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[Coletiva] Olivier Rabourdin em uma conversa sobre Caixa Preta, suspense em cartaz no Festival Varilux

 

Por Victoria Hope

Fechando o ciclo da coletiva de imprensa, conversamos nessa quarta (24), com Olivier Rabourdin, veterano do cinema francês e um dos astros de Caixa Preta, novo hriller eteletrizante de Yann Gozlan, que também estará em cartaz no Festival Varilux de Cinema Francês, que acontece de 25 de novembro a 8 de dezembro nos cinemas.

O que aconteceu a bordo do voo Dubai-Paris antes de bater no maciço alpino? Um técnico na BEA, autoridade responsável pelas investigações de segurança na aviação civil, Mathieu Vasseur é o investigador principal desse desastre aéreo sem precedentes. Teria sido um erro do piloto? Falha técnica? Ato terrorista? A análise minuciosa das caixas pretas fará com que Mathieu conduza secretamente a sua própria investigação. Ele ainda não sabe até onde vai a sua busca pela verdade.

Na trama, Olivier interpreta o complicado Victor Pollock, personagem que se vê na mira de Mathieu durante as investigações do acidente. Em tempos onde discute-se a questão da segurança aérea, filmes como Caixa Preta, demonstram a importância da discussão entre acidentes aéreos, corrupção e como apenas uma pessoa pode ser crucial para a resolução de casos quase impossíveis de solucionar. 

 CONFIRA A ENTREVISTA


Amélie: Como você se preparou para esse papel? Acompanhou o dia a dia de profissionais da área de aviação?

Olivier: Não exatamente, mas conversei com muitas pessoas que atuam na área, fora que, meu papel principal era saber como a corrupção dentro da área funciona (risos), afinal, meu personagem está ligado a esse tema, que é muito importante de ser discutido nesse momento. 

Amélie: Como foram as filmagens com Yann Gozlan?

Olivier: Foi muito interessante. Pegue o exemplo do Matthieu (protagonista), por exemplo. Yann é tão metódico, meticuloso e organizado quanto ele.  Absolutamente nenhum detalhe escapava dos olhos dele, então ele era sempre muito preciso em suas decisões, em como ele gostaria que a cena acontecesse, desde o enquadramento a um penteado de personagem. 

Amélie: Qual aspecto do roteiro mais chamou sua a atenção para participar do projeto?

Olivier: A primeira coisa que nós fazemos é ler o roteiro antes de começar a gravar o filme e quando eu li esse, me interessei imediatamente pelo aspecto político abordado, sobre empresas que investem em produtos que não foram bem avaliados, o que pode causar catástrofes aéreas como essa abordada no filme. Esses acidentes, inclusive, muitas vezes, são abafados. 

Amélie: Essa é sua primeira vez no Brasil. Já passeou por São Paulo hoje?

Olivier: Ah sim, com certeza. Visitei o Teatro Municipal que é incrível, também conheci o MASP, que tem uma das coleções mais maravilhosas. Pretendo visitar outros lugares ao longo da semana como o Mercado Municipal. 

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