legado.” Ao incorporar as principais mensagens do livro, como a importância dos pensamentos positivos, O Segredo: Ouse Sonhar é um filme transformador e emocionante para toda a família. “Queremos contar histórias inspiradoras que transmitam uma mensagem de esperança”, afirma Joe Gelchion, produtor do filme.

Dirigido por Andy Tennant, o filme conta a história de Miranda (Katie Holmes), uma viúva que luta para criar seus três filhos sozinha. Após uma forte tempestade destruir sua casa, ela contrata Bray Johnson (Josh Lucas) para ajudá-la na reconstrução. Durante a obra, ele passa a compartilhar com Miranda sua filosofia de acreditar no poder do universo, na relação causa e efeito, passado e presente.

Assista ao trailer:


Poster oficial / Imagem Filmes

Letitia Wright de 'Pantera Negra' interpreta gêmeas em história horripilante da vida real




Por Victoria Hope

Letitia Wright,  atriz britânica conhecida por interpretar a Shuri de Pantera Negra e a protagonista do episódio 'Black Museum' de Black Mirror, estrelará suspense sobre o caso real das gêmeas silenciosas June e Jennifer Gibbons.

O longa será dirigido pela cineasta polonesa Agnieszkka Smoczynska e conta com o roteiro adaptado do livro 'The Silent Twins' ('As gêmeas silenciosas'), escrito pela jornalista investigativa Marjorie Wallace.

A história real das gêmeas June e Jennifer Fibbons causou comoção ao redor do mundo nos últimos anos. Conhecidas como 'As Irmãs Silenciosas', as gêmeas nascidas em Barbados, mas que viviam no País de Gales, só se comunicavam entre si e se recusavam a conversar com qualquer pessoa que estavam ao seu redor.


As duas Irmãs aterrorizaram o Reino Unido / Marjorie Wallance

Durante a infância, as duas irmãs cometeram crimes como incêndios e agressões, o que resultou na internação de ambas em um hospital psiquiátrico. A dupla ainda chamou atenção das pessoas por terem muitas habilidades de escrita e pelo alto QI.

Quando as duas tinham 30 anos, elas decidiram que uma delas deveria morrer. Algum tempo depois, Jennifer teve um mal súbito não esclarecido e morreu. As irmãs combinaram que quando uma morresse, a que estava viva poderia conversar com outras pessoas.

Com 57 anos hoje, June está viva e mora com seus pais no País de Gales. Ela não é mais monitorada por médicos e não aceita falar sobre a relação que tinha com sua irmã. O filme ainda não tem data para iniciar as filmagens.

Assista ao emocionante trailer da nova adaptação do 'Jardim Secreto'



Por Victoria Hope

O Jardim Secreto vai ganhar mais uma nova adaptação para o cinema. Com a produção de David Heyman (Harry Potter), dirigido por Marc Munden (Black Sails) e o roteiro adaptado por Jack Thorne da peça Harry Potter e a Criança Amaldiçoada.

Se você não conhece, O Jardim Secreto é um dos clássicos da literatura infanto-juvenil escrito em 1911 pela escritora Frances Hodgson, que conta a história de uma menina anti- social, que após a morte dos seus pais na índia, vai morar com seu tio e seu irritante primo no interior da Inglaterra. Tudo vai de mal a pior, até que com o tempo ela descobre um jardim mágico e secreto.

O longa conta com os atores Dixie Egerickx (Genius) e Colin Firth (O Discurso do Rei). O Jardim Secreto estreia em 10 de abril no Reino Unido, ainda sem previsão de data para o Brasil.

Estão ansiosos?


Confira o trailer abaixo:










5ª Temporada de Outlander estreia nesse final de semana na Fox Premium



Por Victoria Hope

Bem pertinho do tradicional Valentines' Day, o amor está no ar mais uma vez nessa nova temporada de Outlander, que estreia nesse domingo na Fox Premium.

Em seu primeiro episódio, acontece o tão esperado casamento do ano, mas não seria Outlander se muitas reviravoltas não estivessem por vir numa data tão especial para os Frasers. Família, amor e jogos de poder dão tom nesse comecinho da quinta temporada.

Baseada na saga best seller da escritora norte-americana Diana Gabalon, Outlander é estrelada por Catriona Balfe como a Claire Randall, uma enfermeira militar que se casa com Frank Randall (Tobias Menzies), um e ex-espião do Serviço de Inteligência Britânico. 

Após o seu casamento, Claire viaja misteriosamente no tempo para a Escócia no ano de 1743, onde é forçada a se casar com o jovem e galante guerreiro escocês Jamie Fraser (Sam Heughan), por quem ela acaba se apaixonando perdidamente. 

Assim, uma apaixonada aventura se acende, dividindo o coração de Claire entre dois homens muito diferentes e em duas vidas irreconciliáveis.

Não perca a estreia da 5ª temporada nesse domingo, 16 de Fevereiro na Fox Premium 1.

Lara Jean se divide entre dois amores no trailer final de 'Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você'


Por Victoria Hope


Será que já podemos separar os lencinhos? Para Todos os Garotos que Já Amei: P.S. Ainda Amo Você, longa da Netflix, que dá sequência à comédia romântica de 2018, ganhou o seu trailer final nessa quinta feira (23). Na prévia, a vida de Lara Jean é abalada pela chegada de um novo recipiente de uma das suas cartas. 

Na trama de Para Todos os Garotos que Já Amei: P.S. Ainda Amo Você, Lara Jean (Condor) e Peter (Centineo) não fingem mais ser um casal, pois agora o ship é real, mas quando John Ambrose (Jordan Fisher), um outro recipiente de uma das cartas de Lara Jean, entra em sua vida novamente, ela precisa confiar em seu coração para enfrentar seu primeiro dilema real: será que ela pode amar dois garotos ao mesmo tempo?

John chegou para abalar a vida de nossa protagonista / Divulgação

No primeiro filme, Lara Jean Song Covey escreve cartas de amor secretas para todos os seus antigos paqueras. Quando as cartas são misteriosamente enviadas para os meninos sobre os quem ela escreve, sua vida vira de cabeça para baixo.

O longa é baseado no livro  bestseller de mesmo nome, escrito por Jenny Han e publicado no Brasil em 2015. A obra teve duas sequências: P.S.: Ainda Amo Você, publicado em 2016, e Agora e Para Sempre Lara Jean, o último da série, publicado em 2017.

Para Todos os Garotos que Já Amei: P.S. Ainda Amo Você estreia em 12 de fevereiro e o terceiro longa, intitulado Para Todos os Garotos: Agora e Sempre, Lara Jean, já está em produção.

Assista ao trailer:


Rei Leão | Liberados cartazes inéditos com os personagens do live action




Por Victoria Hope


E como está o hype de todos vocês para o lançamento do remake de Rei Leão? Com Donaldo Glover, Beyoncé e grandes nomes da indústria à frente da dublagem, essa é sem dúvidas uma das adaptações mais aguardadas na história da Disney.

Nessa quinta (30), foram liberados os primeiros cartazes individuais de alguns dos personagens de destaque da trama, incluindo o vilão Scar que no começo já dividiu opiniões entre os fãs do clássico, mas uma coisa é certa, o investimento no CGI valeu a pena. 

Todo esse CGI e o realismo de cada um dos personagens é absolutamente incrível, ao ponto em que os personagens realmente parecem ser animais da vida real, mas fiquem tranquilos, o que demonstra o patamar em que a indústria de Hollywood já alcançou em termos de efeitos especiais, coisa que na época do lançamento do Rei Leão clássico seria impossível de fazer sem o uso de animais de verdade. 

Outro ponto positivo do filme foi investir em um elenco negro para a dublagem, apostando mais uma vez na representatividade ao contar uma história que se passa no continente Africano. Esses são apenas alguns dos frutos de Pantera Negra e vamos torcer para que mais filmes como estes venham nos próximos anos. 

Rei Leão estreia no dia  18 de Julho em todos os cinemas do Brasil :)