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SXSW 2023 | Review | A Guide to Not Dying Completely Alone

 


Por Victoria Hope

Talvez uma das produções mais originais em termos de piloto de televisão, 'A Guide to Not Dying Completely Alone' é uma carta de amor a comunidade LGBTQIA+ e uma delicada homenagem para aqueles da comunidade que sempre sonharam com uma vida de amor e sucesso e como muitos encontram suas 'found families' nos lugares mais improváveis.

Esse episódio concorre ao SXSW na Competição de Episódio Piloto Independente, uma categoria que contempla possíveis séries futuras televisivas ou de streaming e foi criado pelo produtor executivo e ator Kevin Yee (Atuação: Dickinson, Roreirista: Hulu, Disney, Netflix), com direção Yen Tan (1985, Pit Stop),  e direção de fotografia por Joe Han (Our Father). 

A série é estrelada por Kevin Yee (Dickinson), Brittani Nichols (Abbott Elementary, Black Lady Sketch Show), Alex MacNicoll (13 Reasons Why, Transparent), Betsy Struxness (Hamilton da Broadway) e Paul Wong (Crazy Ex Girlfriend). 

Logo no início, o episódio piloto captura a atenção dos espectadores, em uma cena onde nosso protagonista e futuro escritor, Ben Wu, se vê em meio a uma crise em pleno banheiro de uma balada gay. É a partir desse momento que conhecemos nosso protagonista e uma das pessoas que o salvou ao encontrá-lo desacordado.

A Guide to Not Dying Completely Alone / Foto: Divulgação

Ao mesmo tempo, em um futuro não tão distante ou até mesmo no possível presente, nos deparamos com um trabalhador asiático que encontra por um acaso o livro de Wu perdido em uma das estantes e interessado, esse novo personagem começa a ler a história, enquanto o protagonista começa a narrar os eventos que aconteceram em sua vida.

Mesmo que o título já deixe nítido o destino do jovem escritor, o ritmo da produção faz com que o público queira entender mais sobre o que aconteceu para que o protagonista chegasse até aquele ponto. O sentimento de inspiração, principalmente para jovens artistas, é muito inspirador e ao rolar dos créditos, a audiência vai querer o segundo, terceiro, quarto episódios e muito mais.

Representatividade e protagonismo LGBTQIA+ asiática é algo muito raro ou quase inexistente na televisão americana atual, então produções como A Guide to Not Dying Completely Alone são justamente o respiro que a indústria precisa. 

NOTA: 8.5/10

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